Bacharelado em Comunicação Social - Relações Públicas - DCH1

Relações Públicas é uma profissão da área da Comunicação que se ocupa do planejamento e da gestão de interfaces, interações e relações, entre as organizações e seus diferentes públicos. O profissional de Relações Públicas atua como um mediador e um porta-voz dos interesses, institucionais e mercadológicos, de pequenos, médios e grandes empreendimentos. Trata-se de uma atividade capaz de inserção nos mais diversos ambientes organizacionais – públicos, privados e da sociedade civil –, e que confere ao profissional da área uma capacidade de interlocução mais ampla, estando apto a propor e a coordenar as práticas comunicacionais de um vasto conjunto de organizações. Para este fim, utiliza-se de métodos, metodologias e pesquisas que buscam identificar, caracterizar e entender, os públicos de interesse e seus relacionamentos com a organização, bem como compreender o contexto socioeconômico em que se situam os esforços de comunicação.

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Submissões Recentes

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    Vídeo institucional RP & TAL: perfis de atuação do profissional de Relações Públicas
    (Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-10) Santana, Rayssa dos Santos Figuerêdo; Morais, Kátia; Paim, Zilda; Barros, Qhele Jemima
    O vídeo institucional “RP & Tal: Perfis de Atuação do Profissional de Relações Públicas” tem como propósito ampliar a compreensão e valorizar a diversidade de práticas que compõem o campo das Relações Públicas, destacando sua importância estratégica no cenário contemporâneo da Comunicação. O projeto busca, especificamente, identificar os principais segmentos de atuação, apresentar ao público geral o que caracteriza a profissão e compreender os desafios e dinâmicas que compõem a rotina dos profissionais. O audiovisual reúne experiências e percepções de RPs que atuam nas áreas de Eventos, Gestão de Redes Sociais e Gestão de Imagem e Marca, oferecendo um recorte representativo dessas áreas. A partir dessa abordagem, o vídeo se consolida como uma ferramenta estratégica de posicionamento, contribuindo para a visibilidade e o reconhecimento da profissão.
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    A Bahia é Bahêa: um estudo das práticas e discursos para fidelizar e ampliar a base de torcedores
    (Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-12) Jesus, Yuri Conceição de; Soares, Rodrigo Maurício Freire; Pinheiro, Lidiane Santos de Lima; Oliveira, Janine Pereira Falcão de
    O presente trabalho analisa a identidade de marca e as estratégias de engajamento do Esporte Clube Bahia junto aos torcedores a partir da aquisição pelo Grupo City (City Football Group – CFG) e o lançamento da campanha “A Bahia é Bahêa”. O objetivo geral busca compreender como o clube, sob a administração do CFG, adapta sua marca e desenvolve estratégias de comunicação para o público do interior do estado. A pesquisa aplica uma abordagem qualitativa, focando na compreensão de fenômenos sociais e comunicacionais em profundidade, e utiliza a Análise do Discurso como percurso metodológico, investigando as estratégias de enunciação e o ethos projetado nos vídeos institucionais da campanha, produzidos pela TV Bahêa, além de uma entrevista semiestruturada com a gestão do projeto, a fim de validar a estratégia. Os resultados da análise demonstraram que o clube projeta um ethos que articula a modernização global da gestão SAF/CFG com a tradição popular e o pertencimento territorial. A campanha “A Bahia é Bahêa” manifestou-se como uma jornada de reaproximação e uma estratégia de expansão territorial de longo prazo, visando tornar o Bahia a principal paixão do futebol em todo o estado. O discurso da campanha buscou ativamente reforçar o sentimento de pertencimento entre os torcedores distantes de Salvador, acionando o imaginário do “time-povo” e do “Bahia do interior”. Os achados indicam que o sucesso do projeto não se limitou às métricas tradicionais, pois o foco principal residiu no engajamento emocional e na conexão afetiva, embora tenha gerado resultados comerciais concretos, como a adesão de mais de 600 novos sócios-torcedores e a troca de mais de 1.200 camisas de outros clubes. Somado a isso, observa-se a protagonização da ação presencial e física em um contexto onde as resoluções e o engajamento de marca frequentemente migram para o digital, considerando o contato sensorial e afetivo como fator proveitoso para fidelização. A conclusão principal do trabalho sustenta que a estratégia do clube gerencia com sucesso a tensão Global X Local, utilizando o fervor popular e o vínculo afetivo como um motor semiótico para legitimar a nova gestão e alcançar metas corporativas. O trabalho conclui que a campanha reafirma o senso de identidade e de comunidade, transformando o risco de descaracterização em valor de marca e fortalecimento do pertencimento, reiterando a filosofia de que o Bahia existe para o torcedor.
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    Globeleza: O Corpo Feminino Negro como Palco das Relações Interdiscursivas de Produção e Disputas de Sentidos na Mídia Brasileira
    (Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-12) Souza, Lídia Sacramento de; Paim, Zilda Fátima Silva; Pinheiro, Lidiane Santos de Lima; Xavier, Raimundo Cláudio Silva
    A presente pesquisa consiste em uma monografia que tem como objetivo entender a construção do ethos discursivo da marca Globeleza, desenvolvida pela Rede Globo de televisão em 1991 para representar a transmissão dos carnavais da emissora, e compreender a relação interdiscursiva com a mídia brasileira em processos contemporâneos de produção e disputas de sentidos sobre o corpo feminino negro. Como objetivos específicos pretende-se compreender como a marca Globeleza foi construída, bem como observar a evolução das vinhetas da marca desde 1990 até 2024; Discutir sobre o conceito de marca, imagem e identidade organizacional para perceber como o ethos discursivo da Globo é constituído em relação à marca Globeleza; problematizar sobre a representação da mulher negra na mídia brasileira, discutindo acerca das questões de gênero e raça que envolvem a representação da marca a partir do corpo feminino negro; e Identificar quais são os discursos criados na mídia sobre a marca Globeleza para entender como estes discursos contribuem para os processos contemporâneos de produção e disputas de sentidos sobre o corpo feminino negro. A análise é de cunho qualitativa, a partir da pesquisa bibliográfica e dos pressupostos teórico metodológicos propostos por Baldissera (2008; 2009; 2023) e Maingueneau (2008), em diálogo com outros autores. Ao final da pesquisa, é possível perceber as disputas de sentidos acerca das questões de gênero e raça que envolvem a figura da Globeleza, entendendo-a como um dispositivo midiático que reforça, tensiona e ressignifica representações sociais historicamente construídas.
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    Laboratório Vozes: Descomplicando a comunicação para artistas independentes do rap e trap
    (Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-10) Cruz, Maria Luísa Oliveira dos Santos; Fontes, Ramon Victor Belmonte; Freitas, Ricardo Oliveira de; Ferreira, Luana Larissa de Carvalho
    O Laboratório Vozes é uma técnica de comunicação aplicada que se destina a construção do projeto piloto de um produto audiovisual em formato de curso online assíncrono. A iniciativa tem como o principal objetivo montar um curso didático e acessível a partir do diagnóstico e estratégias voltadas para o cenário musical independente, seu propósito é ouvir e compreender as demandas comunicacionais dos artistas independentes da cena do rap/trap/hip hop soteropolitana. Além de mapear estratégias para auxílio da comunicação das carreiras dos artistas independentes e, por fim, contribuir para a democratização do acesso às técnicas de comunicação para artistas independentes do rap/trap, de Salvador. Foi aplicada uma pesquisa para entender as demandas do cenário artístico musical, como resultado foram criadas quatro aulas com duração de até 15 minutos e um vídeo introdutório, dinâmico e linguagem de fácil compreensão. Foram disponibilizados através do site laboratoriovozes.com.br, junto com apostilas para cada tema.
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    Semiose da bandeira nacional: uma análise das reivindicações simbólicas que representam identidades dissidentes de “Brasis”
    (Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-12) Oliveira, Mariana Gomes de; Pinheiro, Lidiane Santos de Lima; Carvalho, Claudiane de Oliveira; Soares, Rodrigo Maurício Freire
    Ao longo dos anos, símbolos brasileiros têm sido questionados, reinventados e apropriados. A bandeira nacional, objeto de estudo da pesquisa, e as cores verde e amarelo foram âncoras para as manifestações da extrema direita e de movimentos partidários, sobretudo, na última década. Em oposição à apropriação da bandeira por grupos antidemocráticos e ao lema “Ordem e Progresso”, grupos marginalizados estetizaram e ressignificaram o principal símbolo da pátria,inserindo nele signos, cores e palavras com caráter de reivindicações, para resgatar o senso de pertencimento à nação. Alguns exemplos de enunciados indicadores de disputas de sentido em tal cenário: “Por um novo nascimento”, “Democracia para sempre”, “KilomboAldeya”, “A ordem é samba”, “Proteja seus amigos” e “Amor, luta e resistência”. Sob essa perspectiva, surge o questionamento: De quais formas grupos sociais marginalizados reivindicam simbolicamente identidades dissidentes de “Brasis” ao criarem variações estético-visuais da bandeira nacional? Para respondê-lo, o corpora da pesquisa foi constituído por bandeiras produzidas, em diferentes materialidades, no recorte temporal entre os anos de 2014 e 2024. A metodologia da pesquisa ocorreu em três etapas: no primeiro momento, foi realizada a revisão de literatura sobre identidades e história do Brasil, com obras dos autores José Murilo de Carvalho, Luis Barbato e José Fiorin; em seguida, ocorreram as coletas de bandeiras estetizadas partir de registros da autora, exposições, sites e nos perfis do Instagram @colecao_bandeira e @colecao_bandeira_2, para então, estabelecer categorias que contemplam os temas abordados nas manifestações visuais; e, por fim, a partir das contribuições de Lucia Santaella e Charles Sanders Peirce para a reflexão sobre semiótica, mídia e imagem, foi realizada a análise de três bandeiras predominantes nas categorias. Como resultados da pesquisa, foram evidenciados os contextos de criação das obras e investigados os modos de representar culturas, ativismos e reivindicações simbólicas das identidades dissidentes de “Brasis” que perfazem a nação, analisando a produção de sentidos e as formações discursivas presentes nas variações estético-visuais da bandeira do Brasil.