‘‘Las Locas Seguimos de Pie’’: Madres de la Plaza de Mayo, memória e justiça (1976-1986)

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Data
2024-12-20
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Universidade do Estado da Bahia
Resumo

A Argentina enfrentou várias tensões políticas e sociais ao longo de sua história, principalmente a Ditadura Militar de 1976-1983, que se destaca como uma das mais violentas da América Latina. Durante esse período muitas foram as formas de repressão, caracterizadas pelos centros de detenção, voos da morte, desaparecimento e assassinato de pessoas. As Madres de la Plaza de Mayo aparecem neste cenário reivindicando verdade, memória e justiça, englobando e se tornando símbolo em assuntos como direitos humanos e busca por pessoas desaparecidas. Por meio de testemunhos audiovisuais, é possível perceber as experiências individuais e coletivas dessas mulheres, quais as dificuldades enfrentadas e estratégias traçadas durante e após a ditadura. O presente artigo aborda algumas das contribuições do grupo Madres de la Plaza de Mayo para a memória e justiça social argentina, identificando o grupo, descrevendo as suas estratégias e reconhecendo o seu legado tanto para a Argentina como para outros países latino americanos que passaram por períodos de ditadura.


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REIS, Bruna Rairla Silva. ‘‘Las Locas Seguimos de Pie’’: Madres de la Plaza de Mayo, memória e justiça (1976-1986). Orientadora: Joelma Ferreira dos Santos. 2024. 33f. Trabalho de conclusão de curso (Licenciatura em História) - Departamento de Ciências Humanas, Universidade do Estado da Bahia, Campus IV, Jacobina-BA, 2024.
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