Campus XVI - Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT) - Irecê
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- ItemA (in)visibilidade das mulheres negras em jogos eletrônicos de survival horror(Universidade do Estado da Bahia, 2023-07-17) Silva, Kadidja de Queirós Meireles; Figueiredo, Joabson Lima; Ferreira, Suiane Costa; Barbosa, Sara Rogéria Santos; Farias, Juliana BarretoEste trabalho tem por objetivo analisar as representações femininas negras da indústria gráfica dos jogos eletrônicos de Survival Horror mais recentes, abrangendo os anos 2000 a 2020. Inicialmente, propõe-se expor as principais referências bibliográficas referentes à tecnologia e jogos eletrônicos como Caillois (2017) e Huizinga (2019), dialogando, posteriormente, em como a tecnologia engessa, mas também tem a funcionalidade de subverter, as imagens estereotipadas dos corpos femininos negros. A partir das referências acerca da tecnologia e dos jogos eletrônicos, intenciono investigar as transformações narrativas e ilustrativas destas mulheres negras como representações em jogos eletrônicos de grandes desenvolvedoras. A partir dessas transformações, examino as “novas” representações femininas negras: mulheres estas que ainda refletem alguns estereótipos, mas com caracterizações negativas mais acentuadas, propiciando um debate da evolução da construção das mulheres negras em jogos eletrônicos. O gênero Survival Horror, gênero que consiste em jogos com o intuito de sobreviver a situações amedrontadoras, foi escolhido por conta de o gênero não ser desenvolvido para atender ao público feminino de jogadores – por ser um gênero que perpetua, principalmente, a masculinidade tóxica -, dessa forma, possui um design hegemonicamente masculino com a utilização exacerbada de violência, sexualização, diálogos e situações que reforçam e consentem atitudes machistas e, em alguns casos, específicos à identidade racial, o racismo. O objetivo principal deste trabalho consiste em analisar o design e narrativa de algumas personagens femininas negras, identificar os estereótipos presentes e as modificações significativas nas “novas” representações.
- ItemA (in)visibilidade das mulheres negras em jogos eletrônicos de survival horror(Universidade do Estado da Bahia, 2023-07-17) Silva, Kadidja de Queirós Meireles; Figueiredo, Joabson Lima; Figueiredo; Ferreira, Suiane Costa; Barbosa, Sara Rogéria Santos; Farias, Juliana BarretoEste trabalho tem por objetivo analisar as representações femininas negras da indústria gráfica dos jogos eletrônicos de Survival Horror mais recentes, abrangendo os anos 2000 a 2020. Inicialmente, propõe-se expor as principais referências bibliográficas referentes à tecnologia e jogos eletrônicos como Caillois (2017) e Huizinga (2019), dialogando, posteriormente, em como a tecnologia engessa, mas também tem a funcionalidade de subverter, as imagens estereotipadas dos corpos femininos negros. A partir das referências acerca da tecnologia e dos jogos eletrônicos, intenciono investigar as transformações narrativas e ilustrativas destas mulheres negras como representações em jogos eletrônicos de grandes desenvolvedoras. A partir dessas transformações, examino as “novas” representações femininas negras: mulheres estas que ainda refletem alguns estereótipos, mas com caracterizações negativas mais acentuadas, propiciando um debate da evolução da construção das mulheres negras em jogos eletrônicos. O gênero Survival Horror, gênero que consiste em jogos com o intuito de sobreviver a situações amedrontadoras, foi escolhido por conta de o gênero não ser desenvolvido para atender ao público feminino de jogadores – por ser um gênero que perpetua, principalmente, a masculinidade tóxica -, dessa forma, possui um design hegemonicamente masculino com a utilização exacerbada de violência, sexualização, diálogos e situações que reforçam e consentem atitudes machistas e, em alguns casos, específicos à identidade racial, o racismo. O objetivo principal deste trabalho consiste em analisar o design e narrativa de algumas personagens femininas negras, identificar os estereótipos presentes e as modificações significativas nas “novas” representações.
- ItemA construção da identidade da criança negra na literatura infantil(Universidade do Estado da Bahia, 2020) Santos, Cremilda dos; Silva, Ana Célia daEste estudo tem como finalidade fazer uma abordagem sobre a importância da cultura afro-brasileira em bibliotecas e escolas da educação fundamental pública. Enfatiza a literatura infantil nas práticas pedagógicas em escolas como ferramenta de formação da identidade afro-brasileira. Tem como objetivo analisar a utilização da literatura infantil nas práticas pedagógicas em escolas da educação fundamental pública para a formação da identidade afro-brasileira, através de estudos utilizados na literatura por Rosemberg (1979), Negrão (1987), Munanga (2004), Silva A. (2011) dentre outros, sobre a construção da identidade do negro. Essa pesquisa foi desenvolvida por meio do método com abordagem qualitativa com enfoque na pesquisa bibliográfica e análise documental, tendo como universo investigativo utilização da literatura infantil nas práticas pedagógicas em escolas. Os instrumentos para a coleta de dados para a pesquisa bibliográfica foram constituídos por um roteiro composto de revisão de literatura de textos científicos, consulta em base de dados nacionais e internacional para o levantamento de artigos de periódicos, além de anais de eventos científicos, tese e dissertação. Vale destacar que a análise dos dados apontou que as bibliotecas e escolas precisam adotar a literatura infantil como ferramenta de construção da identidade do negro. A pesquisa apontou como técnicas ciclo de palestras com representantes do Movimento Negro nas escolas e ações culturais nas bibliotecas sobre a temática para divulgação e promoção da História e Cultura Afro-Brasileira
- ItemA cosmopolítica de Ogum no direito à ancestralidade(Universidade do Estado da Bahia, 2023-08-22) Rocha, Paola Odònílé de Mori; Figueiredo, Joabson Lima; Hoshino, Tiago de Azevedo P.; Vergne, Maria Cleonice de Souza“A cosmopolítica de Ogum no direito à ancestralidade”, versa sobre os percursos de um Terreiro de Candomblé no Sertão do São Francisco, Nordeste do Estado da Bahia, Brasil, denominado Centro Ogum Oledeji, que através da trajetória de vida da Yalorixá, conhecida como Mãe Neta, traz uma narrativa marcada por negações, desafios e violência provocadas pela sociedade e pelo Estado policial, em face a sua condição no direito de vivenciar sua ancestralidade. O Povo de Terreiro afro-brasileiro, se constitui pela força da ancestralidade negra, marcada por condições de subjugação desde os tempos coloniais aos tempos atuais, sinais do processo de escravização, cujas consequências se desdobram em configurações político-raciais de natureza diversa. Para esta pesquisa, utilizamos o método empírico de abordagem qualitativa e de bases auto etnográficas, onde a narrativa da Yalorixá Oledeji demonstra uma cosmopolítica de encruzilhadas conduzida pelo Orixá Ogum, que define seus caminhos, desde a sua infância à fase adulta, na busca pelo direito de vivenciar uma cultura de Terreiro, através da religiosidade e tradições. Contudo, sua trajetória é marcada por um período de ditadura militar, num recorte temporal entre os anos de 1978 a 1988, onde o racismo imprimiu na lei e na atuação do Estado, políticas de repressão e perseguição. As consequências desta necropolítica (Mbembe, 2018), atingiu frontalmente o mundo de crianças e adolescentes, sendo necessário uma intersecção de seus direitos, como viés na realidade dos Povos de Terreiros. A categoria cosmopolítica, é utilizada neste trabalho a partir do pensamento sociológico de Anjos (2006), no qual aponta uma filosofia política na religiosidade afro-brasileira capaz de equacionar o senso de afirmação étnica das diferenças; e Mbembe (2018), sobre a crítica do poder e o conflito étnico social e racial, paradigmas presentes na práxis dos Povos de Terreiros, quando a ancestralidade assume papel libertador na complexa trama de oposições e convivências.
- ItemA cosmopolítica de Ogum no direito à ancestralidade.(Universiade do Esado da Bahia, 2023-08-22) Odònílé, Paola; Figueiredo, Joabson; Hoshino, Thiago de Azevedo Pinheiro; Vergne, Maria Cleonice de Sousa; Figueiredo, Joabson LimaA COSMOPOLÍTICA DE OGUM NO DIREITO À ANCESTRALIDADE”, versa sobre os percursos de um Terreiro de Candomblé no Sertão do São Francisco, Nordeste do Estado da Bahia, Brasil, denominado Centro Ogum Oledeji, que através da trajetória de vida da Yalorixá, conhecida como Mãe Neta, traz uma narrativa marcada por negações, desafios e violência provocadas pela sociedade e pelo Estado policial, em face a sua condição no direito de vivenciar sua ancestralidade. O Povo de Terreiro afrobrasileiro, se constitui pela força da ancestralidade negra, marcada por condições de subjugação desde os tempos coloniais aos tempos atuais, sinais do processo de escravização, cujas consequências se desdobram em configurações políticoraciais de natureza diversa. Para esta pesquisa, utilizamos o método empírico de abordagem qualitativa e de bases auto etnográficas, onde a narrativa da Yalorixá Oledeji demonstra uma cosmopolítica de encruzilhadas conduzida pelo Orixá Ogum, que define seus caminhos, desde a sua infância à fase adulta, na busca pelo direito de vivenciar uma cultura de Terreiro, através da religiosidade e tradições. Contudo, sua trajetória é marcada por um período de ditadura militar, num recorte temporal entre os anos de 1978 a 1988, onde o racismo imprimiu na lei e na atuação do Estado, políticas de repressão e perseguição. As consequências desta necropolítica (Mbembe, 2018), atingiu frontalmente o mundo de crianças e adolescentes, sendo necessário uma intersecção de seus direitos, como viés na realidade dos Povos de Terreiros. A categoria cosmopolítica, é utilizada neste trabalho a partir do pensamento sociológico de Anjos (2006), no qual aponta uma filosofia política na religiosidade afrobrasileira capaz de equacionar o senso de afirmação étnica das diferenças; e Mbembe (2018), sobre a crítica do poder e o conflito étnico social e racial, paradigmas presentes na práxis dos Povos de Terreiros, quando a ancestralidade assume papel libertador na complexa trama de oposições e convivências.
- ItemA dispersão de sementes por Bugio, barbado/roncador (Alouatta caraya (Humboldt, 1812)) na Serra do Calcário, município de Central-Bahia(Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-03) Reis, Adailson dos; Castro, Darcy Ribeiro; Santos, Roberta Machado; Izabel, Tasciano dos Santos SantaEstudos sobre a espécie Alouatta caraya (Bugio, barbado/roncador) geralmente são desenvolvidos em áreas restritas como zoológicos, parques e reservas ambientais. O presente trabalho teve como objetivo investigar a relação entre a alimentação, a dispersão e a geminação de sementes pela espécie A. caraya e sua importância para conservação do agroecossistema da Serra do Calcário, município de Central-Bahia. O local da pesquisa envolveu às Fazendas: Boqueirão, Povoado de Maxixe, Santa Fé Povoado de Pau D’Arco, Fazendas Pé do Morro I e II e povoado de Capoeira da Serra, município de Central Região Noroeste do Estado da Bahia, que tem um perímetro de 29,99 km² /área 3.844,55 hectares (Google Earth, 2024) limites municipais com Jussara e Itaguaçu da Bahia, clima tropical Semiárido. A atividade investigativa foi realizada mediante pesquisa qualitativa, exploratória, viabilizada pela observação participante. As informações de campo, laboratório foram registradas em diário de bordo, fotografias, áudio/vídeo, coordenadas com auxílio de uma câmera Canon T5 EOS, Celular e GPS Garmim. Os dados foram transcritos, categorizados e analisados qualitativamente por meio do método comparativo, sendo posteriormente discutidas de acordo com os fundamentos da área. Evidenciou-se que a espécie A. caraya se alimenta de vegetais, como Ficus doliaria Kunth (Gameleira), Maytenus rígida Mart (Pau de colher), Ziziphus joazeiro Mart (Juazeiro) dentre outras não identificadas. Na sua dieta incluem galhos, cascas e raízes de outras plantas. Ressalta-se que a germinação e desenvolvimento dessas espécies ocorrem nas áreas com menores temperaturas e maiores umidades. Destaca-se que a espécie A. Caraya é fundamental para disseminação desses vegetais, na Serra do Calcário, contribuindo para o equilíbrio do agroecossitema local.
- ItemA escravidão em Cumbe: agência e potencial escolar(UNEB, 2023-04-24) Lordelo, Roberto José Seixas Dourado; Silva, José Carlos de Araujo; Ferreira, Carlos Augusto Lima; Chinen, Nobu; Ferreira, Jackson André da SilvaA presente pesquisa se desenvolve a partir do objetivo de encontrar potencialidades pedagógicas para o ensino da história da escravidão brasileira na publicação em quadrinhos intitulado Cumbe. Publicado em 2014, escrito e desenhado por Marcelo D’Salete, o volume aborda a escravidão no Brasil numa perspectiva que se relaciona com a mais recente fase da historiografia da escravidão, e justamente por ser uma história em quadrinhos de fácil acesso ao grande público, pode ser utilizada como veículo introdutor das discussões feitas na academia, nas salas de aula do Ensino médio. Para concluir a sua intenção, a pesquisa aponta diferentes interpretações sobre a escravidão presentes ao longo do século XX, até chegar ao momento atual, orientado pelo paradigma da agência, relacionando-o com a ficção presente em Cumbe. Para compreender o contexto de surgimento de Cumbe, realizou-se uma incursão na história do estabelecimento dos quadrinhos enquanto mídia popular, apontando o caráter racista da maneira preponderante de representação de personagens negros durante quase todo o século XX, algo que veio a ser ultrapassado recentemente.
- ItemA escravidão em Cumbe: agência e potencial escolar(Universidade do Estado da Bahia, 2023-12-19) Lordelo, Roberto José Seixas Dourado; Silva, José Carlos de Araújo; Silva; Ferreira, Carlos Augusto Lima; Chinen, Nobu; Ferreira, Jackson André da SilvaA presente pesquisa se desenvolve a partir do objetivo de encontrar potencialidades pedagógicas para o ensino da história da escravidão brasileira na publicação em quadrinhos intitulado Cumbe. Publicado em 2014, escrito e desenhado por Marcelo D9Salete, o volume aborda a escravidão no Brasil numa perspectiva que se relaciona com a mais recente fase da historiografia da escravidão, e justamente por ser uma história em quadrinhos de fácil acesso ao grande público, pode ser utilizada como veículo introdutor das discussões feitas na academia, nas salas de aula do Ensino médio. Para concluir a sua intenção, a pesquisa aponta diferentes interpretações sobre a escravidão presentes ao longo do século XX, até chegar ao momento atual, orientado pelo paradigma da agência, relacionando-o com a ficção presente em Cumbe. Para compreender o contexto de surgimento de Cumbe, realizou-se uma incursão na história do estabelecimento dos quadrinhos enquanto mídia popular, apontando o caráter racista da maneira preponderante de representação de personagens negros durante quase todo o século XX, algo que veio a ser ultrapassado recentemente
- ItemA história da contabilidade: uma análise de como a contabilidade evoluiu ao longo do tempo(Universidade do Estado da Bahia, 2024-12-20) Oliveira, Tulio Nepomuceno de; Figueiredo, Dr. Joabson Lima; Leite, Gildeci de Oliveira; Barreiros, Márcia Maria da Silva; Barbosa, Sara Rogéria SantosO presente trabalho versa sobre a representação do Jarê, religião sincrética encontrada na Chapada Diamantina, região pertencente ao interior da Bahia, a partir da relação entre História e Literatura, tendo como corpus documental a obra literária Torto Arado (2019), de Itamar Vieira Junior, e a conexão com os estudos já realizados sobre a temática, como a sua tese de doutorado, que apresenta alguns elementos citados na ficção, e outras pesquisas, como a de Ronaldo Senna (1998), Miriam Rabelo (2009) e de Gabriel Banaggia (2015). Para tanto, serão utilizados teóricos que discutem sobre o uso da literatura como fonte historiográfica, como Barros (2019) e Chartier (2001), bem como outras discussões, como a tradição cultural, uso da memória oral e a relação afro-indo-brasileira na literatura e na religiosidade, temas que também fundamentam esta pesquisa.
- ItemA identidade da entidade “A Jurema na ritualidade afro-indígena do Candomblé de Mãe Edneusa”(UNEB, 2023-07-20) Veriato, Sílvia Janayna de Oliveira; Guimarães, Francisco Alfredo Morais; Nascimento, Marcos Tromboni de Souza; Guimarães, Eduardo Alfredo MoraisEsta pesquisa investiga a identidade da Jurema dentro do Terreiro de Candomblé Abassá da Deusa Òsùn de Idjemim. Fez-se necessário percorrer uma narrativa histórica de como se deu o levante da Aldeia da Jurema dentro do Terreiro, como a Jurema atua no fortalecimento do Terreiro e quais os elementos da sua atuação que refletem a sua identidade indígena. O corpo e suas representações físicas, emocionais e espirituais dos conhecimentos ancestrais afro-indígenas dentro do Candomblé. Dentro desta cosmopercepção, verifica-se também os elementos de cura usados pela Jurema, seus adornos, apetrechos e vestimentas como afirmação de sua identidade indígena. Traçando um caminho para compreender as estéticas e performances como materialização da ritualidade no Terreiro. Abordando a pedagogia da Jurema, que acolhe, aconselha, cuida e cura, apresentando os seus ensinamentos para se ter bons caminhos.
- ItemA identidade da entidade: a Jurema na ritualidade afro-indígena do Candomblé de Mãe Edneusa(Universidade do Estado da Bahia, 2023-07-20) Veriato, Sílvia Janayna de Oliveira; Guimarães., Francisco Alfredo Morais; Nascimento, Marcos Tromboni de Souza; Guimarães, Eduardo Alfredo MoraisEsta pesquisa investiga a identidade da Jurema dentro do Terreiro de Candomblé Abassá da Deusa Òsùn de Idjemim. Fez-se necessário percorrer uma narrativa histórica de como se deu o levante da Aldeia da Jurema dentro do Terreiro, como a Jurema atua no fortalecimento do Terreiro e quais os elementos da sua atuação que refletem a sua identidade indígena. O corpo e suas representações físicas, emocionais e espirituais dos conhecimentos ancestrais afro-indígenas dentro do Candomblé. Dentro desta cosmopercepção, verifica-se também os elementos de cura usados pela Jurema, seus adornos, apetrechos e vestimentas como afirmação de sua identidade indígena. Traçando um caminho para compreender as estéticas e performances como materialização da ritualidade no Terreiro. Abordando a pedagogia da Jurema, que acolhe, aconselha, cuida e cura, apresentando os seus ensinamentos para se ter bons caminhos.
- ItemA leitura e a escrita como ferramenta de desenvolvimento humano e social na educação de pessoas privadas de liberdade(2025-07-29) Barreto, Camila de Jesus; Dourado, Patrícia Morais Rosendo; Durães, Hebert Vieira; Subrinho, Abinalio Ubiratan da CruzEste artigo fundamenta-se sobre o papel da Língua Portuguesa na educação de Pessoas Privadas de Liberdade - PPL na Educação de Jovens e Adultos - EJA, compreendendo o funcionamento de diferentes linguagens e práticas nesse campo de atuação por meio da análise de um plano de ensino anual com abordagem pedagógica, com foco nas necessidades desse público e seguindo as diretrizes e competências da BNCC - Base Nacional Comum Curricular. Para realizar a análise, o plano foi disponibilizado, mediante autorização, por uma professora atuante no complexo prisional. A partir disso, foi observado como as competências e habilidades da BNCC, que fazem parte da dimensão técnica da construção do plano de curso por meio de mobilizações de várias práticas de linguagem em contexto de Pessoas Privadas de Liberdade, contribuem para o processo de função social da linguagem, humano e intelectual. Discute-se como a educação inalienável é um direito constitucional, estratégico e transformador de vidas, e como a potencialização no contexto do sistema penal traz implicações positivas para o processo de ressocialização, diminuição da reincidência criminal, reintegração e capacitação dos internos, os quais, por meio dos conhecimentos adquiridos podem exercitar os direitos secundários. Ressalta-se também sobre a ausência de formação continuada dos profissionais que atuam nesse contexto, escassez de infraestrutura adequada e recursos financeiros. Por fim, mostra-se como a leitura e a escrita impactam de maneira positiva na vida dos internos, e quais são os elementos básicos para uma ressocialização eficaz, utilizando a educação enquanto ferramenta para uma sociedade mais justa e inclusiva.
- ItemA luta Pankararu pelo território: um estudo através dos procedimentos administrativos (TI Pankararu e TI Entre Serras - Pernambuco)(Universidade do Estado da Bahia, 2025-05-05) Silva, Elizabeth Aléxa Oliveira; Cancela, Francisco Eduardo Torres; Santos, Jamille Macedo Oliveira; Dantas, Mariana AlbuquerqueA presente pesquisa trata sobre o tema dos direitos humanos e garantias fundamentais dos povos indígenas, especificamente acerca do direito à terra, que está assegurado e previsto pela Carta Magna de 1988, Constituição da República Federativa do Brasil. Mencionaremos no decorrer da narrativa: a etnicidade, o direito à terra e os procedimentos demarcatórios do Povo Pankararu nas suas terras indígenas. A problematização se desenvolve na possibilidade de escrever uma história da luta indígena pelo direito à terra através da documentação do processo de judicialização: As Terras Indígenas Pankararu e Entre Serras de Pankararu (Proc. Funai/BSB/2275/84 28870.002275/1985-95 e Proc. 08620.002369/2002-31). Essa dissertação tem o enfoque de evidenciar a luta pela defesa das terras indígenas do Povo Pankararu, por intermédio dos processos administrativo de demarcação, ressaltando a complementação do seu território indígena que foi por vários séculos diminuído, e diante dessas reivindicações pela aplicabilidade, efetividade e proteção da terra indígena Pankararu. O ponto de partida do estudo é uma discussão bibliográfica sobre a etnologia e a história dos Pankararu, buscando destacar os processos de territorialização vividos pelo grupo étnico cultural ao longo do tempo pelos recursos administrativo e judiciário. A função de enfatizar a importância e a relevância de preservar e amparar o direito dos povos originários à terra, relacionando a interdisciplinaridade das duas ciências, o direito e a história, aplicando assim, todos os entendimentos dos direitos humanos às terras aos povos indígenas, em específico, ao Povo Pankararu, a cidadania diferenciada e específica, além do processo de luta pela defesa dos interesses dos povos originários perante o direito e a proteção à terra e o procedimento demarcatório.
- ItemA luta pela terra: direitos e conflitos em Morro do Chapéu (Chapada Diamantina, Bahia, Século XIX)(Universidade do Estado da Bahia, 2021-11-26) Santana , Ana Lúcia de Jesus; Ferreira, Jackson André da Silva; Jesus, Paulo César Oliveira de; Vieira Filho, Raphael RodriguesO objetivo geral nesta dissertação é discutir sobre a importância da posse e da propriedade da terra na vila de Morro do Chapéu a partir dos conflitos litigiosos ocorridos na segunda metade do século XIX, através da análise da Lei nº 601 de 18/09-1850 – Lei de Terras – e do decreto nº 1.318, de 30 de janeiro de 1854 que regulamentava a execução da Lei citada, assim como dos processos criminais que tratam de litígios ocorridos na vila de Morro do Chapéu durante a segunda metade do século XIX. Este texto está inserido nos estudos voltados para a perspectiva agrária, uma vez que a partir da documentação estudada foi possível conhecer as motivações dos conflitos relacionados à terra, as formas de apropriação, as relações de trabalho e os sujeitos sociais envolvidos nas contendas. Em muitos desses processos, senhores de terras e membros da elite agrária apareciam litigando com trabalhadores rendeiros, agregados e posseiros, em um jogo de forças opostas, em que o poder dos fazendeiros e a resistência dos trabalhadores se faziam visíveis quando a questão era levada à justiça. Assim, para este estudo, é imprescindível a compreensão de como essas forças opostas apresentavam suas versões, revelando, nesses pleitos, laços e vínculos de desavenças, de amizades e de solidariedade entre os envolvidos direta e indiretamente nos conflitos.
- ItemA magia das palavras: a contação de história como estratégia potencializadora da alfabetização(Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-10) Suares, Ketlyn Caroline Macena; Oliveira, Samila Rosa de; Paiva, Núbia Pereira; Barreto Neta, Lormina; Correia, Maria da Conceição AraújoA presente pesquisa explora a alfabetização como um processo fundamental para o desenvolvimento cognitivo, social e cultural da criança, que envolve não apenas a decodificação de letras, mas também a compreensão e produção de sentidos. Nessa perspectiva, o problema de pesquisa consiste em compreender, como a contação de histórias é pensada pelo professor para o desenvolvimento da leitura no processo de alfabetização. A contação de histórias destaca-se como estratégia capaz de favorecer o desenvolvimento da linguagem, ampliar o vocabulário e despertar o prazer pela leitura. Pesquisas apontam que práticas narrativas contribuem para o letramento e para a formação de leitores críticos, tornando o aprendizado mais significativo e prazeroso. O objetivo da investigação é analisar como professores dos anos iniciais relacionam a contação de histórias ao desenvolvimento da leitura no processo de alfabetização, identificando desafios, efeitos dessa prática e suas contribuições para o letramento infantil. A pesquisa utilizou abordagem qualitativa, fundamentada em estudo de caso. Foram realizadas entrevistas com duas professoras alfabetizadoras de uma turma de 1º ano. Os dados foram registrados em diário de bordo e analisados à luz de referenciais teóricos como Soares, Ferreiro, Abramovich e Juvêncio Barbosa, articulando teoria e prática para compreender o papel da contação de histórias na alfabetização. Como resultados, percebe-se que as professoras reconhecem a contação de histórias como recurso importante para estimular a leitura, ampliar a imaginação, favorecer a oralidade e enriquecer o repertório linguístico. Entretanto, os dados revelam que essa prática ainda é utilizada de forma pontual, muitas vezes restrita a momentos de entretenimento ou introdução de atividades de interpretação. Observou-se um distanciamento entre a importância atribuída à contação de histórias pela literatura e sua aplicação cotidiana em sala de aula, dificultado pela falta de tempo de planejamento e pela predominância de práticas tradicionais de alfabetização voltadas à decodificação. A pesquisa indica que a contação de histórias possui forte potencial pedagógico para a alfabetização e o desenvolvimento leitor, contribuindo para a construção de sentidos, ampliação da linguagem e formação de leitores mais críticos. Contudo, sua efetivação ainda enfrenta desafios na prática docente. Torna-se necessário fortalecer a formação do professor e ampliar o uso intencional e sistematizado dessa estratégia, a fim de integrar a leitura literária ao cotidiano escolar como parte do processo de alfabetização e letramento.
- ItemA mulher na ciência do Amaro(UNEB, 2023-08-31) Oliveira, Elaine Patrícia de Sousa; Cancela, Francisco Eduardo Torres; Nunes, Luciana de Castro; Guimaraes, Francisco Alfredo Morais; Vergne, Maria Cleonice de SouzaO trabalho intitulado “A Mulher na Ciência no Amaro” versa sobre a presença das mulheres na ciência indígena do Povo Pankararé de Glória – Bahia – Brasil. Situados na região do Raso da Catarina, os Pankararé possuem em seu sistema de crença relacionados ao culto a natureza através do Toré, Mesa da Ciência e a dança dos Praiá realizados num território sagrado denominado Amaro. As mulheres participam deste sistema numa conotação polissêmica desde os fenômenos relacionados à sustentação do rito no puxamento de cânticos, quer seja na busca constante de espaços, no qual a presença e o papel das mulheres sejam reconhecidos. Todo trabalho foi demarcado por torés de conversas, no qual foi possível traçar uma cartografia de cunho visual através de fotografias, etnodesenhos e conversações que impulsionaram a escrevivência, num esforço de compartilhamento de informações e análise da realidade vivida. O recorte de gênero apontado, aufere não apenas o complexo sistêmico de separatismo e preconceito cunhado às mulheres indígenas, mas, permitiu-nos por outro lado, identificar em que medida as mulheres indígenas protagonizam, na transmissão de saberes, fazeres e poder ecocosmológico, bem como, no reforço as lutas de resistência em torno da identidade e do território. A Mãe do Terreiro e as mulheres do Amaro, desenvolvem papéis históricos e relações sociopolíticas e organizativos na resistência do Povo Pankararé. Assim, as desigualdades são superadas na medida de uma consciência feminina acerca dos seus papéis coletivos. O sagrado, as memórias, as gestas, os ritmos são composições que marcam paisagens sonoras, cartografias emancipatórias dos próprios corpos femininos.
- ItemA mulher na ciência do Amaro(Universidade do Estado da Bahia, 2023-08-31) Oliveira, Elaine Patricia de Sousa; Cancela, Francisco Eduardo Torres; Nunes, Luciana de Castro; Vergne, Maria Cleonice de SouzaO trabalho intitulado “A Mulher na Ciência no Amaro” versa sobre a presença das mulheres na ciência indígena do Povo Pankararé de Glória – Bahia – Brasil. Situados na região do Raso da Catarina, os Pankararé possuem em seu sistema de crença relacionados ao culto a natureza através do Toré, Mesa da Ciência e a dança dos Praiá realizados num território sagrado denominado Amaro. As mulheres participam deste sistema numa conotação polissêmica desde os fenômenos relacionados à sustentação do rito no puxamento de cânticos, quer seja na busca constante de espaços, no qual a presença e o papel das mulheres sejam reconhecidos. Todo trabalho foi demarcado por torés de conversas, no qual foi possível traçar uma cartografia de cunho visual através de fotografias, etnodesenhos e conversações que impulsionaram a escrevivência, num esforço de compartilhamento de informações e análise da realidade vivida. O recorte de gênero apontado, aufere não apenas o complexo sistêmico de separatismo e preconceito cunhado às mulheres indígenas, mas, permitiu-nos por outro lado, identificar em que medida as mulheres indígenas protagonizam, na transmissão de saberes, fazeres e poder ecocosmológico, bem como, no reforço as lutas de resistência em torno da identidade e do território. A Mãe do Terreiro e as mulheres do Amaro, desenvolvem papéis históricos e relações sociopolíticas e organizativos na resistência do Povo Pankararé. Assim, as desigualdades são superadas na medida de uma consciência feminina acerca dos seus papéis coletivos. O sagrado, as memórias, as gestas, os ritmos são composições que marcam paisagens sonoras, cartografias emancipatórias dos próprios corpos femininos.
- ItemA participação das crianças negras escravizadas no processo de formação do português brasileiro: uma metaficção historiográfica dos contatos linguísticos a partir do romance Um defeito de cor(2025-07-29) Santos, Sabrina Machado dos; Silva, Jacson Baldoino; Castro, Junior César Ferreira de; Silva, Malane Apolônio da; Dourado, Patrícia Morais RosendoEste trabalho analisa a obra Um defeito de cor, de Ana Maria Gonçalves (2024), a partir da proposta teórica da metaficção historiográfica (Hutcheon, 1991), com o objetivo de compreender como o romance evidencia a participação das crianças negras escravizadas nos processos de aprendizagem e formação do português brasileiro. O estudo parte das contribuições de Silva (2023) e de Silva, Araujo e Santiago (2024) e se propõe, como um desdobramento dessas discussões, com foco específico na participação das crianças negras escravizadas nos processos de aprendizagem, de maneira irregular (Lucchesi; Baxter, 2009), do português durante o período colonial. A metodologia utilizada consistiu em análise bibliográfica e interpretativa, com base em estudos da Sociolinguística (Lucchesi, 2003; Mattos e Silva, 2004; Lucchesi; Baxter, 2009) e da Teoria Literária (Hutcheon, 1991). A análise da obra de Gonçalves (2024), a partir da trajetória de Kehinde, personagem central do romance, observou-se que a aprendizagem da língua portuguesa ocorreu em contexto de extrema assimetria, caracterizando um processo de transmissão linguística irregular, tal como discutido por Lucchesi (2003), Mattos e Silva (2004) e Lucchesi e Baxter (2009). O trabalho demonstra que a literatura, pode funcionar como ferramenta crítica de leitura histórica e linguística (Silva, 2023; Silva; Araujo; Santiago, 2024) e Um defeito de cor (Gonçalves, 2024) se confirmou como uma obra fundamental para pensar os efeitos sociais e linguísticos da escravidão, por permitir compreender, pela experiência da infância negra, as condições violentas em que o português foi imposto e aprendido.
- ItemA participação das crianças negras escravizadas no processo de formação do português brasileiro: uma metaficção historiográfica dos contatos linguísticos a partir do romance “Um defeito de cor”(Universidade do Estado da Bahia, 2025-07-29) Santos, Sabrina Machado dos; Silva, Jacson Baldoino; Castro Junior, César Ferreira de; Silva, Malane Apolônio da; Dourado, Patrícia Morais RosendoEste trabalho analisa a obra Um defeito de cor, de Ana Maria Gonçalves (2024), a partir da proposta teórica da metaficção historiográfica (Hutcheon, 1991), com o objetivo de compreender como o romance evidencia a participação das crianças negras escravizadas nos processos de aprendizagem e formação do português brasileiro. O estudo parte das contribuições de Silva (2023) e de Silva, Araujo e Santiago (2024) e se propõe, como um desdobramento dessas discussões, com foco específico na participação das crianças negras escravizadas nos processos de aprendizagem, de maneira irregular (Lucchesi; Baxter, 2009), do português durante o período colonial. A metodologia utilizada consistiu em análise bibliográfica e interpretativa, com base em estudos da Sociolinguística (Lucchesi, 2003; Mattos e Silva, 2004; Lucchesi; Baxter, 2009) e da Teoria Literária (Hutcheon, 1991). A análise da obra de Gonçalves (2024), a partir da trajetória de Kehinde, personagem central do romance, observou-se que a aprendizagem da língua portuguesa ocorreu em contexto de extrema assimetria, caracterizando um processo de transmissão linguística irregular, tal como discutido por Lucchesi (2003), Mattos e Silva (2004) e Lucchesi e Baxter (2009). O trabalho demonstra que a literatura, pode funcionar como ferramenta crítica de leitura histórica e linguística (Silva, 2023; Silva; Araujo; Santiago, 2024) e Um defeito de cor (Gonçalves, 2024) se confirmou como uma obra fundamental para pensar os efeitos sociais e linguísticos da escravidão, por permitir compreender, pela experiência da infância negra, as condições violentas em que o português foi imposto e aprendido.
- ItemA política de cotas na Universidade do Estado da Bahia do Campus XVI: um olhar sobre o acesso do negro ao ensino superior (2012-2022)(Universidade do Estado da Bahia, 2024-10-17) Santos, Gerson Bento dos; Oliveira, Itamar Freitas de; Santos, Cenilza Pereira; Figueiredo, Joabson de Lima; Dourado, Larissa BaganoEste trabalho, realizado no âmbito do Mestrado Acadêmico do Programa de Pós-Graduação em Estudos Africanos, Povos Indígenas e Culturas Negras (PPGEAFIN), da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), tem como tema: A Política de cotas na Universidade do Estado da Bahia do Campus XVI: Um Olhar Sobre o Acesso do Negro ao Ensino Superior. Com base nesse contexto, são levantadas questões relevantes: Qual é o percurso percorrido pelos estudantes negros depois de ingressarem à Universidade do Estado da Bahia (UNEB), campus XVI, localizada na cidade de Irecê- BA, no período de 2012 a 2022? Além disso, quais são os desafios enfrentados pelos estudantes cotistas para se manterem em uma Universidade pública e de qualidade? Traz como objetivo geral: analisar o impacto da política de cotas raciais, estabelecida pela Lei Nº 12.711, de 29 de agosto de 2012, na inclusão de estudantes negros nos cursos presenciais de graduação (Letras, Pedagogia e Administração) da UNEB - Campus XVI, localizado na cidade de Irecê, Bahia, no período de 2012 a 2022. E como objetivos específicos busca-se: Investigar o contexto histórico e social que levou a implementação da política de cotas raciais na UNEB – Campus XVI, bem como os princípios e diretrizes adotadas pela instituiçaõ; Identificar o perfil dos estudantes negros que ingressaram no campus XVI da UNEB por meio das cotas raciais, identificando características demográficas, socioeconômicas e educacionais; Identificar os desafios e as barreiras enfrentadas pelos estudantes negros cotistas durante a trajetória acadêmica na UNEB – Campus XVI, bem como as políticas de apoio e assistência oferecidas pela Universidade. O presente trabalho tem como contexto os Cursos presenciais de Administração, Licenciatura em Pedagogia e Letras na UNEB, do campus XVI e os sujeitos são 09 discentes dos cursos citados acima. A metodologia proposta para orientar esse estudo está fundamentada nas concepções teóricas da abordagem qualitativa, onde foi realizada a pesquisa bibliográfica e análise de documentos, assim como um grupo focal com os estudantes. Sobre o referido campo de estudo, teve como base nos autores: Petrucelli (2003), Mattos (2010), Theodoro (2012), Munanga (2012), Silva (2022), Telles (2003), Gomes (2001), Candau (2003), Boaventura (2009), Bernardino (2004), Lima (2010), Silva (2017), Lavielle e Dionne (1999), Gatti (2005). Considera-se que os resultados dessa pesquisa indicam que a política de cotas raciais contribuiu significativamente para a inclusão de estudantes negros, proporcionando maior diversidade e equidade no ambiente acadêmico. No entanto, persistem desafios relacionados à permanência e sucesso acadêmico, os quais são parcialmente mitigados pelas políticas de apoio institucional, evidenciando a necessidade de aprimoramento contínuo dessas iniciativas.