Licenciatura em Educação Física - DEDC10
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- ItemA atuação do professor de educação física na educação infantil de escolas privadas: análise dos desafios e possibilidades pedagógicas (Teixeira de Freitas - ba)(Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-12) Almeida, Jaqueline Jesus de; Capucho, Marcello de Lima; Didonet, David Luiz Marsaro; Santos, Rafaela Gomes dosO estudo analisou os desafios e as possibilidades da atuação docente na Educação Física voltada à Educação Infantil na rede privada do município de Teixeira de Freitas – BA. Fundamentado na Lei de Diretrizes Básicas da Educação Nacional - LDB e na Base Nacional Comum Curricular - BNCC, o trabalho reconhece a importância do movimento e das práticas corporais para o desenvolvimento integral da criança. Com abordagem qualitativa, a pesquisa foi realizada por meio de investigação bibliográfica e aplicação de questionário semiestruturado a docentes licenciados que atuam na primeira infância. Os resultados indicam que as práticas pedagógicas são estruturadas predominantemente por metodologias lúdicas, jogos cooperativos e circuitos motores articulados aos campos de experiência da BNCC. Entre os principais desafios identificados estão a limitação de materiais, a inadequação dos espaços físicos e as especificidades da faixa etária, que demandam planejamento adaptado. As respostas evidenciam contribuições significativas da Educação Física para o desenvolvimento motor, cognitivo, social e emocional das crianças. Conclui-se que, embora haja avanços na prática docente, ainda persistem obstáculos estruturais e pedagógicos que exigem maior valorização institucional, formação continuada e aprimoramento das condições de trabalho.
- ItemAnálise do divertimento e afetividade em uma aula de muaythai.(Universidade do Estado da Bahia, 2024-08-21) Oliveira, Iasmyn Gomes ; Silva, Lívia Lins ; Santos, Douglas de Assis Teles; Santos, Douglas de Assis Teles; Didonet, David Luiz; Lima Capucho, MarceloOriginado no continente asiático, mais especificamente na Tailândia, o Muaythai é uma arte marcial milenar que se utiliza de inteligência tática, golpes traumáticos, técnicas e habilidades que objetiva a vitória sobre o adversário por meio de nocaute. Evidências demonstram que quanto maior a valência afetiva e de divertimento, maior será a intenção de realizar esse mesmo comportamento no futuro e com maior potencial para a manutenção da aderência em longo prazo. Contudo, são escassas as evidências sobre Muaythai e valência afetiva e divertimento. Assim, qual a percepção de afetividade e divertimento para os alunos durante a prática do Muaythai? O objetivo do presente estudo foi avaliar afetividade e divertimento dos alunos em uma seção/aula de Muaythai, em uma academia de luta. Participaram do estudo 25 adolescentes (idade 12,6 ± 1,9 anos; massa corporal 50,6 ± 11,5 kg; estatura 1,52 ± 0,1 m) sendo 10 do sexo feminino (idade 12,7 ± 1,9 anos; massa corporal 53,2 ± 11,3 kg; estatura 1,53 ± 0,1 m) e 15 do sexo masculino (idade 12,5 ± 1,8 anos; massa corporal 48,9 ± 11,1 kg; estatura 1,51 ± 0,1 m). Para avaliar a afetividade, foi aplicado a escala de valência afetiva de Hardy e Rejeski (1989) e o divertimento a versão proposta por Graves et al., (2010) da Physical Activity Enjoyment Scale (PACES) ambas adaptadas por Alves et al. (2018) aplicadas após uma aula de Muaythai. Foi utilizado estatística descritiva com os resultados expressos em média e desvio padrão. O escore da valência afetiva foi de 3 ± 1,3, sendo classificada como “Bem” e o escore da escala PACES foi de 80,3 ± 5,5 de um total de 126 pontos. A aula de Muaythai promoveu prazer e divertimento consideráveis em adolescentes.
- ItemEfeitos de um programa de exercícios multicomponetes nos parâmetros antropométricos, força, quedas e qualidade de vida em mulheres idosas da Universidade Aberta à Terceira Idade (UATI/CEVITI) – UNEB – Campus X(Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-12) Barbosa, Vanessa Santos; Santos, Rafaela Gomes dos; Santana, Gean Paulo Gonçalves; Silva, Tawan Ricardo de JesusO envelhecimento populacional tem acelerado de forma significativa no Brasil e no mundo, trazendo desafios importantes à saúde pública, especialmente entre mulheres idosas, que apresentam maior prevalência de doenças crônicas, medo de cair, redução da força muscular e pior qualidade de vida. A inatividade física agrava esse cenário, contribuindo para o declínio funcional e o aumento do risco de quedas. Diante disso, programas de extensão universitária e intervenções baseadas em exercícios multicomponentes têm se destacado como estratégias eficazes para a promoção da saúde e prevenção de incapacidades nessa população. Os exercícios multicomponentes, por integrarem força, resistência, equilíbrio, mobilidade e flexibilidade em uma única sessão, têm demonstrado resultados positivos na autonomia funcional, mobilidade, cognição e composição corporal de idosos. No entanto, ainda há lacunas quanto aos efeitos de protocolos de curta duração, especialmente realizados com frequência reduzida. Objetivo: Verificar os efeitos de um programa de exercícios multicomponentes realizado duas vezes por semana, durante oito semanas sobre parâmetros antropométricos, o medo de cair, força muscular e a qualidade de vida de mulheres idosas participantes da Universidade Aberta à Terceira Idade (UATI/CEVITI) da UNEB – Campus X. Métodos: Trata-se de um estudo quase-experimental, com delineamento pré e pós-intervenção, desenvolvido com 18 idosas entre 63 e 86 anos, regularmente matriculadas na oficina de Ginástica da UATI. Foram coletados dados sociodemográficos, antropométricos (massa, estatura, IMC e circunferências corporais), medo de cair (por meio de pergunta isolada), força muscular de membros superiores (dinamometria de preensão palmar e flexão de cotovelo) e inferiores (teste de sentar e levantar) e qualidade de vida pelo instrumento RAND-36. A intervenção multicomponente foi estruturada para trabalhar força, equilíbrio, coordenação, flexibilidade e resistência funcional. Resultados: Após oito semanas de intervenção, houve reduções significativas nas circunferências de cintura (pré-intervenção: 86,61 ± 14,10 cm; pós-intervenção: 83,22 ± 13,51 cm; p = 0,001) e panturrilha (pré-intervenção: 35,50 ± 3,71 cm; pós-intervenção: 34,69 ± 3,31 cm; p = 0,001). Observou-se melhora significativa nas variáveis sentar e levantar (pré-intervenção: 11,89 ± 3,16 repetições; pós-intervenção: 14,72 ± 4,04 repetições; p = 0,003) e flexão de cotovelo (pré-intervenção: 15,06 ± 4,45 repetições; pós-intervenção: 17,78 ± 3,46 repetições; p = 0,014). Em relação ao medo de cair, constatou-se redução significativa dos escores médios (pré-intervenção: 2,56 ± 1,42; pós-intervenção: 1,72 ± 1,27; p = 0,014). Enquanto a preensão palmar, apesar do aumento médio de 20,17 ± 5,09 kgf para 21,53 ± 6,30 kgf, a diferença não foi estatisticamente significativa (p = 0,203). Conclusão: O programa contribuiu para a melhora da força muscular, redução do medo de cair, melhora nos parâmetros antropométricos e avanços na percepção de qualidade de vida, reforçando a relevância dos programas de extensão e do uso de metodologias multicomponentes como estratégias acessíveis e efetivas para a promoção da saúde e funcionalidade entre idosas.
- ItemExercício Físico em crianças com Transtorno do Espectro autista (TEA) na cidade de Teixeira de Freitas: Barreiras Percebidas e Possibilidades para a prática em uma cidade do extremo sul da Bahia(Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-18) Salomão, Daniella Gonçalves; Galvão, Lucas Lima; Capucho, Marcello de Lima; Didonet, David Luiz MarsaroA prática de atividade física e exercício físico regular, tem seus benefícios comprovados cientificamente, afetando positivamente o humor, qualidade de vida e disposição. Para pessoas com transtorno do espectro autista não é diferente, considerando que comportamentos presentes no transtorno colaboram para o sedentarismo, a prática regular de exercícios é fundamental para seu desenvolvimento motor. Diante desse pressuposto o presente estudo caracteriza-se como uma pesquisa de abordagem quantitativa, sendo o público-alvo crianças com TEA na faixa etária de cinco a dez anos de idade, moradoras de Teixeira de Freitas- BA. Tendo como objetivo investigar a prática de exercício físico entre crianças com transtorno do espectro autista em Teixeira de Freitas e busca identificar as principais barreiras e possibilidades. Dos procedimentos adotados, realizou-se um levantamento dos locais e profissionais de Educação Física que atendem autistas realizando exercícios físicos e a aplicou-se um questionário para pais e responsáveis. Diante disso, foram analisadas 16 respostas, onde a idade média das crianças foi de 6,62 anos ±1,30, variando de 5 a 9 anos, a renda média de R$ 5.542,00 reais ±R$ 5.248,76, variando de R$ 1.500,00 a R$ 20.000,00. Através da pesquisa foi identificado 6 diferentes práticas de exercício físico, destacando a natação com 31,3% das respostas e 25% não praticam atividade física. No questionário avaliou-se 11 barreiras, com variações de relevância de 0 a 5, sendo 0 não é uma barreira e 5 é uma barreira muito grande. Se destacou como a principal barreira percebida pelos responsáveis o valor elevado dos serviços, onde a maior quantidade de respostas (5) classificou a barreira como nível cinco. Foram encontrados 10 espaços de exercício físico em Teixeira de Freitas que atendem crianças com TEA. Desses, 3 são públicos, 1 ONG e os demais (6) privados, apenas três locais apresentam atividades específicas para autistas, sendo elas, duas atividades de psicomotricidade e a outra atividade específica é a equoterapia. Conclui-se que atualmente em Teixeira de Freitas existem profissionais atendendo crianças autistas juntamente com crianças típicas em espaços esportivos e academias, porém há uma escassez de atividades físicas específicas para as crianças onde o foco está no desenvolvimento pessoal da criança, como um tratamento e intervenção, tornando essa uma grande possibilidade profissional no setor público e privado.