Formação continuada antirracista como campo de resistência: a lei 10639/03 e as práticas de ensino dos professores do NUPEA - Núcleo de Pesquisa e Educação Antirracista no Colégio Estadual Maria Isabel de Melo Góes (CEMIMG) em Catu-Ba

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Data
2022-12-16
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Universidade do Estado da Bahia
Resumo

A presente pesquisa tem como o objetivo investigar as contribuições da lei 10639/03 na formação continuada de professora(s) para a adoção de práticas docentes antirracistas. O racismo no Brasil marca as relações entre brancos e negros desde o período do Brasil Colônia. Não basta a existência de uma legislação que obriga o ensino de História da África e da Cultura Afro- brasileira. É necessário que o estado adote políticas públicas para que a lei seja implementada. A formação de professores deve servir de vanguarda na implementação da educação antirracista. A revisão da bibliográfica permitiu analisar a trajetória do movimento negro em prol de uma educação antirracista e a partir dele chegamos à legislação atual. Sendo assim convidamos três professores de um Colégio de ensino médio que desenvolvem um projeto de educação antirracista para participar dessa pesquisa. A pesquisa é de cunho qualitativo e como instrumento foi aplicado um questionário semiestruturado onde a coleta de dados permitiu análise preliminares sobre a importância da formação continuada no que diz respeito a educação.


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SOUSA, Rubilene Ferreira de. Formação continuada antirracista como campo de resistência: a lei 10639/03 e as práticas de ensino dos professores do NUPEA - Núcleo de Pesquisa e Educação Antirracista no Colégio Estadual Maria Isabel de Melo Góes (CEMIMG) em Catu-Ba. Orientadora: Cecilia Conceição Moreira Soares. 2022. 63f. Trabalho de conclusão de curso (Licenciatura em Pedagogia) - Departamento de Educação I, Campus I, Universidade do Estado da Bahia, Salvador - BA, 2022.
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