Bacharelado em Engenharia Agronômica - DTCS3
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Navegando Bacharelado em Engenharia Agronômica - DTCS3 por Orientador "Mesquita, Alessandro Carlos"
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- ItemInfluência de fontes de cálcio sobre parâmetros fisiológicos em videira no Vale do São Francisco(UNEB, 2025-07-30) Nascimento, Amanda de Almeida; Mesquita, Alessandro Carlos; Macedo, Amon Rafael de; Lima, Daniel Junior da SilvaA fruticultura irrigada no Submédio Vale do São Francisco destaca-se na produção e exportação de frutas,entre elas, a uva de mesa tem grande destaque, impulsionada por condições climáticas favoráveis, solo fértil e água disponível. O clima semiárido da região permite até 2,5 safras por ano, atribuindo vantagens competitivas. A cultivar BRS Vitória, é amplamente utilizada por suas características de adaptação as condições encontra no Nordeste, fruta com alta aceitação palatável, coloração atrativa aos consumidores. O cálcio, é um nutriente de suma importância, que atua na firmeza dos frutos, promovendo mais resistência ao transporte e armazenamento, aumenta o teor de sólidos solúveis (ºBrix) e controla processos fisiológicos. O trabalho tem o objetivo Investigar como as diferentes fontes de cálcio influenciam o desenvolvimento fisiológico e as atividades bioquímicas na videira no submédio do Vale do São Francisco.. Será realizado entre maio e junho de 2025, em pomar comercial da fazenda Farias Agricola, localizada na cidade de Petrolina, Pernambuco, Brasil. O delineamento experimental adotado foi o de blocos casualizados (DBC), em fatorial 4x4, assim determinados: T1-testemunha absoluta (sem adubação cálcica); T2- fonte de cálcio 1, T3- fonte de cálcio 2 à base de algas marinhas do gênero Lithothamnium sp.; T4- fonte de cálcio 3, recomendado segundo o fabricante e quatro épocas de avaliação (Fase 6: floração; Fase 7: frutificação; Fase 8: enchimento de baga e Fase 9: azeitona ), com 4 blocos e 2 plantas por blocos dentro de cada tratamento. As avaliações serão, área foliar, clorofila a e b, açúcar redutor e solúveis totais, amido e quantificação de pectato dentro de cada fase de desenvolvimento. Os dados serão submetidos ao SISVAR® 5.6 (Ferreira, 2011), e quando significativos, as médias vão ser comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 1% e 5%. Então pode-se concluir que, a fonte de cálcio mais eficiente foi o produto comercial a base de algas marinhas.
- ItemMitigação de estresses oxidativos na videira ‘BRS Vitória’ cultivada no submédio do vale do São Francisco(UNEB, 2025-01-15) Cesar, Nicoly Lopes; Mesquita, Alessandro Carlos; Martins, Lindete Míria Vieira; Mello Júnior, Nilo Ricardo Corrêa deA videira 'BRS Vitória' é amplamente cultivada no Brasil devido às suas características adaptativas e à qualidade dos frutos. No entanto, o cultivo no Submédio Vale do São Francisco enfrenta desafios como altas temperaturas e baixa umidade no segundo semestre, que podem afetar negativamente o desenvolvimento da planta, a produtividade e a qualidade das uvas. A prolina, um aminoácido conhecido por sua capacidade de melhorar a tolerância das plantas ao estresse abiótico, pode ser uma solução potencial para mitigar esses efeitos adversos. Este estudo teve por objetivo avaliar diferentes concentrações de prolina exógena nos parâmetros biométricos e fisiológicos da videira 'BRS Vitória'. O experimento foi conduzido na Fazenda Farias Agrícola, em Petrolina, PE, utilizando um delineamento em blocos casualizados, em fatorial 4x4, avaliando quatro dosagens (0, 0,5, 0,75 e 1,0 L.ha-1 ) e quatro fases de desenvolvimento (Fase 5: início de floração à plena floração; Fase 6: plena floração a chumbinho; Fase 7: chumbinho à ervilha; e Fase 8:ervilha à ½ baga ), com 4 repetições e 2 plantas por parcela. As avaliações determinaram a área foliar, os níveis de prolina, peroxidação lipídica, peroxidase e amido. Os dados foram submetidos à análise de variância e regressão. A aplicação de prolina exógena promoveu melhorias no desenvolvimento das plantas de videira, bem como, obteve resultados positivos na redução de compostos oxidativos, reduzindo o estresse.
- ItemMitigação do estresse oxidativo na cultura da videira variedade arra 15® no submédio Vale do São Francisco(Universidade do Estado da Bahia , 2025-07-30) Lima, Raiany Rodrigues de; Mesquita, Alessandro Carlos; Souza, José Humberto Félix de; Lima, Duniel Junior da SilvaNo Brasil, a fruticultura tem colaborado para o desenvolvimento econômico e social de diversas regiões do país. Com isso, observa-se que algumas se destacam em relação ao potencial e avanços na produção e exportação de frutas, com destaque para a região do Submédio Vale do São Francisco. A videira Arra 15® é uma das variedades de uvas sem sementes mais produzidas na região, no entanto, enfrenta desafios por conta do estresse oxidativo causado por altas temperaturas, alto índice UV e baixa umidade no segundo semestre, que pode ser um fator limitante para o desenvolvimento, acúmulo de reservas e produtividade, afetando a qualidade das uvas. A prolina é um aminoácido que atua no equilíbrio hídrico da planta, fortalecendo as paredes celulares de forma a aumentar a resistência a condições climáticas desfavoráveis. Este trabalho teve por objetivo avaliar diferentes concentrações de prolina exógena analisando variáveis fitotécnicas e bioquímicas da videira Arra 15®. O experimento foi conduzido na Fazenda Área Nova, localizada no N-9, em Petrolina, PE, utilizando um delineamento em blocos casualizados, em fatorial 4x4, avaliando quatro dosagens (0 mL/ha, 500 mL/ha, 750 mL/ha e 1000 mL/ha) e quatro épocas de aplicação e coleta (Brotação, floração, frutificação e enchimento de bagas), com 4 repetições e 2 plantas por parcela. Foram analisadas variáveis fitotécnicas: comprimento do ramo, diâmetro de ramo, área foliar, clorofila e bioquímicas: teores de prolina, açúcares redutores, açúcares solúveis totais, amido, proteína, peroxidação lipídica e peroxidase na folha e análises de pós-colheita de frutos. Os dados foram submetidos à análise de variância e regressão. Portanto, conclui-se que a dosagem de 1L/ha de L-prolina apresentou melhores resultados para área foliar, AST e amido na fase de crescimento de bagas, clorofila A na fase de brotação e AR na floração. A dosagem de 1L/ha também apresentou melhores resultados para a peroxidase, independente da fase.
- ItemParâmetros fitotécnicos e bioquímicos da videira BRS vitória em função da nutrição com enxofre elementar e zinco(UNEB, 2024-07-08) Fernandes, Fernanda Passos; Mesquita, Alessandro Carlos; Felix, Ana Thaila Rodrigues; Diniz, Clóvis Domingos da Silva CarvalhoA viticultura no Vale do São Francisco é reconhecida nacional e internacionalmente, responsável por mais de 59% da produção nacional e 95% das exportações. Esse sucesso é atribuído à modernização da agricultura irrigada, superação de adversidades climáticas e impulsionamento da economia regional. Apesar de altos investimentos e estudos, é crucial novas pesquisas que aprimorem a maximização da produtividade das videiras, e a nutrição adequada é um fator chave. O zinco e o enxofre são nutrientes essenciais, mas apresentam desafios em sua adubação devido à necessidade de pequenas quantidades e baixa formulação, a carência de informações quanto a recomendação desses elementos traz como objetivo desse trabalho a avaliação do efeito da nutrição adicional com enxofre elementar e oxido zinco na videira “BRS Vitória”. Esse trabalho foi realizado no lote Dom Agrícola-Petrolina, em blocos casualizados (DBC) compreendendo duas nutrições com enxofre elementar, e enxofre elementar com óxido de zinco nas seguintes dosagens cada, (0, 1, 2 e 3) kg ha⁻¹. As avaliações referentes as variáveis bioquímicas (AST, AR e PTN) foram realizadas aos 75 DAP e as variáveis de pós-colheita na fase fenológica relacionada a maturação do cacho (93 DAP). Os resultados demonstram que houve um incremento quando da aplicação do Enxofre associado ao Zinco e que trabalhos futuros devem ser realizados para melhor compreensão do metabolismo da planta e definição da dose a ser aplicada.