Finanças comportamentais e ações com maior volume de negociações na bolsa de valores brasileira: uma análise da volatilidade no período de janeiro de 2019 a fevereiro de 2021
| dc.contributor.advisor | Pinheiro, Carlos Alberto Orge | |
| dc.contributor.author | Nascimento, Robert Martins | |
| dc.contributor.referee | Regis, Franklin Rami Cavalcanti Oliveira | |
| dc.contributor.referee | Pereira, Aliger Dos Santos | |
| dc.date.accessioned | 2026-01-08T15:22:45Z | |
| dc.date.available | 2026-01-08T15:22:45Z | |
| dc.date.issued | 2025-12-10 | |
| dc.description.abstract | O crescimento do número de investidores no mercado acionário brasileiro nos últimos anos ampliou tanto as oportunidades quanto os desafios relacionados à tomada de decisão sob risco. Diante desse cenário, o problema que orienta esta pesquisa consiste em investigar se a volatilidade observada no mercado acionário brasileiro, no período de janeiro de 2019 a fevereiro de 2021, pode ser explicada pelos pressupostos das finanças comportamentais, especialmente no que se refere à reação assimétrica dos investidores a choques positivos e negativos. Nesse contexto, o objetivo do estudo é examinar a existência de assimetria na volatilidade das ações com maior volume de negociações na bolsa brasileira. Para tanto, realizou-se uma análise empírica por meio do modelo econométrico TGARCH, aplicado ao Ibovespa e a um conjunto de ações que participaram de todas as carteiras teóricas do índice no período analisado. Os resultados evidenciam que o mercado acionário brasileiro apresentou comportamentos heterogêneos diante dos choques, com predominância do efeito alavancagem em um grupo relevante de ações, indicando maior sensibilidade da volatilidade a choques negativos. Além disso, foram identificados casos de efeito alavancagem invertido, ausência de assimetria e alta persistência da volatilidade, revelando que a reação dos investidores não é uniforme entre os ativos analisados. Conclui-se que tais padrões não são plenamente explicados pela Hipótese dos Mercados Eficientes, reforçando a relevância das finanças comportamentais como arcabouço teórico complementar para compreender a dinâmica da volatilidade no mercado acionário brasileiro, especialmente em períodos de elevada incerteza econômica e crise. | |
| dc.description.abstract2 | The growth in the number of investors in the Brazilian stock market in recent years has increased both the opportunities and challenges related to decision-making under risk. Given this scenario, the problem guiding this research is to investigate whether the volatility observed in the Brazilian stock market, from January 2019 to February 2021, can be explained by the assumptions of behavioral finance, especially regarding the asymmetrical reaction of investors to positive and negative shocks. In this context, the objective of the study is to examine the existence of asymmetry in the volatility of the most actively traded stocks on the Brazilian stock exchange. To this end, an empirical analysis was carried out using the TGARCH econometric model, applied to the Ibovespa and a set of stocks that participated in all the theoretical portfolios of the index during the analyzed period. The results show that the Brazilian stock market exhibited heterogeneous behavior in the face of shocks, with a predominance of the leverage effect in a relevant group of stocks, indicating greater sensitivity of volatility to negative shocks. Furthermore, cases of reverse leverage, lack of asymmetry, and high persistence of volatility were identified, revealing that investor reaction is not uniform across the assets analyzed. It is concluded that such patterns are not fully explained by the Efficient Market Hypothesis, reinforcing the relevance of behavioral finance as a complementary theoretical framework for understanding the dynamics of volatility in the Brazilian stock market, especially during periods of high economic uncertainty and crisis. | |
| dc.format.mimetype | application/pdf | |
| dc.identifier.citation | NASCIMENTO, Robert Martins. Finanças comportamentais e ações com maior volume de negociações na bolsa de valores brasileira: uma análise da volatilidade no período de janeiro de 2019 a fevereiro de 2021. Orientador: Carlos Alberto Orge Pinheiro. 2025. 26f. Trabalho de conclusão de curso (Bacharelado em Administração) – Departamento de Ciências Humanas I, Campus I, Universidade do Estado da Bahia, Salvador - BA, 2025 | |
| dc.identifier.uri | https://saberaberto.uneb.br/handle/20.500.11896/10393 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.publisher | Universidade do Estado da Bahia | |
| dc.publisher.program | Colegiado de Administração | |
| dc.rights | info:eu-repo/semantics/openAccess | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/br/ | |
| dc.rights2 | Attribution 3.0 Brazil | en |
| dc.subject.keywords | Finanças Comportamentais | |
| dc.subject.keywords | Efeito Alavancagem | |
| dc.subject.keywords | Efeito Alavancagem Invertido | |
| dc.subject.keywords | Ausência de Assimetria | |
| dc.subject.keywords | Alta Persistência de Volatilidade | |
| dc.title | Finanças comportamentais e ações com maior volume de negociações na bolsa de valores brasileira: uma análise da volatilidade no período de janeiro de 2019 a fevereiro de 2021 | |
| dc.title.alternative | Behavioral Finance and Stocks with the Highest Trading Volume in the Brazilian Stock Exchange: An Analysis of Volatility from January 2019 to February 2021 | |
| dc.type | info:eu-repo/semantics/bachelorThesis |
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