Bacharelado em História - DCH4
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- ItemA tradição do cultivo do arroz em uma comunidade quilombola, no Território Piemonte da Diamantina Mirangaba-Bahia(Universidade do Estado da Bahia, 2024-07-17) Jesus , Adriana Conceição Nascimento; Ferreira , Jackson André da Silva; Rodrigues, Mariza do Carmo; Dias, Ana LéciaEste estudo apresenta abordagens sobre a trajetória histórica e rural da comunidade de Coqueiro, localizada no município de Mirangaba- Bahia, território do Piemonte da Diamantina, a cerca de 32 km da cidade de Jacobina-Bahia. A referida é reconhecida e certificada como comunidade remanescente de quilombo, recebendo a certificação no ano de 2006 pela Fundação Cultural Palmares por intermédio do Senhor Oliveira Francisco, conhecido por todos os membros da comunidade como Francisquinho. Contudo, esta pesquisa apresenta o testemunho oral e a tradição oral como porta de entrada para a compreensão do contexto histórico da comunidade de Coqueiros, além disso, destaca-se o papel das mulheres negras quilombolas no cotidiano do trabalho na roça, bem como a tradição do cultivo de arroz de brejo. Nesta perspectiva, as memórias dos moradores mais velhos serão de primordial importância para que possamos nos conectar com o passado e refletir sobre as narrativas históricas pertencentes a esta comunidade.
- ItemCatálogo de entrevistas: história, trabalho e sobrevivência na região sisaleira do povoado de Icó, Morro Do Chapéu-BA(Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-16) Silva , Samila Barbosa da; Santos , Joelma Ferreira dos; Rodrigues, Mariza do Carmo; Santos, Polliana Moreno dosEste trabalho apresenta um catálogo de entrevistas sobre as relações de trabalho no povoado de Icó, município de Morro do Chapéu-BA. O objetivo principal foi compreender o porquê de as condições de trabalho continuarem inalteradas há mais de trinta anos. A pesquisa utiliza como metodologia a História Oral, visando coletar e organizar, em formato de catálogo, os relatos de experiência dos trabalhadores sisaleiros dessa localidade. Foram realizadas nove entrevistas com trabalhadores e trabalhadoras sisaleiras, com idades diversas. Todas as entrevistas ocorreram na residência dos entrevistados, realizadas a partir de um questionário com perguntas voltadas para a atividade sisaleira. As entrevistas estarão disponíveis como parte integrante deste trabalho, no repositório institucional da UNEB.
- ItemUm cristão novo no sertão: Inquisição e judaísmo na Bahia colonial – o caso de Antônio da Fonseca(Universidade do Estado da Bahia, 2024) Neves Neto, Benigno; Ferreira, Elisangela Oliveira; Souza , Cândido Eugênio Domingues de; Severs, Suzana Maria de Sousa SantosEste trabalho tem como objetivo compreender a atuação do Tribunal da Inquisição e a presença dos cristãos-novos na Bahia do século XVIII, com foco na análise do processo de Antônio da Fonseca. A pesquisa aborda como a Inquisição operava para manter a ortodoxia Católica, regulando comportamentos sociais e religiosos, e como os cristãos-novos resistiam e preservavam sua identidade cultural. Através da trajetória de Fonseca, examina-se a discriminação, os conflitos internos e as redes de apoio entre os cristãos-novos. A investigação também destaca a interação entre poder político, religioso e econômico, revelando a complexidade das relações sociais na época.
- ItemMulheres rurais: coletânea de entrevistas de trabalhadoras de Quixabeira-BA (2008-2020)(Universidade do Estado da Bahia, 2024) Souza, Darlane Fagundes de; Gama, Maria Sandra da; Macedo, Maria Dalva de Lima; Santos , Polliana Moreno dosEste trabalho tem como objetivo principal a construção de uma coletânea de entrevistas das Mulheres Rurais que estiveram e estão presentes na organização da Associação de Mulheres Trabalhadoras de Quixabeira – AMTQ, preservando a memória e podendo assim, servir como fonte para futuros trabalhos acadêmicos ou em outros espaços. Os estudos foram pautados em relação à história da mulher e o trabalho da mulher no meio rural, salientando a importância de suas histórias, finalmente, sendo contadas nos últimos anos. A investigação parte dos papéis desenvolvidos pelas mulheres na economia familiar e na produção agrícola do município. Ao longo das entrevistas as mulheres vão evidenciando, em suas falas, as trajetórias de luta por meio dos movimentos sociais e na sua vida privada, demonstrando a força da mulher no campo que luta não só por seus direitos, mas também pelos de suas companheiras. O trabalho é credor das obras de Verena Alberti e Amadou Hampaté BÂ os quais foram imprescindíveis para o amparo teórico metodológico das entrevistas, já que eles auxiliam nas diversas etapas da realização da pesquisa.
- ItemDe rezas e curas: práticas religiosas na Chapada Diamantina (Morro Do Chapéu, Bahia, segunda metade do século XIX)(Universidade do Estado da Bahia, 2024) Gois, Francisco Tanilson de Lima; Ferreira, Jackson André da Silva; Ferreira, Elisangela Oliveira; Santana, Tãnia Maria Pinto deNo sertão baiano do século XIX, as crenças religiosas desempenhavam um papel significativo na vida das comunidades locais, influenciando não apenas a esfera espiritual, mas também aspectos sociais, culturais e até mesmo políticos. A religiosidade sertaneja era profundamente enraizada em tradições ancestrais e em uma relação estreita com a natureza, manifestando-se em uma variedade de rituais e cerimônias que permeavam o cotidiano das pessoas. As devoções ou o uso de uma prática popular, devem ser correlacionadas com a história ou experiência de vida exercida por quem o faz. Este trabalho tem por objetivo analisar práticas relacionadas à religiosidade popular existentes no sertão baiano, como o devocional popular a santos e as práticas de cura, especificamente na vila de N. S. da Graça do Morro do Chapéu, Chapada Diamantina, no século XIX. A pesquisa pretende apresentar os aspectos da cultura religiosa na região de Morro do chapéu, relacionando a cultos da ortodoxia católica como a devoção aos santos taumaturgos em busca da cura, mas também as práticas de cultura ligada às tradições afro-brasileira e indígena, dentro delas as práticas ligado a curandeirismos e o uso de plantas consideradas medicinais, e casos ligados à feitiçaria. Utilizei como fontes, documentos eclesiásticos da Paróquia de Nossa Senhora da Graça e processos criminais abrigados no Fórum Clériston Andrade, arquivos localizados na cidade do Morro do Chapéu.