Terapias não farmacológicas no parto: percepção das enfermeiras

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Universidade do Estado da Bahia
Resumo

As formas de nascer no Brasil sofreram inúmeras ressignificações ao longo dos últimos séculos. Com a hospitalização do parto, a mulher passou a ter seu corpo constantemente violado e medicalizado. Na tentativa de modificar o atual modelo de assistência, movimentos em prol da humanização do parto surgiram em defesa das práticas embasadas cientificamente. Sendo significativas para o trabalho de parto, as terapias não farmacológicas no alívio das dores apresentam-se como ferramentas úteis e que, portanto, devem ser estimuladas. Entretanto, a aplicabilidade destes métodos ainda não se tornou habitual nos hospitais brasileiros. O presente estudo qualitativo, realizado no centro obstétrico de um hospital público - localizado no munícipio de Salvador/Ba - abordou enfermeiras que prestavam serviço às parturientes, no intuito de analisar seus conhecimentos referentes aos recursos não farmacológicos. A deambulação, massagem lombossacral, o cavalinho e o banho de chuveiro, foram identificados pelas profissionais de enfermagem como os métodos comumente utilizados. Apesar de serem reconhecidas como eficientes, tais terapias têm sua aplicação comprometida por uma série de barreiras estruturais e profissionais.


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MOTA, Jéssica Gomes. Terapias não farmacológicas no parto: percepção das enfermeiras. Orientador: Bárbara Angélica Gómez Pérez. 2018. 26f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Enfermagem) - Departamento de Ciências da Vida, Campus I, Universidade do Estado da Bahia, Salvador, 2018.
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