Resistência e reexistência de mulheres negras em Água de barrela (2018) de Eliana Alves Cruz: a escrevivência como força

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Data
2025-12-17
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Universidade do Estado da Bahia
Resumo

Este trabalho tem como objetivo demonstrar, por meio da análise do livro Água de barrela (2018) de Eliana Alves Cruz, as violências que perseguiam crianças e mulheres negras na época colonial e as formas pelas quais elas reinventavam suas culturas, através da resistência e reexistência, pautando, principalmente, a reversão daquele cenário cruel de maldades e apagamento cultural das pessoas negras, além de destacar a educação como única saída para essa realidade, libertando as próximas gerações desse jugo desumano. A análise literária está fundamentada em autores que já realizaram estudos sobre o livro, como Laís Fagundes (2023), Adriana Bastos (2022), Jéssica Carvalho (2023) e Lara Frias (2023), com o intuito de reforçar as críticas presentes nesta análise; o conceito de escrevivência assenta-se na própria criadora, Conceição Evaristo (2018), principalmente sobre a figura da mãe preta e a representação da coletividade em cada personagem; a discussão estabelecida sobre resistência e reexistência centra em Ana Lúcia Silva Souza (2011) e não menos importante, a abordagem sobre as violências está pautada em Genivaldo Cavalcanti (2022) e Grada Kilomba (2019), que relatam as subordinações às quais os escravizados eram expostos e os estereótipos criados sobre eles.


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OLIVEIRA, Camila Silva Alves de. Resistência e reexistência de mulheres negras em Água de barrela (2018) de Eliana Alves Cruz: a escrevivência como força. Orientadora: Josane Silva Souza. 2025. 54 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa e Literaturas) – Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias, Campus XXIII, Universidade do Estado da Bahia, Seabra, 2025.
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