Bacharelado e Licenciatura em Educação Física - DEDC12
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Navegando Bacharelado e Licenciatura em Educação Física - DEDC12 por Assunto "Atividade Física"
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- ItemO cadeirante dentro da sociedade guanambiense: perspectivas para a construção de um novo olhar sobre o corpo(2012-08-23) Pereira, Leonardo Fernandes; Neves Filho, Valmir Batista; Almeida, Claudio Bispo deEste artigo visa discutir a concepção de imagem corporal dos cadeirantes (com paraplegia ou tetraplegia adquirida) residentes num bairro de Guanambi, sua visão de corpo dentro da sociedade e as possíveis contribuições de praticas físicas na melhoria dessa imagem. A proposta metodológica se apresenta numa perspectiva descritiva de cunho qualitativo, sendo utilizado para tal o método para análise de estudo de caso múltiplos, onde os resultados demonstram, apesar das divergências em algumas questões apresentadas, que a deficiência física afeta profundamente e de forma negativa a concepção de imagem corporal dessas pessoas. Neste aspecto, a atividade física regular é apontada como instrumento que poderia auxiliar na melhoria da imagem e autonomia das pessoas com deficiência física, porém, a inexistência de espaços para que esta se concretize impede-os de serem contemplados com pratica da mesma na cidade.
- ItemRelação entre atividade física e comportamento sedentário em adolescentes brasileiros: uma revisão narrativa de literatura(Universidade do Estado da Bahia., 2025-12-08) Santos, Emile Rodrigues; Alves, Marcos Vinícius Ribeiro; Rodrigues, Deyvis Nascimento; Souza, Luiz Humberto Rodrigues; Pires, MarijunioA adolescência é uma fase crucial para a consolidação de hábitos, marcada pela diminuição da prática de atividade física (AF) e o aumento do comportamento sedentário (CS), impulsionado pelo tempo de tela. Embora historicamente vistos como opostos, a literatura recente sugere que AF e CS são construtos independentes, levantando o debate sobre o "paradoxo do sedentário ativo". O presente estudo teve como objetivo geral investigar, por meio de uma revisão narrativa da literatura nacional (2020-2025), a complexa interação entre os níveis de AF e o CS em adolescentes brasileiros. Metodologicamente, trata-se de uma revisão narrativa com busca no Portal de Periódicos da Capes, que resultou em uma amostra final de 13 artigos originais após a aplicação de critérios de inclusão e exclusão. Os resultados indicam que os fatores associados à AF e ao CS são distintos. O gênero (meninos mais ativos) e a idade (AF diminui com o tempo) foram os principais determinantes sociodemográficos. O ambiente urbano associou-se a maior CS, mesmo com mais infraestrutura para a prática, sugerindo que o acesso não garante o uso. Quanto à correlação, a maioria dos estudos (especialmente os de análise de rede) apontou para a independência entre AF e CS, embora não haja consenso absoluto. A análise dos desfechos de saúde revelou que a AF atua como fator de proteção contra o risco cardiovascular (RCV), enquanto o CS se associou a piores indicadores de aptidão. Um achado central foi a discussão sobre a "hipótese da atenuação", onde estudos sugerem que altos níveis de AF podem mitigar ou compensar os efeitos negativos do CS em jovens fisicamente ativos . As conclusões do estudo confirmam a consolidação do perfil "sedentário ativo" e as lacunas na literatura nacional, como o predomínio de estudos transversais e o uso de autorrelato, que limitam a compreensão da causalidade. Conclui-se que as estratégias de promoção da saúde para adolescentes precisam ser reorientadas. Para o profissional de Educação Física, torna-se imperativo desenvolver intervenções duplas: não apenas prescrever exercícios, mas também atuar na gestão do tempo livre e na redução específica do tempo sentado prolongado.