Bacharelado em Agroecologia - DCHT16
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O Bacharelado em Agroecologia da UNEB no Campus XVI, em Irecê, destaca-se pela metodologia da Pedagogia da Alternância, que integra o aprendizado acadêmico à vivência prática no campo. O curso forma profissionais preparados para gerir agroecossistemas sustentáveis e promover a convivência harmônica com o Semiárido, priorizando a agricultura familiar e a preservação da biodiversidade. Em 2026, a graduação continua sendo um pilar para a transição agroecológica na região, unindo conhecimentos de ciências agrárias, ecologia e sociologia rural para fortalecer a soberania alimentar e a economia solidária.
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Navegando Bacharelado em Agroecologia - DCHT16 por Assunto "Bioma Caatinga"
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- ItemA Dispersão de Sementes por Bugio, barbado/roncador (Alouatta caraya (Humboldt, 1812)) na Serra do Calcário, município de Central-Bahia(Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-03) Reis, Adailson dos; Castro, Darcy Ribeiro de; Santos , Roberta Machado; Izabel, Tasciano Santos SantaEstudos sobre a espécie Alouatta caraya (Bugio, barbado/roncador) geralmente são desenvolvidos em áreas restritas como zoológicos, parques e reservas ambientais. O presente trabalho teve como objetivo investigar a relação entre a alimentação, a dispersão e a geminação de sementes pela espécie A. caraya e sua importância para conservação do agroecossistema da Serra do Calcário, município de Central-Bahia. O local da pesquisa envolveu às Fazendas: Boqueirão, Povoado de Maxixe, Santa Fé Povoado de Pau D’Arco, Fazendas Pé do Morro I e II e povoado de Capoeira da Serra, município de Central Região Noroeste do Estado da Bahia, que tem um perímetro de 29,99 km² /área 3.844,55 hectares (Google Earth, 2024) limites municipais com Jussara e Itaguaçu da Bahia, clima tropical Semiárido. A atividade investigativa foi realizada mediante pesquisa qualitativa, exploratória, viabilizada pela observação participante. As informações de campo, laboratório foram registradas em diário de bordo, fotografias, áudio/vídeo, coordenadas com auxílio de uma câmera Canon T5 EOS, Celular e GPS Garmim. Os dados foram transcritos, categorizados e analisados qualitativamente por meio do método comparativo, sendo posteriormente discutidas de acordo com os fundamentos da área. Evidenciou-se que a espécie A. caraya se alimenta de vegetais, como Ficus doliaria Kunth (Gameleira), Maytenus rígida Mart (Pau de colher), Ziziphus joazeiro Mart (Juazeiro) dentre outras não identificadas. Na sua dieta incluem galhos, cascas e raízes de outras plantas. Ressalta-se que a germinação e desenvolvimento dessas espécies ocorrem nas áreas com menores temperaturas e maiores umidades. Destaca-se que a espécie A. Caraya é fundamental para disseminação desses vegetais, na Serra do Calcário, contribuindo para o equilíbrio do agroecossitema local.
- ItemA dispersão de sementes por Bugio, barbado/roncador (Alouatta caraya (Humboldt, 1812)) na Serra do Calcário, município de Central-Bahia(Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-03) Reis, Adailson dos; Castro, Darcy Ribeiro de; Santos, Roberta Machado; Izabel, Tasciano dos Santos SantaEstudos sobre a espécie Alouatta caraya (Bugio, barbado/roncador) geralmente são desenvolvidos em áreas restritas como zoológicos, parques e reservas ambientais. O presente trabalho teve como objetivo investigar a relação entre a alimentação, a dispersão e a geminação de sementes pela espécie A. caraya e sua importância para conservação do agroecossistema da Serra do Calcário, município de Central-Bahia. O local da pesquisa envolveu às Fazendas: Boqueirão, Povoado de Maxixe, Santa Fé Povoado de Pau D’Arco, Fazendas Pé do Morro I e II e povoado de Capoeira da Serra, município de Central Região Noroeste do Estado da Bahia, que tem um perímetro de 29,99 km² /área 3.844,55 hectares (Google Earth, 2024) limites municipais com Jussara e Itaguaçu da Bahia, clima tropical Semiárido. A atividade investigativa foi realizada mediante pesquisa qualitativa, exploratória, viabilizada pela observação participante. As informações de campo, laboratório foram registradas em diário de bordo, fotografias, áudio/vídeo, coordenadas com auxílio de uma câmera Canon T5 EOS, Celular e GPS Garmim. Os dados foram transcritos, categorizados e analisados qualitativamente por meio do método comparativo, sendo posteriormente discutidas de acordo com os fundamentos da área. Evidenciou-se que a espécie A. caraya se alimenta de vegetais, como Ficus doliaria Kunth (Gameleira), Maytenus rígida Mart (Pau de colher), Ziziphus joazeiro Mart (Juazeiro) dentre outras não identificadas. Na sua dieta incluem galhos, cascas e raízes de outras plantas. Ressalta-se que a germinação e desenvolvimento dessas espécies ocorrem nas áreas com menores temperaturas e maiores umidades. Destaca-se que a espécie A. Caraya é fundamental para disseminação desses vegetais, na Serra do Calcário, contribuindo para o equilíbrio do agroecossitema local.
- ItemEspécie Amburana Cearenses (Allemao) A.C.SM. a partir de estômatos e tricomas para indicação ambiental de áreas de caatinga(Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-01) Silva , Paulo José Ferreida da; Castro, Darcy Ribeiro de; Farias , Ivania Batista de Oliveira; Alves , Lander de JesusEstudos relacionados as economias de água para vegetais da Caatinga são escassos na literatura, principalmente em relação às influências de fatores do clima sobre os processos biológicos de fotossíntese, transpiração e respiração. Diante disso, a presente proposta teve como objetivo avaliar a economia de água na espécie Amburana cearensis (Alemão) A.C.SM a partir dos estômatos, como indicação ambiental. Pesquisa desenvolvida em Área Natural (AN) e Área Antropizada (AA) dos Municípios de Irecê-BA (A1) e Guanambi-BA (A2), nas estações seca (ES) e chuvosa (EC), material coletado no bioma Caatinga: savana estépica para A1 e estacional semidecídua para A2, entre os anos de 2024- 2025. Envolveu um trabalho quali- quantitativo, descritivo/experimental em campo e laboratório, em que se utilizou como instrumento a observação direta em lâminas com impressões feitas na epiderme abaxial das folhas mediante uso de supercola e de cortes paradérmicos para as amostras in vivo. As análises foram feitas no Laboratório Multidisciplinar da Universidade do Estado da Bahia, Campus VI em micrografias efetuadas podendo ser analisadas em tela através do microscópio Motic Panthera C2 com câmera MOTICAM A5, além do uso de termômetro infravermelho e termo-higrômetro. Os dados foram categorizados nos Indicadores Ecológicos (IEs): Classificação do Estômatos (E) e Células Epidérmicas (CE), Abertura Estomática (AE- nº/mm2), Tricomas (T- nº/mm2), Tamanho (Ta- µm), Densidade (D- mm²) e Índice Estomático (IE- %), Frequência (F-%), em seguida sendo processados e analisados quantitativamente e qualitativamente com auxílio do software Motic Images Plus 3.1, da estatística do Microsoft Excel e discutidos comparativamente. Em geral, encontraram-se para ambos os ambientes, vegetais com folhas hipoestomática, com estômatos anomocíticos situados abaixo da epiderme para (A1A2AN) e tricomas tectores não secretores abaxiais. Em A1AN, teve se uma menor AE, tricomas maiores e mais densos, menorTa (4,13<21,44), F (7,63<21,26) e I (7,09<17,53) maiores de que as demais áreas, com exceção de D (92<109), o que indica uma melhor economia hídrica para este ambiente. Assim, os IEs podem auxiliar na definição de padrões taxonômicos, seleção de matrizes, formas e locais para multiplicação, podendo contribuir com ações de recaatingamento das áreas já desmatadas ampliando as possibilidades para recuperação de áreas degradadas e conservação do bioma.