Licenciatura em Pedagogia - DEDC11
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O curso de Pedagogia deste Departamento foi o pioneiro na Região do Sisal. Desde o ano de 1988 vem graduando profissionais de ensino e atendendo a crescente formação de professores dos municípios de Araci, Teofilândia, Santa Bárbara, Barrocas, Tucano, Monte Santo, Santaluz, Cansanção, Riachão do Jacuípe, Queimadas, Pé de Serra, Biritinga, Capela do Alto Alegre, Lamarão, Nordestina, Retirolândia, Candeal, São Domingos, Ichu, entre outros, dentro e fora do Território de Identidade do Sisal. Segundo o Instituto de Desenvolvimento do Sisal, a região possui uma população aproximada de 552.713 habitantes, dos quais 348.222 (63%) habitam a área rural. Essa região também concentra alguns dos piores índices de desenvolvimento social e econômico do país, conforme dados divulgados pelo Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Porém o município de Serrinha, sede deste Departamento, se apresenta em situação privilegiada em relação a outros municípios, por apresentar uma economia e um IDH (0,658 PNUD) diferenciados. Neste contexto, o Curso de Licenciatura em Pedagogia apresenta-se como possibilidade real de melhoria dos índices educacionais e sociais, uma vez que, os alunos dele integrantes, poderão se tornar agentes sociais ativos da construção do conhecimento e da cidadania, por meio do tripé universitário: ensino, pesquisa e extensão de uma Universidade pública autônoma e de qualidade.
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- ItemA Escrita científica e as memórias construidas sobre a educação inclusiva no território do sisal: recorte de um estudo no campus XI, UNEB(Universidade do Estado Bahia, 2025-01-07) Santos, Vanessa Araujo; Cardoso, Jusceli Maria O. de Carvalho; Carvalho, Maria Cezarela Oliveira; Cerqueira, Larissa MotaTrata-se de um artigo cuja proposição foi forjada e se consolidou, por nossa imersão no Programa de Iniciação Científica IC, Edital 019/2023, constituindo-se em um estudo, no campo da investigação qualitativa, caracterizando-se como uma pesquisa de inspiração empírica e bibliográfica. A questão de pesquisa foi: como as escritas científicas produzidas no DEDC XI, Curso de Pedagogia, e disponíveis no repositório do NAI- Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, se entrelaçam a produção de pesquisas no campo da educação inclusiva? Sendo assim, o trabalho em torno da revivificação das escritas, dos fatos, das histórias pessoais e coletivas de um coletivo social se torna de relevância para todos e todas, no sentido histórico, social, mas também como objeto real de interesse coletivo em compreender a inclusão. Assim, a produção da pesquisa em tela, se converterá num exercício fecundo de encontros com os trabalhos, escritas, registros produzidos pelos acadêmicos e que compõem o acervo do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão do CAMPUS XI. Sendo que tivemos como local de estudos o NAI- Núcleo de Acessibilidade e Inclusão do DEDC XI, Serrinha, especificamente com o objeto repositório físico intitulado “estante autoral”, construto situado no NAI-DEDC XI, onde estão alocados textos produzidos por meio da pesquisa no curso de Pedagogia deste Campus XI. Tendo como objetivo geral: conhecer os principais temas, recortes, nuances, características dos trabalhos escritos e publicados, entre os anos de 2018 a 2024, período demarcado pela implementação do NAI - DEDC XI, de existência da linha de pesquisa, Educação Especial e Inclusiva, do CAMPUS XI, catalogando as produções existentes no acervo e no Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, no intento de com isso, tecer os fios da memória da educação inclusiva tal qual coexistiu e se manifesta nos dias correntes. Como referencial teórico, subsidiamos as ações da incursão científica no âmbito da teoria sociointeracionista de Vygotsky, sobretudo pelos postulados formulados no âmbito da educação especial e da Defectologia. A metodologia adotada foi de abordagem qualitativa, em forma de um estudo empírico e bibliográfico configurado pela análise do acervo físico de textos monográficos e artigos produzidos entre 2018 a 2024, que trazem luzes para a discussão sobre a educação inclusiva e especial. Após os trabalhos de leitura científica, conseguimos constatar que o DEDC XI tem um protagonismo forte em relação a pesquisas no âmbito da educação inclusiva, tendo uma representatividade potente, através das escritas acadêmicas produzidas. No entanto, asseveramos a dificuldade de escoamento, difusão e publicação destas produções, que carecem de serem divulgadas amplamente e postas em acesso livre para a comunidade acadêmica e externa.
- ItemAlfabetização e letramento no ensino fundamental- anos iniciais: apontamentos sobre produções do PPGIES/UNEB(Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-18) Pereira, Êmily Oliveira; Queiroz, Gildaite Moura de; Soares, Marcia Torres Neri; Castro, Selma Barros Daltro deEste artigo se configura como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Departamento de Educação/Campus XI- Serrinha-BA, e apresenta um estudo sobre alfabetização e letramento no ensino fundamental- anos iniciais através de apontamentos sobre produções do PPGIES/UNEB. A pesquisa trouxe como questão norteadora: o que revelam as produções do PPGIES/UNEB sobre alfabetização e letramento no ensino fundamental, campo de atuação do pedagogo? e tem como objetivos: a) mapear as produções do PPGIES/UNEB que tratam sobre alfabetização e letramento no ensino fundamental- anos iniciais de 2019-2025; b) refletir sobre os conceitos de alfabetização e letramento que fundamentam as pesquisas; c) analisar o que revelam as pesquisas do PPGIES/UNEB acerca da alfabetização e letramento no ensino fundamental- anos iniciais, campo de atuação do pedagogo. Fundamentou-se em autores como: Ferreiro e Teberosky (1999), Morais (2005), Soares (2024), entre outros, e se ancorou na pesquisa qualitativa com inspiração metodológica no Estado do Conhecimento. Os resultados revelaram distinções entre alfabetização e letramento conforme teoria estudada, bem como as múltiplas dimensões do letramento, destacando, ainda, a importância de alfabetizar letrando, pois, as práticas de letramento contribuem para a formação de sujeitos leitores, reflexivos e críticos.
- ItemO que precisamos saber sobre a esquizofrenia? importância da educação para desconstrução do preconceito(Universidade do Estado da Bahia, 0025-12-01) Lima, Valdiney Santana; Cardoso, Jusceli Maria Oliveira de Carvalho; Passos, Mirian Barreto de Almeida; Carvalho, Maria Cezarela OliveiraO artigo aborda sobre a esquizofrenia, no contexto escolar, destacando o problema da desinformação docente e dos profissionais da educação que contribui para preconceito, evasão e dificuldades na inclusão de estudantes que apresentam sinais ou diagnóstico do transtorno. A inquietação da autora, motivada por vivências pessoais e pela formação em Pedagogia, leva à questão central: quais informações presentes na literatura científica podem auxiliar professores a compreender melhor a esquizofrenia e, assim, desconstruir estigmas e favorecer a permanência escolar? O estudo tem como objetivo geral :compreender a condição da esquizofrenia em adolescentes tendo em vista a construção de informações que podem orientar os professores nos processos de ensino e inclusão escolar de estudantes com esse transtorno e como objetivos específicos conceituar o transtorno, caracterizar seus sintomas e refletir sobre a inclusão desses jovens na escola. Utilizou-se uma metodologia qualitativa, com estudo exploratório, de natureza bibliográfica, adotando como descritores produções disponíveis no Google Acadêmico e dialogando com autores como Silva (2022), Giacon e Galera (2006), Andrade (2025), Bressan e Noto (2022), Amaral (2012), Carvalho e Dalgalarrondo (2005), De Paula (2018) e Gutt (2013), entre outros. Os dados analisados evidenciam que a esquizofrenia é um transtorno complexo, multifatorial e ainda cercado por estigma, manifestando-se por sintomas positivos e negativos que afetam a percepção da realidade, o comportamento e as interações sociais. Conclui-se que o acesso dos professores a informações científicas claras e sistematizadas é fundamental para que eles possam identificar sinais de adoecimento, colaborar com profissionais de saúde e construir práticas pedagógicas mais acolhedoras, fortalecendo a inclusão escolar de adolescentes com esquizofrenia.
- ItemA literatura infantil negra na Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN): breves apontamentos(Universidade do Estado da Bahia, 2025-07-31) Silva, Marcondes Santos da; Pereira, Isabelle Sanches; Ramos, Dilzete da Silva Mota; Nascimento, Telma Regina BtistaO presente artigo, desenvolvido no âmbito da pesquisa de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), apresenta reflexões acerca da Literatura Infantil Negra no periódico da Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN), tendo como questão norteadora: como as discussões sobre Literatura Infantil Negra são apresentadas no periódico da Revista da ABPN, no período de 2020 a 2024? Trata-se de um estudo de abordagem qualitativa, de natureza bibliográfica, fundamentado em uma revisão sistemática da produção acadêmica publicada na referida revista. O objetivo consistiu em analisar as discussões sobre Literatura Infantil Negra publicadas na Revista da ABPN em um período recente. A pesquisa foi subsidiada por obras literárias como Amoras (2018); Minha mãe é negra sim (2008); Meu crespo é de rainha (2018); As tranças de Bintou (2010) entre outras. O percurso teórico teve contribuições de autores como Campos (2016), Cuti (2010), Duarte (2014), Hall (2015), Munanga (2008), além de outros/as, cujas discussões possibilitam compreender a Literatura Infantil Negra como instrumento de resistência, afirmação identitária e produção de subjetividades negras. Os resultados apontam para a emergência de uma produção crítica, comprometida com a luta antirracista e com a promoção de narrativas que visibilizam a infância negra no âmbito literário e acadêmico.
- ItemQuero ver brotar semente: currículo, infâncias negras no Território do Sisal com a implementação da Lei Municipal n° 507/2025 no município de Barrocas-BA(Universidade do Estado da Bahia, 2025-07-31) Anjos, Tainalle de Jesus; Sanches, Isabelle Pereira; Ramos, Dilzete da Silva Mota; Santos, Marta Alencar dosEste artigo apresenta a pesquisa desenvolvida como requisito para conclusão da licenciatura em Pedagogia no Departamento de Educação Campus XI, UNEB/Serrinha. Buscamos refletir com pode contribuir para o reconhecimento e valorização das infâncias negras no Território do Sisal, a partir da análise da implementação da Lei Municipal nº 507/2025, no município de Barrocas-BA. Como questão propulsora, apresentamos: como as infâncias negras estão pautadas a partir da Lei Municipal n° 507/2025, para que a educação antirracista seja promovida desde a infância? A presente Lei é baseada na Lei 10639/2003, e institui a Política Municipal de Educação Antirracista, para o enfrentamento do racismo no contexto escolar, especialmente na Educação Infantil. Com abordagem qualitativa, o estudo se apoia em análise documental e revisão bibliográfica, e traça caminhos com minhas experiências pessoais enquanto mulher negra e egressa da rede pública de ensino. O objetivo da pesquisa baseia-se em é refletir como as questões as infâncias negras são pautadas pela Lei Municipal n° 507/2025, orientadora rede municipal de ensino do Município, com foco na Educação Infantil. O percurso teórico dialogou com os pensamentos de pensadora como Alice Casimiro Lopes (2011), Bell Hooks (2013), Marta Alencar Santos (2008), Míghian Nunes Duarte (2016), Nilma Gomes (2005), dentre outros. O currículo é considerado neste estudo como prática discursiva e política, que pode tanto reproduzir silenciamentos quanto promover reconhecimento e pertencimento. A pesquisa deixa aponta que a efetivação da Lei 507/2025 exige o compromisso de toda a comunidade escolar com uma educação verdadeiramente antirracista.