Violência obstétrica x racismo: uma revisão integrativa
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Resumo
Introdução: As mulheres negras são as que mais sofrem violência obstétrica devido o racismo enraizado na sociedade que se manifesta no modo de cuidar desses corpos. Objetivo: Analisar a produção de conhecimento científico referente ao racismo e Violência Obstétrica. Metodologia: Trata-se de uma revisão de integrativa da literatura de abordagem qualitativa e caráter descritivo, exploratório e explicativo, que foi realizado durante junho a agosto de 2025 nas bases de dados LILACS, BDENF, SciELO e no Portal de Periódicos da CAPES. A pesquisa excluiu revisões de literatura, artigo teórico-reflexão, estudo de caso, teses, editoriais, artigos que não estavam completos e que tinham a associação da violência obstétrica com o racismo. Os resultados foram analisados através da análise de conteúdo de Bardin, sendo feitos na modalidade de análise temática. O trabalho seguiu a lei 9.610/98 de direitos autorais. Resultados: Foram detectados 826 artigos e no fim da análise foram eleitos 10 estudos para compor a pesquisa. A partir disso, foi evidenciado que as mulheres negras são vítimas de estereótipos raciais e negligências médicas durante o seu cuidado obstétrico que são reflexos da construção simbólica racista originada na colonização. Conclusão: O estudo demonstra que a cor que é um fator determinante do modo que uma gestante vai receber o cuidado em toda sua trajetória no sistema de saúde.