Licenciatura em Pedagogia - DCHT16

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    Educação ambiental na formação humana: experiências na pré-escola
    (Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-15) Santos, Flávio Gabriel Martins dos; Castro, Darcy Ribeiro de; Paiva, Núbia Pereira; Paiva, Valnice Sousa
    Inspirada pelas experiências de crianças em contato com ambientes naturais, esta pesquisa nasceu como resposta ao distanciamento da natureza que aflige muitas infâncias. Partindo dessa inquietação, indaga-se: quais as implicações das oficinas pedagógicas sobre Educação Ambiental (EA) na formação do sujeito da pré-escola? Buscando iluminar essa questão, o estudo teve como objetivo compreender as implicações das oficinas pedagógicas de EA na formação do sujeito da pré-escola. Adotou-se uma abordagem qualitativa e uma Pesquisa-Ação Participativa (PAP), utilizando observação participante, e o planejamento, execução e tomada de decisões foram realizados de forma compartilhada entre pesquisador, equipe escolar e crianças. A investigação foi conduzida ao longo de um ano letivo em uma instituição de educação infantil localizada no semiárido baiano, envolvendo turmas de 4 e 5 anos e centrando-se na construção e consolidação de um ambiente agroecológico no quintal da escola. As informações produzidas em forma de documentação pedagógica foram pensadas a partir da análise narrativa, valorizando as vozes dos sujeitos. Os resultados sugerem que a EA, através das oficinas, contribuiu para a formação humana em diferentes dimensões: no aprender a aprender, favorecendo a curiosidade e a inventividade; no aprender a fazer, por meio de práticas ecológicas; no aprender a conviver, fortalecendo laços afetivos com a natureza, com a Caatinga, com os outros e consigo mesmas; e, sobretudo, no aprender a ser, favorecendo a construção de uma ética do cuidado e do afeto pela Terra.
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    Conectando mundos: jogos, brinquedos e brincadeiras afro-indígenas na educação para as relações étnico-raciais
    (Universidade do Estado da Bahia, 2026-12-15) Costa, Andressa Almeida; Paiva, Valnice Souza; Nascimento, Jailda Souza do; Bela, Denise Vaz; Paiva, Núbia Pereira
    Conectar mundos por meio do brincar constitui-se como um caminho sensível e político para ensinar a amar. Trata-se de uma ação pedagógica que se ancora em uma ética e estética da docência comprometida com uma educação antirracista, compreendendo o brincar como linguagem da infância e como gesto de resistência cultural. Esta pesquisa de natureza bibliográfica com análise temática, busca compreender como o reconhecimento da origem dos jogos, brinquedos e brincadeiras afro-indígenas pode potencializar e fortalecer a educação para as relações étnico-raciais na infância. A investigação foi organizada a partir das categorias cultura, história e aspectos educativos, evidenciando a lacuna existente na produção acadêmica sobre o brincar afro-indígena e a necessidade de sua valorização no campo educacional, principalmente no que tange ao ensino com crianças pequenas. Como resultado, emergiu um museu virtual que cataloga jogos e brinquedos africanos e indígenas: o Museu MIRIM – Museu Interativo de Rodas, Infâncias e Memórias, concebido como um ciberespaço pedagógico que reúne expressões brincantes africanas e indígenas. Em suma, compreende-se que é possível ensinar a amar — e que o brincar, em sua potência poética e libertadora, é um dos caminhos mais profícuos para esse aprendizado.
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    A magia das palavras: a contação de história como estratégia potencializadora da alfabetização
    (Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-10) Suares, Ketlyn Caroline Macena; Oliveira, Samila Rosa de; Paiva, Núbia Pereira; Barreto Neta, Lormina; Correia, Maria da Conceição Araújo
    A presente pesquisa explora a alfabetização como um processo fundamental para o desenvolvimento cognitivo, social e cultural da criança, que envolve não apenas a decodificação de letras, mas também a compreensão e produção de sentidos. Nessa perspectiva, o problema de pesquisa consiste em compreender, como a contação de histórias é pensada pelo professor para o desenvolvimento da leitura no processo de alfabetização. A contação de histórias destaca-se como estratégia capaz de favorecer o desenvolvimento da linguagem, ampliar o vocabulário e despertar o prazer pela leitura. Pesquisas apontam que práticas narrativas contribuem para o letramento e para a formação de leitores críticos, tornando o aprendizado mais significativo e prazeroso. O objetivo da investigação é analisar como professores dos anos iniciais relacionam a contação de histórias ao desenvolvimento da leitura no processo de alfabetização, identificando desafios, efeitos dessa prática e suas contribuições para o letramento infantil. A pesquisa utilizou abordagem qualitativa, fundamentada em estudo de caso. Foram realizadas entrevistas com duas professoras alfabetizadoras de uma turma de 1º ano. Os dados foram registrados em diário de bordo e analisados à luz de referenciais teóricos como Soares, Ferreiro, Abramovich e Juvêncio Barbosa, articulando teoria e prática para compreender o papel da contação de histórias na alfabetização. Como resultados, percebe-se que as professoras reconhecem a contação de histórias como recurso importante para estimular a leitura, ampliar a imaginação, favorecer a oralidade e enriquecer o repertório linguístico. Entretanto, os dados revelam que essa prática ainda é utilizada de forma pontual, muitas vezes restrita a momentos de entretenimento ou introdução de atividades de interpretação. Observou-se um distanciamento entre a importância atribuída à contação de histórias pela literatura e sua aplicação cotidiana em sala de aula, dificultado pela falta de tempo de planejamento e pela predominância de práticas tradicionais de alfabetização voltadas à decodificação. A pesquisa indica que a contação de histórias possui forte potencial pedagógico para a alfabetização e o desenvolvimento leitor, contribuindo para a construção de sentidos, ampliação da linguagem e formação de leitores mais críticos. Contudo, sua efetivação ainda enfrenta desafios na prática docente. Torna-se necessário fortalecer a formação do professor e ampliar o uso intencional e sistematizado dessa estratégia, a fim de integrar a leitura literária ao cotidiano escolar como parte do processo de alfabetização e letramento.
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    Projeto prospera caatinga: cartilha ambiental e o recaatingamento
    (2019) Silva, Ithany Felipe Alcântara da; Oliveira, Cláudio Roberto Meira de
    A pesquisa a seguir nos permitir evidenciar algumas causas e as consequências da desertificação no nosso território que sempre sofreu com a seca, o território está localizado no Centro Norte Baiano e ocupa uma área de 26.730 km2, assim podemos caracterizar alguns pontos nos quais nós somos os agentes causadores da desertificação em todo o território de Irecê. Com tais ações como as queimadas e retiradas desordenadas das plantas dos solos e margens de rios e minadouros, e das águas do subsolo, o trabalho traz com ênfase o recaatingamento, e suas soluções, onde a comunidade juntamente com as escolas do estado estarão recebendo palestras e atividades voltada a educação ambiental, que ao decorrer desse processo será distribuído aos mesmos mudas de plantas para que possam fazer a reposição das áreas afetas, juntamente com a comunidade o próprio projeto estará com uma campanha de conscientização da reutilização dos sacos plásticos, para que sejam reutilizados com as confecções das mudas. O trabalho juntamente com a sua ênfase traz como ponto principal a conscientização de cada cidadão do território de Irecê.
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    Gestão na educação profissional e seus reflexos para a melhoria dos resultados no ensino e na aprendizagem
    (2021) Silva, Ithany Felipe Alcântara da; Rocha, Ana Karine Loula Torres
    Este estudo tem por objetivo refletir a importância da participação popular na gestão democrática na educação profissional e sua contribuição para a construção de um ambiente que promova transformações educacionais e sociais. Para tanto optamos pela abordagem quali-quantitativa, de natureza descritiva e exploratória por meio da análise documental, tendo como lócus de pesquisa o CETEP – IRECÊ. Com este estudo concluímos que a inserção da sociedade civil contribui para a implementação de uma gestão democrática quando propõem soluções em consonância com os anseios da comunidade escolar.