Licenciatura em Educação Física - DEDC2
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Navegando Licenciatura em Educação Física - DEDC2 por Palavras-chave "Controle glicêmico"
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- ItemEfeitos do exercício físico na qualidade de vida de pessoas com diabetes tipo 2: uma revisão da literatura(Uiversidade do Estado da Bahia, 2025-12-10) Santos, Pedro Guilherme Pinheiro; Carvalho, Leandro Paim da Cruz; Costa, Camila de Moura; Alves, Giovani SantosIntrodução: O diabetes mellitus tipo 2 (DM2) é uma condição metabólica crônica caracterizada por hiperglicemia resultante da resistência à insulina e deficiência parcial de secreção pancreática. A prática regular de exercícios físicos é reconhecida como uma intervenção fundamental no manejo da doença, atuando na melhora do controle glicêmico, na sensibilidade à insulina, na capacidade funcional, na saúde mental e na qualidade de vida. O exercício promove adaptações fisiológicas relevantes, como maior captação de glicose mediada pelo GLUT4, melhora da composição corporal e redução de fatores de risco cardiovasculares. Objetivo: Analisar, com base na literatura científica, os efeitos do exercício físico na qualidade de vida de indivíduos com DM2, considerando variáveis como controle glicêmico, saúde cardiovascular, força muscular, massa muscular, saúde mental e percepção de bem-estar. Métodos: Trata-se de uma revisão narrativa. A busca foi realizada por um pesquisador de forma independente nas bases PubMed e SciELO, incluindo ensaios clínicos randomizados e estudos de intervenção publicados entre 2014 e 2024. Aplicaram-se critérios de inclusão e exclusão previamente estabelecidos, e os estudos elegíveis foram avaliados pela Escala PEDro para análise da qualidade metodológica. Resultados: Após o processo de triagem e avaliação metodológica, 11 estudos foram selecionados. Constatou-se que diferentes modalidades de exercício, aeróbico, resistido e combinado promovem redução significativa dos níveis de HbA1c, melhora da rigidez arterial, aumento da força muscular, redução da gordura corporal, melhora do perfil lipídico e benefícios relevantes para a saúde mental, incluindo menor ansiedade e depressão. Os estudos também demonstraram melhora consistente nos domínios físico, psicológico e ambiental da qualidade de vida. Conclusão: As evidências revisadas mostram que o exercício físico, seja aeróbico, resistido ou combinado, exerce impacto positivo e consistente no manejo do DM2. A prática regular de exercícios melhora o controle glicêmico, a composição corporal, o desempenho físico, a saúde mental e a qualidade de vida. Dessa forma, o exercício deve ser considerado uma estratégia essencial e não medicamentosa no tratamento da doença e na prevenção de suas complicações.
- ItemO papel do treinamento resistido no controle da diabetes mellitus tipo ii em adultos e idosos: uma revisão narrativa(Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-10) Andrade Júnior, Dilson Souza de; Carvalho, Leandro Paim da Cruz; Costa, Camila de Moura; Alves, Geovani SantosIntrodução: O diabetes mellitus tipo 2 (DM2) caracteriza-se por hiperglicemia decorrente da resistência à insulina e da deterioração progressiva da função das células β pancreáticas. O exercício físico, especialmente o treinamento resistido, tem sido investigado como estratégia não farmacológica potencial para auxiliar no controle metabólico da doença. Introdução: O diabetes mellitus tipo 2 (DM2) caracteriza-se por hiperglicemia decorrente da resistência à insulina e da deterioração progressiva da função das células β pancreáticas. O exercício físico, especialmente o treinamento resistido, tem sido investigado como estratégia não farmacológica potencial para auxiliar no controle metabólico da doença. Objetivo: Analisar os efeitos do treinamento resistido no controle do DM2 em adultos e idosos, considerando glicemia, HbA1c, resistência insulínica, composição corporal e função muscular. Métodos: Revisão narrativa realizada nas bases PubMed e SciELO, incluindo estudos publicados entre 2015 e 2025. Após triagem segundo critérios de inclusão e exclusão, dez ensaios clínicos foram selecionados. A qualidade metodológica foi avaliada pelo Critical Review Form – Quantitative Studies. Resultados: De modo geral, os estudos analisados investigaram diferentes protocolos de treinamento resistido e seus impactos sobre glicemia, HbA1c, resistência à insulina, força muscular e composição corporal. Intervenções com progressão de carga e supervisão profissional foram as mais frequentemente associadas a melhorias nos desfechos avaliados, enquanto programas domiciliares apresentaram respostas mais heterogêneas. Conclusão: Os achados sugerem que o treinamento resistido pode representar uma estratégia relevante no manejo do DM2 em adultos e idosos, especialmente quando aplicado de forma sistematizada e supervisionada. No entanto, a variabilidade dos protocolos e desfechos indica a necessidade de maior padronização e de estudos adicionais para fortalecer as evidências.