Licenciatura em Historia - DCHT18

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    Culturas, identidades e saberes de eunápolis (CISE): o ensino de história local.
    (2025-12-10) Pereira, Agesmary Almeida; Mendes , Sandra Regina
    Após a homologação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), em 22 de dezembro de 2017, estados e municípios passaram a reordenar seus currículos para atender aos preceitos nacionais, incluindo conteúdos que consideram as características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos. Nesse contexto, implementou-se o componente curricular “Culturas, Identidades e Saberes de Eunápolis” (CISE) nas Escolas da rede municipal de ensino, com o objetivo de integrar conteúdos de História Local ao currículo escolar. Este trabalho visa analisar os documentos orientadores do CISE (Guias de orientação) e sua relação com a valorização da história de Eunápolis-BA. A pesquisa fundamenta-se em discussões sobre História Local, destacando a importância de trabalhar escalas menores como bairro, cidade, grupos sociais e cultura material, valorizando professores/as, alunos/as e comunidade como produtores do conhecimento (Melo, 2015; Cavalcanti, 2019). A metodologia contempla a pesquisa documental (Sá- Silva et. al, 2009), tendo como eixo de análise os fundamentos conceituais mobilizados nos documentos, a relação com a BNCC e as perspectivas metodológicas que são apresentadas nos documentos. Os resultados buscaram compreender as possibilidades do CISE na promoção de uma educação contextualizada, territorializada e centrada na valorização da identidade cultural de Eunápolis.
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    Reflexões sobre o ensino e aprendizagem de história no 5º ano dos anos iniciais – ensino fundamental na escola municipal Arnaldo Moura Guerrieri
    (Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-10) Andrade, Patrick Lopes Silva de; Santos, Lorena Michelle Silva dos; Mendes, Sandra Regina; Fernandez, Thaís Vinhas
    Esta pesquisa tem como objetivo analisar o processo de ensino e aprendizagem de História entre os estudantes do 5º ano dos Anos Iniciais - Ensino Fundamental na Escola Municipal Arnaldo Moura Guerrieri (EMAMG) na cidade de Eunápolis-Ba. Destacando a importância do ensino de História nos primeiros anos de escolarização, em diálogo com a análise de documentos institucionais como o Documento Curricular Referencial da Bahia (DCRB), o Projeto Político-Pedagógico (PPP), o livro didático utilizado pela turma e as respectivas atividades desenvolvidas em sala de aula. Esses materiais foram utilizados como base para compreender as diretrizes que orientam o ensino do componente curricular de História na referida turma. A pesquisa também contempla uma análise da prática docente, buscando compreender como os saberes históricos e pedagógicos, aliados as estratégias metodológicas desenvolvidas pela docente, tem contribuído no processo educativo. A partir da triangulação das informações coletadas, pretende-se compreender em que medida o ensino de História tem contribuído para despertar o interesse e consequentemente, desenvolver nesses estudantes um aprendizado histórico capaz de atender às demandas escolares e da sua vida cotidiana.
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    História e Cultura Digital: Uma análise dos memes como suporte pedagógico no ensino fundamental anos finais e médio
    (Universidade do Estado da Bahia, 0025-12-12) Alves, Juliesse Silva; Ortiz, Ivanice Teixeira Silva; Jesus, Geovane de; Santos, Lorena Michele dos
    A pesquisa teve como ponto de partida a crescente presença da cultura digital no cotidiano dos estudantes e as suas implicações no processo de ensino-aprendizagem, especialmente no ensino de História do Brasil. Diante da popularização dos memes como forma de comunicação entre os jovens, observou-se a necessidade de compreender de que maneira essa linguagem pode ser utilizada de forma pedagógica, promovendo o desenvolvimento do pensamento crítico e a aproximação dos conteúdos históricos com a realidade dos discentes. O objetivo geral da pesquisa foi analisar o potencial pedagógico dos memes como ferramenta didática no ensino de História do Brasil, especialmente no ensino fundamental II. Para tanto, adotou-se uma abordagem qualitativa, com foco na revisão de literatura. A seleção do material considerou artigos científicos publicados entre os anos de 2021 a 2025, disponíveis nas bases Lilacs, Periódicos Capes, Google Acadêmico e Scielo. Também foram incluídas jurisprudências consultadas nos Tribunais de Justiça do Brasil com a finalidade de compreender os limites legais e éticos relacionados ao uso de memes em contextos escolares. Este estudo ainda traz como fontes memes, criteriosamente selecionados após uma longa pesquisa no Twitter e Instagram através da comunidade História no Paint, para compor a análise aos dados encontrados nos artigos científicos .Os resultados evidenciaram que os memes, quando utilizados com planejamento e mediação docente, contribuem para tornar o ensino de História mais atrativo, participativo e contextualizado. Foi possível constatar que o uso dessa linguagem possibilita a leitura crítica de conteúdos históricos, estimula a criatividade dos alunos e fortalece o protagonismo estudantil no processo de aprendizagem. O estudo demonstrou que os memes não apenas comunicam ideias, mas também constroem sentidos e ampliam as possibilidades de interação entre saberes acadêmicos, históricos e as experiências dos discentes.
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    A Construção Midiática de Kelly Cyclone: Gênero, Mídia e Criminalidade
    (2025-09-17) Costa Junior, White Pereira; Varjão, João Victtor Gome; Denovac, Adriano da Silva; Santos, Lorena Michelle Silva dos
    A presente pesquisa analisou o processo de construção midiática da figura de Kelly Sales Silva, conhecida como Kelly Cyclone, e as implicações éticas e sociais de sua representação no noticiário policial baiano em 2011. O estudo teve como objetivo analisar como a mídia, tradicional e digital, contribuiu para a formação de um fenômeno midiático a partir de uma figura feminina no tráfico de drogas. A metodologia utilizada foi a análise do discurso para compreender como as narrativas midiáticas produzem sentidos, reforçam relações de poder e moldam a percepção pública sobre criminalidade, gênero e marginalidade. O acervo de pesquisa foi composto por cinco textos midiáticos de diferentes fontes digitais e televisivas, como o Jornal Bahia Já, o Jornal A Tarde, o Jornal da Record, o Jornal BNews e o portal Salobro Bahia, todos datados de julho a setembro de 2011, período de grande cobertura sobre a morte de Kelly Cyclone. A análise também adotou uma perspectiva interseccional para examinar como marcadores sociais como raça, gênero e classe se entrelaçam na representação da figura de Kelly. Os resultados evidenciaram que a mídia não apenas reportou os fatos, mas atuou como um dispositivo discursivo que transformou Kelly Cyclone em uma personagem pública, reforçando estereótipos e mercantilizando a violência. A cobertura sensacionalista de sua vida e morte, incluindo a divulgação de imagens de seu corpo no IML, demonstrou a espetacularização da violência e a lógica necropolítica que desumaniza e expõe corpos de mulheres, negros e periféricos como objetos de consumo, e não de luto. Palavras-chave: Mídia; Gênero; Tráfico; Necropolítica; Espetacularização.
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    Federação Bahiana pelo Progresso Feminino: uma análise política de gênero, raça e classe em terras soteropolitanas.
    (Universidade do Estado da Bahia, 2025-01-08) Santos, Bruna Yoshie Kimura; Lima, Caroline de Araújo; Vieira, Claudia Andrade; Alves, Iracelli da Cruz
    O Trabalho de Conclusão de Curso se localiza no campo da História Social, tendo como objeto mulheres baianas que atuaram na Federação Bahiana pelo Progresso Feminino. A pesquisa se propõe apresentar reflexões críticas sobre o cenário das reivindicações femininas pelo direito ao voto, na cidade de Salvador (Bahia), por intermédio do coletivo supracitado. No Brasil, esta pauta teve início através das chamadas “sufragistas”, grupo formado por mulheres que ansiavam pelo direito ao voto universal, ou seja, pela aquiescência da inserção da categoria “mulheres” nos documentos oficiais estatais para que lhes fosse garantido na legislação o direito ao voto e a serem votadas. Utiliza-se como fonte as cartas produzidas por lideranças femininas baianas com a Federação Brasileira Pelo Progresso Feminino (FBPF).