Campus XVI - Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT) - Irecê
URI Permanente desta comunidade
O Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT – Campus XVI da Universidade do Estado da Bahia – UNEB está localizado no município de Irecê, a 478 Km de Salvador, na região da Chapada Diamantina Setentrional, BA 052, KM 353, Estrada do Feijão – Irecê – CEP. 44.900-000 – Bahia – Brasil, e conta com o Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT). Foi o décimo sexto a ser implantado pela instituição para o cumprimento da missão de produzir, difundir, socializar e aplicar o conhecimento nas diversas áreas do saber.
O município de Irecê é o mais populoso do território de identidade homônimo, que fica dentro da zona semiárida, com vegetação tipicamente da caatinga, e é composto por 20 municípios. Aproximadamente 40% da população do território vivem e desenvolvem as suas atividades laborais na área rural.
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Navegando Campus XVI - Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT) - Irecê por Palavras-chave "Aprendizagem"
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- ItemEducação e TDAH: olhares docentes e estratégias pedagógicas(Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-10) Souza, Adenise de; Santos, Alessandra Carolina Lima dos; Neta, Lormina Barreto; Correia , Maria da Conceição Araújo; Reis, Naiane de CarvalhoO Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma das neurodivergências mais frequentes em contextos escolares, afetando de maneira significativa os processos de aprendizagem e de socialização das crianças. No Ensino Fundamental, tais desafios tornam-se ainda mais evidentes, exigindo do docente práticas pedagógicas diferenciadas e sensíveis às necessidades individuais de cada estudante. Visando compreender essa realidade em sala de aula, a questão problema é: como as concepções dos professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental influenciam suas práticas pedagógicas com estudantes com TDAH? Como objetivo geral buscamos compreender a percepção dos docentes do Ensino Fundamental sobre o TDAH. Entre os objetivos específicos, buscou-se: identificar o conhecimento dos professores acerca do transtorno; compreender as práticas pedagógicas adotadas para lidar com os desafios comportamentais e de aprendizagem dos estudantes com TDAH; e analisar a relação entre as concepções docentes sobre neurodiversidade e as metodologias aplicadas em sala de aula. A pesquisa adotou uma abordagem qualitativa e utiliza o método de estudo de casos contrastivos, que permitiu observar e correlacionar diferentes realidades escolares, a fim de compreender semelhanças e diferenças nas percepções e práticas docentes. Como dispositivo de produção de dados, foram realizadas entrevistas estruturadas, elaboradas a partir dos objetivos da pesquisa, em dois municípios, com o intuito de compreender em profundidade as experiências e os saberes construídos pelos professores no trabalho com estudantes diagnosticados com TDAH. A análise dos dados foi realizada com base nos eixos temáticos derivados dos objetivos da pesquisa, utilizando-se a análise de conteúdo defendida por Guerra (2006). A partir da interpretação dos resultados, concluiu-se que tanto a formação pedagógica quanto a experiência prática dos professores impactam diretamente suas estratégias de ensino com estudantes com TDAH, o que evidenciou a importância de formação continuada e de apoio institucional para promover práticas inclusivas e efetivas no processo de aprendizagem.
- ItemIlé Èkó ti Imò: aprendizagem e preservação da língua iorubá no terreiro Ilê Axé Alá Kirij(Universidade do Estado da Bahia, 2022-08-10) Oliveira , Roseneide Passos Vitório de; Figueiredo, Joabson Lima; Sales, Cristian Souza; Serpa, Luís Felippe Santos PerretEsta pesquisa trata do processo de difusão de saberes e aprendizagens constituídas no espaço do Terreiro de Candomblé, uma religião de matriz africana, cujos ensinamentos e práticas religiosas resultam de um contexto histórico oriundo de diversos grupos étnicos e suas heranças linguísticas, sendo estes trazidos de África a partir do processo operativo escravocrata. A partir desse panorama, a pesquisa tem como cerne a investigação acerca das formas de aprendizagem e preservação da língua iorubá em um Terreiro de Candomblé, o qual tem seus princípios ritualísticos pautados na “nação” Ketu. Então, a questão da pesquisa indagou: Como ocorre o processo de ensino e aprendizagem do iorubá e suas práticas educativas no cotidiano do Terreiro de Candomblé Ilê Axé Alá Kirij? Diante dessa inquietação traçou-se como objetivo geral analisar o processo de aprendizagem do iorubá entre membros do Terreiro de Candomblé Ilê Axé Alá Kirij. Visando reflexionar sobre o universo do Candomblé a pesquisa se embasou principalmente nos estudos de autores que dialogam acerca do tema como: Caputo (2012), Castro (2005; 2011), Carneiro (1948), Kileuy; Oxaguiã (2009), Lima (1976), Lody (1987), Mattoso (1992), Munanga (2004), Oliveira (2011), Parés (2018), Prandi (2003; 2005), Pinto (2013), Reis (2016), Rodrigues (2010) Rufino (2019), Santos (2010), Santana (2021), Sodré (2019), Silveira (2006), dentre outros. Enquanto trajetória metodológica elegeu-se a pesquisa qualitativa por contemplar um percurso subjetivo, não havendo a necessidade de quantificar dados, trazendo o viés interdisciplinar da História Cultural em associação com a História Oral, além da etnografia, ao ligar diretamente o pesquisador com o objeto pesquisado. Para isso, foi utilizado como técnicas e instrumentos de pesquisa a observação participante e coleta de depoimentos orais a partir das entrevistas semiestruturadas, realizadas com membros do Ilê Axé Alá Kirij, dos mais velhos aos mais novos em idade de santo, a partir da participação efetiva e relação com o iorubá no espaço do Terreiro observado. A investigação constatou que a aprendizagem da língua iorubá é um elemento essencial para cultuar os orixás na referida comunidade religiosa, as quais ocorrem a partir de uma dinâmica diversificada, em atividades cotidianas próprias de ritos e rituais, onde os vários momentos vividos no Terreiro são aproveitados para aprender o idioma constituindo-se em uma forma de preservar a cultura religiosa herdada dos nossos ancestrais. Por fim, possibilitar o entendimento de que os Terreiros compõem-se em espaços de ensino não formal, que se difere da educação formal que ainda faz uso de currículos partindo de uma perspectiva eurocêntrica é reconhecer que o Terreiro de Candomblé é local que propicia a agregação de conhecimentos, valores como humildade, respeito e fé, sendo base para difusão e perpetuação da língua iorubá enquanto herança ancestral.
- ItemILÉ ÈKÓ TI IMÒ: aprendizagem e preservação da língua iorubá no terreiro ILÊ AXÉ ALÁ KIRIJ(2022-09-13) Oliveira, Roseneide Passos Vitório de; Figueiredo, Joabson Lima; Sales, Cristian Souza; Serpa, Luís Felippe Santos PerretEsta pesquisa trata do processo de difusão de saberes e aprendizagens constituídas no espaço do Terreiro de Candomblé, uma religião de matriz africana, cujos ensinamentos e práticas religiosas resultam de um contexto histórico oriundo de diversos grupos étnicos e suas heranças linguísticas, sendo estes trazidos de África a partir do processo operativo escravocrata. A partir desse panorama, a pesquisa tem como cerne a investigação acerca das formas de aprendizagem e preservação da língua iorubá em um Terreiro de Candomblé, o qual tem seus princípios ritualísticos pautados na “nação” Ketu. Então, a questão da pesquisa indagou: Como ocorre o processo de ensino e aprendizagem do iorubá e suas práticas educativas no cotidiano do Terreiro de Candomblé Ilê Axé Alá Kirij? Diante dessa inquietação traçou-se como objetivo geral analisar o processo de aprendizagem do iorubá entre membros do Terreiro de Candomblé Ilê Axé Alá Kirij. Visando reflexionar sobre o universo do Candomblé a pesquisa se embasou principalmente nos estudos de autores que dialogam acerca do tema como: Caputo (2012), Castro (2005; 2011), Carneiro (1948), Kileuy; Oxaguiã (2009), Lima (1976), Lody (1987), Mattoso (1992), Munanga (2004), Oliveira (2011), Parés (2018), Prandi (2003; 2005), Pinto (2013), Reis (2016), Rodrigues (2010) Rufino (2019), Santos (2010), Santana (2021), Sodré (2019), Silveira (2006), dentre outros. Enquanto trajetória metodológica elegeu-se a pesquisa qualitativa por contemplar um percurso subjetivo, não havendo a necessidade de quantificar dados, trazendo o viés interdisciplinar da História Cultural em associação com a História Oral, além da etnografia, ao ligar diretamente o pesquisador com o objeto pesquisado. Para isso, foi utilizado como técnicas e instrumentos de pesquisa a observação participante e coleta de depoimentos orais a partir das entrevistas semiestruturadas, realizadas com membros do Ilê Axé Alá Kirij, dos mais velhos aos mais novos em idade de santo, a partir da participação efetiva e relação com o iorubá no espaço do Terreiro observado. A investigação constatou que a aprendizagem da língua iorubá é um elemento essencial para cultuar os orixás na referida comunidade religiosa, as quais ocorrem a partir de uma dinâmica diversificada, em atividades cotidianas próprias de ritos e rituais, onde os vários momentos vividos no Terreiro são aproveitados para aprender o idioma constituindo-se em uma forma de preservar a cultura religiosa herdada dos nossos ancestrais. Por fim, possibilitar o entendimento de que os Terreiros compõem-se em espaços de ensino não formal, que se difere da educação formal que ainda faz uso de currículos partindo de uma perspectiva eurocêntrica é reconhecer que o Terreiro de Candomblé é local que propicia a agregação de conhecimentos, valores como humildade, respeito e fé, sendo base para difusão e perpetuação da língua iorubá enquanto herança ancestral.