Distopia e alienação: a sociedade do esquecimento em Fahrenheit 451

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Data
2025-12-15
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Universidade do Estado da Bahia
Resumo

O presente artigo tem como objeto de estudo a obra distópica, Fahrenheit 451 (2012), desse modo pretendemos analisar a construção da narrativa a partir do contexto histórico que influenciou o autor, evidenciando as tensões políticas, transformações sociais e avanços tecnológicos que moldaram esse período. “Fahrenheit 451” publicado em 1953, transcende sua época ao apresentar uma crítica contundente ás formas de controle ideológico exercidas por meio da linguagem e da manipulação da informação, de autoria de Ray Bradbury escritor e roteirista americano, o conto tem como foco central os desdobramentos em torno de uma sociedade totalitária, nesse contexto pretendemos analisar como a linguagem se torna instrumento central, tanto de opressão como de resistência através da análise dos personagens centrais, que são apresentados de modo a revelar suas funções dentro da trama, especialmente no que diz respeito aos processos de controle, alienação e resistência os principais autores que contribuíram como suporte teórico foram: Candido (2006), Moylan (2014), Foucault (2004) entre outros. Dessa maneira a analise a ser realizada pretende contribuir com os estudos distópicos ao se aprofundar a compreensão das estruturas narrativas e das críticas presentes na construção desse gênero.


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TEIXEIRA, Maria Geisiane Sá Teles. Distopia e alienação: a sociedade do esquecimento em Fahrenheit 451. Orientador: José Carlos Felix. 2025. [27] f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Inglesa e Literaturas) – Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias, Campus XXIII, Universidade do Estado da Bahia, Seabra, 2025.
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