Bacharelado e Licenciatura em Educação Física - DEDC12
URI Permanente para esta coleção
Navegar
Navegando Bacharelado e Licenciatura em Educação Física - DEDC12 por Orientador "Rodrigues, Deyvis Nascimento"
Agora exibindo 1 - 2 de 2
Resultados por página
Opções de Ordenação
- ItemRelação entre atividade física e comportamento sedentário em adolescentes brasileiros: uma revisão narrativa de literatura(Universidade do Estado da Bahia., 2025-12-08) Santos, Emile Rodrigues; Alves, Marcos Vinícius Ribeiro; Rodrigues, Deyvis Nascimento; Souza, Luiz Humberto Rodrigues; Pires, MarijunioA adolescência é uma fase crucial para a consolidação de hábitos, marcada pela diminuição da prática de atividade física (AF) e o aumento do comportamento sedentário (CS), impulsionado pelo tempo de tela. Embora historicamente vistos como opostos, a literatura recente sugere que AF e CS são construtos independentes, levantando o debate sobre o "paradoxo do sedentário ativo". O presente estudo teve como objetivo geral investigar, por meio de uma revisão narrativa da literatura nacional (2020-2025), a complexa interação entre os níveis de AF e o CS em adolescentes brasileiros. Metodologicamente, trata-se de uma revisão narrativa com busca no Portal de Periódicos da Capes, que resultou em uma amostra final de 13 artigos originais após a aplicação de critérios de inclusão e exclusão. Os resultados indicam que os fatores associados à AF e ao CS são distintos. O gênero (meninos mais ativos) e a idade (AF diminui com o tempo) foram os principais determinantes sociodemográficos. O ambiente urbano associou-se a maior CS, mesmo com mais infraestrutura para a prática, sugerindo que o acesso não garante o uso. Quanto à correlação, a maioria dos estudos (especialmente os de análise de rede) apontou para a independência entre AF e CS, embora não haja consenso absoluto. A análise dos desfechos de saúde revelou que a AF atua como fator de proteção contra o risco cardiovascular (RCV), enquanto o CS se associou a piores indicadores de aptidão. Um achado central foi a discussão sobre a "hipótese da atenuação", onde estudos sugerem que altos níveis de AF podem mitigar ou compensar os efeitos negativos do CS em jovens fisicamente ativos . As conclusões do estudo confirmam a consolidação do perfil "sedentário ativo" e as lacunas na literatura nacional, como o predomínio de estudos transversais e o uso de autorrelato, que limitam a compreensão da causalidade. Conclui-se que as estratégias de promoção da saúde para adolescentes precisam ser reorientadas. Para o profissional de Educação Física, torna-se imperativo desenvolver intervenções duplas: não apenas prescrever exercícios, mas também atuar na gestão do tempo livre e na redução específica do tempo sentado prolongado.
- ItemTreinamento de força para prevenção de quedas em pessoas idosas: uma revisão Umbrella(Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-08) Santos, João Douglas Alves; Ramos, Paulina de Jesus; Rodrigues, Deyvis Nascimento; Souza, Luiz Humberto Rodrigues; Santos, Mateus CarmoNas últimas décadas, houve um aumento significativo da população idosa devido uma transição epidemiológica, o que representa um desafio para a saúde pública devido ao aumento de doenças crônicas e à perda progressiva da capacidade funcional dos idosos. Pelas consequências desse processo, estão as quedas, que vêm sendo uma das principais complicações, aumentando as causas de mortalidade, morbidade e institucionalização entre pessoas idosas. A partir disso, o treinamento de força surge como uma estratégia eficaz para a prevenção de quedas e na promoção de um envelhecimento saudável. Este estudo tem como objetivo analisar a importância do treinamento de força para prevenção de quedas para a população idosa, por meio de uma revisão Umbrella. Foram realizadas buscas na base de dados da PubMed, selecionando artigos publicados entre 2014 e 2024, utilizando descritores como “treinamento de força”, “idosos”, “quedas” e “exercício resistido”. Os estudos incluídos foram com seres humanos, com a faixa etária de idade igual ou superior a 60 anos, que abordassem os efeitos do treinamento de força na prevenção de quedas em idosos. Os resultados apontam que o treinamento de força melhora significativamente a força muscular, o equilíbrio, a mobilidade e a densidade óssea, reduzindo o risco de quedas e promovendo maior autonomia e qualidade de vida. Além disso, observou-se a necessidade de ampliar a implementação de programas de treinamento resistido na Atenção Primária à Saúde, especialmente no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), considerando as limitações estruturais e de capacitação profissional. Deste modo, sugere-se que o treinamento de força é uma estratégia segura e essencial na prevenção de quedas, devendo ser implementado de forma sistemática nas políticas públicas de promoção da saúde e no envelhecimento ativo.