Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa e Literaturas - DCH6

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    Literatura no ensino médio: percepções de alunos de uma escola pública do município de Lagoa Real sobre o ensino de literatura
    (Universidade do Estado da Bahia, 2020-03-25) Santos, Matheus Silva; Araújo, Ginaldo Cardoso de
    Este trabalho refere-se à ensino de literatura no Ensino Médio em virtude das percepções dos alunos sobre o ensino de literatura, com o intuito de compreender o porquê do desinteresse de parte significativa desses alunos pela disciplina. Este estudo utiliza uma pesquisa qualitativa para compreender os problemas e dificuldades do ensino de literatura da escola em estudo; identificar o que os discentes pensam sobre a literatura e seu ensino, além disso, foi crucial uma revisão teórica/bibliográfica para consolidação deste trabalho. Percebe-se a importância de conhecer o processo de ensino da Literatura e sua aplicação, partindo do seu conceito e tudo que diz respeito ao seu estudo, de modo que ela venha a ser um objeto de investigação que ajude estudantes a atribuir conhecimentos que enriqueçam cada vez mais o aprendizado dos estudantes. Defende-se que a literatura, como conhecimento clássico, deve estar nas escolas e, sobretudo, convergir com seus objetivos de aprendizagem, os quais possibilitem a construção da humanização e leve o indivíduo à catarse estética. Esta pesquisa foi de suma importância para compreender as percepções dos alunos sobre a literatura, suas dificuldades e opiniões, criando assim um diálogo promissor para melhorias do ensino.
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    Benedita da Silva: a voz da mulher negra na política brasileira contemporânea
    (Universidade do Estado da Bahia, 2012) Silva, Joseni Pereira da; Almeida, Vanda Alves da Silva; Bastos, Luciete; Pina, Patrícia Kátia da Costa; Tupiniquim, Ricardo
    Considerando que a luta da mulher por seus direitos tem sido travada desde o início do século vinte, entendemos que é preciso o enfrentamento das diferenças de gênero para que se possa conviver com respeito. Pensamos que as mulheres não necessitam de reivindicar igualdade entre os gêneros, pois somos naturalmente distintos, o que se faz necessário é o respeito pelo que temos de singular. Nos últimos tempos, tornou-se importante discutir sobre a participação da mulher em todos os segmentos da sociedade, sejam eles religiosos, econômicos, ou políticos. Por essas razões, nossa pesquisa direcionou-se para a inserção da mulher negra na política brasileira pela luta em prol da democratização de seu lugar e espaço na sociedade, em particular da líder negra Benedita da Silva. Nessa perspectiva, discutiremos o conteúdo dos pronunciamentos da deputada, atentando para as relações de poder, balizadas na teoria de Foucault (1979). O conceito de ideologia preconizado por Marilena Chauí também serviu de aporte teórico. Além dos teóricos mencionados, Moreira (2011) também subsidiou nossa pesquisa ao tratar do papel da mulher negra na sociedade contemporânea, assim como de Skidmore (1988) que discute sobre a repressão e luta dos movimentos populares, todos de grande relevância para esse estudo. Nossa pesquisa não se esgota aqui, trata-se de um trabalho inicial que pode incitar novas reflexões sobre o tema.
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    Ao som da inúbia e do boré, aí como era grande a minha preguiça: humor e sátira na desconstrução do perfil heroico do índio na literatura brasileira Caetité
    (Universidade do Estado da Bahia, 2017-08-02) Araújo, Ionara Martins; Ramos, Ricardo Tupiniquim; Silva, Zoraide Portela; Borges, Flaviane Gonçalves
    Desde a formação da Literatura Brasileira o índio é presença recorrente. No entanto, os modos de representação dessa personagem mudaram ao longo do tempo, com o intuito de distanciar cada vez mais a literatura do Brasil e as literaturas portuguesa e depois, francesa. Em lugar do índio selvagem, puro, bravo, mas cheio de valores morais cristãos, representado pelos escritores indianistas, pautados no modelo do herói medieval europeu, surge, ainda no século XIX, a figura erótica do índio composta por Bernardo Guimarães em “O elixir do pajé”, uma sátira ao herói romântico anterior, construída pelo uso do calão e pela temática sexual. Mais adiante, durante o Modernismo, Mário de Andrade cria o anti-herói brasileiro “Macunaíma” que, através de seu desvio de caráter, satiriza o brasileiro que faz uso da cultura europeia. Já na contemporaneidade, o índio passa a ser representado não mais pelo viés do humor satírico, mas pelo simples humor, sem intenções críticas, conforme representado por Paulo Silvino em “A lenda da piroga de cristal”, canção composta para fazer graça durante as apresentações do humorista na década 1970, usando trocadilhos com palavras de grafia parecida e significações diferentes, mas que evocam o calão na mente do espectador até mesmo pelos gestos que acompanham a canção
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    Ensino de língua portuguesa no Alto Sertão da Bahia: práticas pedagógicas avessas?
    (Universidade do Estado da Bahia, 2017) Farias Neto, Lucilene; Morais, Edmilson de Sena; Marques, Zélia Malheiros; Araújo, Ginaldo Cardoso de
    Os PCNs de língua portuguesa estabelecem que o ensino de língua deve fazer com que o aluno se posicione criticamente perante a sociedade, isso por meio da linguagem, então, é necessário que o professor conheça as concepções de linguagem assim como os tipos de gramática. Este trabalho, tem como problema de pesquisa, investigar as razões que levam os alunos a terem aversão ao ensino de língua portuguesa. Partimos do pressuposto que uma das razões que provoca a aversão ao Ensino de Língua Portuguesa é a predominância do ensino prescritivo e gramatiqueiro. Diante disso, o objetivo da presente pesquisa é compreender o ensino de Língua Portuguesa nas escolas públicas do Alto Sertão da Bahia e sua prática pedagógica. Para isso, fez-se necessário os conceitos abordados por muitos autores que versa sobre o tema, como, Antunes (2003), Mendonça (2006), Geraldi (1996, 2012, 1997), Travaglia (2009), Murrie (1998), Souza e Cruz (2009), Gnerre (2009) entre outros. Com técnica de coleta de dados utilizamos do questionário contendo questões sobre o ensino de língua portuguesa em uma escola do município de Rio do Antônio-Ba. Os resultados da pesquisa apontam que apesar dos professores trabalharem com textos, os conteúdos gramaticais não são trabalhados de forma contextualizada, os textos são usados apenas para interpretação. Observa-se ainda que os professores de português acumula muito conteúdos gramaticais, causando dessa forma repugnância aos alunos pelas aulas do componente curricular citado. No entanto, a forma como a gramática é trabalhada distancia-se das perspectivas teórico-metodológicas defendidas pelos autores citados.
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    Leitura, escola e formação cidadã: o trabalho desenvolvido com a leitura na escola estimula os alunos a assumir uma postura mais ativa (e menos passiva) diante dos fatos sociais?
    (Universidade do Estado da Bahia, 2012-12) Cerqueira, Flávio Santos; Silva, Isana Gomes da; Pereira, Andréia Vilaça Guimarães; Silva, Lucélia Alves Magalhães; Marques, Zélia Malheiros
    Esta pesquisa monográfica foi construída no âmbito do curso de Letras com habilitação em Língua Portuguesa e Literaturas da Língua Brasileira – Universidade do Estado da Bahia – UNEB, tendo como objetivo mostrar a importância da leitura para a formação do cidadão a partir de um estudo dos depoimentos de alguns dos graduandos do Curso de Letras Vernáculas, Uneb – Campus VI, bem como da professora orientadora. A pesquisa foi efetuada inicialmente dentro de uma metodologia bibliográfica em uma linha de abordagem qualitativa – etnográfica, através de depoimentos colhidos de uma professora e três estagiários do programa Universidade para Todos, para assim confrontarmos as ideias que eles têm sobre a leitura e a prática desta em sala de aula. Na análise dos depoimentos verificamos, claramente, que a grande maioria dos estudantes do referido projeto, não fazem da leitura uma prática, não compreendendo as múltiplas faces da leitura. O referencial teórico está centrado principalmente em autores como; Freire (1986), Kleiman (2002), Zilberman e Lajolo (1996), Solé (1998), Molina (1992), Silva (1986 e 2003), Martins (1994), Yunes (2003), André e Ludke (1985), Gil (1999). Suas obras nos deram respaldo teórico para falarmos sobre a importância da leitura, considerada uma indispensável atividade para a aprendizagem humana.