Licenciatura em Pedagogia - DEDC13

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    Formação continuada de docentes: uma necessidade de novas formas de ensinar e aprender
    (Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-10) Ramos , Izabella Carvalho; Guimarães, Amanda de Souza; Sales, Gleiton Silva de; Fraga, Giulia Andione Rebouças; Cerqueira, Maeve Mascarenhas de
    Este trabalho monográfico tem como objetivo analisar as contribuições que são apresentadas na literatura educacional sobre formação continuada de professores, que surge como elemento essencial para responder às transformações sociais, tecnológicas e pedagógicas, possibilitando práticas mais reflexivas, inovadoras e contextualizadas. Verifica-se que tal processo vai além da simples atualização de conteúdos: representa a construção contínua de saberes e competências que fortalecem o papel do docente como agente transformador da sociedade. Sabe-se que a formação continuada complementa a formação inicial, promovendo o desenvolvimento profissional ao longo da carreira, pois, o aprendizado contínuo deve ter como pilares o próprio professor e a escola como espaço de crescimento coletivo. Segundo os estudiosos os desafios enfrentados pelos professores como desvalorização profissional, sobrecarga de trabalho, falta de recursos e resistência a mudanças, tornam a formação continuada ainda mais necessária. Sendo assim, as novas abordagens formativas incorporam tecnologias digitais, metodologias ativas e ambientes colaborativos de aprendizagem. Soma-se a isso as metodologias ativas, a aprendizagem por projetos e estudos de caso, que favorecem a autonomia e a integração entre teoria e prática. Programas como o Pibid e o Parfor exemplificam esforços de articulação entre universidades e escolas, fortalecendo a formação no contexto real da docência. Entretanto, persistem obstáculos à efetivação dessas práticas, como a descontinuidade das políticas públicas, a carência de infraestrutura e o predomínio de modelos tradicionais e burocráticos. Superar tais barreiras requer políticas integradas, apoio institucional e uma cultura formativa permanente. Conclui- se que a formação continuada é indispensável para a melhoria da educação e a valorização docente que deve ser contínua, crítica e colaborativa, pautada no diálogo entre teoria e prática, pois, somente por meio desse compromisso coletivo entre professores, instituições e políticas públicas será possível consolidar uma educação inovadora, humanizadora e capaz de responder aos desafios contemporâneos.
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    A importância da educação emocional no contexto escolar
    (Universidade do Estado da Bahia, 2025-08-06) Bispo, Lais Mariano; Rodrigues, Nara de Oliveira; Silva, Silvana Ferreira da; Cerqueira, Maeve Mascarenhas de; Sales, Gleiton Silva
    O presente artigo aborda a importância da educação emocional no contexto escolar. Esse tema é fundamental para o desenvolvimento integral dos estudantes, pois impacta positivamente tanto em sua aprendizagem escolar quanto em seu bem-estar geral. Promove o autoconhecimento, gestão das emoções,empatia e habilidades sociais, impactando positivamente no desempenho acadêmico e na adaptação social das crianças no interior das escolas. O principal objetivo desse artigo é analisar o papel da Educação Emocional para o desenvolvimento dos sujeitos no ambiente educacional. A metodologia de pesquisa adotada foi revisão bibliográfica de literatura, com ênfase em livros e artigos de publicação dos últimos cinco anos, e como suporte e ampliação do tema, foram utilizados artigos e livros em sites acadêmicosdo Google Acadêmico, e SCIELO. Verificou-se que a Educação Emocional é um componente essencial da formação integral dos estudantes, pois contribui diretamente para o desenvolvimento do autoconhecimento, autorregulação emocional e empatia, elementos essenciais para o estudante se tornar mais resiliente, melhorar seus relacionamentos e desenvolver habilidades sociais essenciais para a vida. Ao ser inserida de forma intencional nas práticas pedagógicas, ela favorece não apenas o bem-estar individual, mas também a qualidade das relações interpessoais e o clima escolar como um todo. Dessa forma, a escola assume um papel fundamental na promoção de competências socioemocionais possibilitando aos estudantes lidar de maneira mais consciente, ética e equilibrada com os desafios da vida em sociedade.
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    Percepções, estratégias de prevenção e enfrentamento ao bullying: análises e construções em uma escola municipal de Iaçu - BA
    (Universidade do Estado da Bahia, 2025-07-28) Cunha, Geovanna Silva; Pereira, Jailson; Lisboa, Aissa Cavalcante; Sales, Gleiton Silva de; Rocha, Paulo Alfredo Martins
    Este trabalho analisa as percepções e estratégias de prevenção e enfrentamento ao bullying em uma escola pública do município de Iaçu – BA. A pesquisa, de abordagem qualitativa e caráter exploratório, utilizou entrevistas semiestruturadas com docentes, gestores e colaboradores da comunidade escolar, visando compreender como o fenômeno é reconhecido e enfrentado no cotidiano educacional. Os dados evidenciam que, embora o bullying seja amplamente reconhecido como uma manifestação sistemática de violência, as estratégias de enfrentamento ainda se apresentam incipientes, pontuais e desarticuladas. Destacam-se iniciativas baseadas no diálogo, na escuta ativa e na empatia, embora se observe a ausência de políticas institucionais consolidadas. A análise aponta para a urgência de práticas pedagógicas sistematizadas, interdisciplinares e integradas ao currículo escolar, que promovam o fortalecimento de uma cultura de paz, respeito mútuo, acolhimento e convivência democrática. A pesquisa contribui, nesse sentido, para o aprofundamento do debate sobre a violência no contexto escolar e para a formulação de estratégias educativas comprometidas com a formação de sujeitos éticos, críticos e conscientes de seu papel social.
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    A ausência da docência masculina na educação infantil: desafios e impactos na formação das crianças.
    (Universidade do Estado da Bahia, 2025-01-06) Silva, Dhoniran Souza da; Santana, Marcos Bastos; Sales, Gleiton Silva de; Silva, Luciene Assunção da; Menezes, Izabel Dantas de
    A premissa básica deste trabalho é analisar criticamente os artigos selecionados acerca da ausência de professores homens no âmbito da Educação Infantil, para identificar estratégias para a promoção da diversidade de gênero. Com essa finalidade, realizamos pesquisa bibliográfica a partir de descritores para análise interpretativa do conteúdo dos artigos selecionados. Após análise dos seis artigos selecionados, emergiram três núcleos temáticos para discussão no Portal CAPES. Os resultados apontaram que, como as instituições de Educação Infantil eram assistencialistas, e as mulheres tinham a função de educar e cuidar das crianças, isso influenciou a relação equivocada entre mulher e habilidades inata de ser professora de crianças pequenas, um estereótipo que vem delimitando os espaços e papéis de gênero em nossa sociedade, afastando o homem de ser professor da Educação Infantil. Conclui-se, portanto, que o gênero tem sido um marcador que segrega o homem do papel de professor de uma etapa tão importante da Educação Básica. Entretanto, ainda de acordo com os resultados, há estratégias que podem e devem ser utilizadas para romper com esses padrões de que apenas a mulher é capaz de educar e cuidar de crianças. Uma delas é propor debate acerca da relevância da representatividade do homem na Educação Infantil, como também acerca da indivisibilidade do binômio cuidar-educar na formação dos professores. Outra estratégia é fomentar a desconstrução das diferenças de gênero, das profissões associadas ao sexo biológico, colocando o homem como protagonista da docência na Educação Infantil.
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    Desafios da conciliação entre vida acadêmica e doméstica: um estudo com discentes mães e donas de casa do CAMPUS XIII DA UNEB
    (Universidade do Estado da Bahia, 2025-11-12) Brito, Auderlania de Oliveira; Macedo, Ivone Souza; Sales, Gleiton Silva de; Santos, Aline de Oliveira Costa; Fraga, Giulia Andione Rebouças
    Nas últimas décadas, as mulheres têm conquistado maior presença no ensino superior. Contudo, muitos desafios persistem, especialmente para aquelas que acumulam múltiplas funções no cotidiano. Logo, este estudo busca responder à seguinte pergunta: Como as mães e donas de casa da UNEB, DEDC - Campus XIII, conciliam as atividades acadêmicas com o acúmulo de papéis de universitárias, mães e responsáveis pelo cuidado doméstico? Diante disso, analisa-se os desafios enfrentados por mulheres que acumulam os papéis de universitárias, mães e donas de casa. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, partindo da compreensão de que a cultura patriarcal e o sexismo continuam a exercer forte influência social. Para isso, realizou-se entrevistas semiestruturadas com cinco alunas da Universidade do Estado da Bahia (UNEB – Campus XIII – Itaberaba-BA), de modo a compreender as rotinas de sobrecarga, os impactos emocionais e físicos, a falta de apoio institucional, as táticas de resistência pessoal e como isso impacta na vida acadêmica. Como referencial teórico, utilizou-se Heleieth Saffioti (2015) e Pierre Bourdieu (1989), com a discussão sobre o patriarcado e a violência simbólica; Hirata e Kergoat (2007), abordando a divisão sexual do trabalho; hooks (2014) e Constância Duarte (2019), dialogando sobre feminismo. Os resultados demonstram que esta jornada provoca exaustão, desencadeando transtornos como ansiedade e depressão, além de levá-las a desistência do curso. O apoio familiar é frequentemente apontado como um fator crucial para a permanência, além da implementação de políticas institucionais de acolhimento, auxílios financeiros e a flexibilização das atividades acadêmicas.