Licenciatura em Pedagogia - DMCE25
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- ItemOs desafios tecnológicos enfrentados pelos professores da UNEB – Lauro de Freitas, na pandemia e seus impactos na prática da docência(Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-16) Almeida, Bruna Pessanha de; Andrade, Carlos Magno Diniz Guerra de; Araújo, Flávia Lorena de Souza; Coêlho, Patricia Julia SouzaEste trabalho monográfico investiga os desafios tecnológicos enfrentados pelos docentes da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Campus XXV – Lauro de Freitas, durante a pandemia de COVID-19, e seus impactos na prática docente. O objetivo geral é identificar os problemas vivenciados pelos professores no âmbito pedagógico e digital decorrentes das restrições impostas pela pandemia. Como objetivos específicos, buscou-se: identificar as maiores dificuldades dos docentes em relação ao uso das ferramentas educacionais digitais disponibilizadas pela instituição; verificar se os professores conheciam todas as ferramentas digitais oferecidas; analisar o suporte tecnológico e seu nível de efetividade; e compreender o impacto da pandemia na aprendizagem tecnológica dos docentes. A metodologia adotada foi de abordagem qualitativa, utilizando estudo de caso como estratégia de pesquisa. Os instrumentos de coleta de dados incluíram um questionário on-line com 10 questões de múltipla escolha e uma questão aberta, aplicado aos docentes do campus (12 respostas de um universo de 16 professores), e uma entrevista estruturada com 9 perguntas direcionadas à GERINF (Gerência de Informática da UNEB). Os resultados evidenciaram que as principais dificuldades enfrentadas pelos docentes foram: adaptação abrupta ao ensino remoto emergencial, desconhecimento ou inabilidade no uso das ferramentas digitais disponíveis, conexão de internet instável, ausência de capacitação tecnológica continuada, dificuldade em manter o engajamento dos estudantes nas aulas remotas, necessidade de adaptação de conteúdos para o formato online e suporte tecnológico insuficiente ou pouco divulgado. A pesquisa revelou que 42,86% dos professores não participaram de nenhuma capacitação durante a pandemia e que o serviço de suporte foi considerado efetivo por apenas 25% dos docentes. Conclui-se que a pandemia intensificou lacunas tecnológicas preexistentes na prática docente e que, apesar dos recursos disponibilizados pela instituição, a falta de formação continuada, comunicação efetiva e suporte adequado limitou a efetividade do ensino remoto. Recomenda-se investimento em formação continuada permanente, ampliação e divulgação dos serviços de suporte tecnológico, melhoria da infraestrutura de internet e maior disponibilização de equipamentos.
- ItemAnais [do] II festival de arte, cultura e ciência saberes e fazeres: interconexões possíveis(Universidade do Estado da Bahia, 2024) Santos, Marta Pereira; Bitencourt, Mônica LemosO II Festival de Arte, Cultura e Ciência/ FACC, intitulado “Saberes e fazeres: interconexões possíveis”, é um espaço de discussão e compartilhamento de conhecimentos que visa integrar e entrelaçar, de forma inter e multidisciplinar, olhares sobre arte, educação, cultura e ciência, com intenção de revelar e de reafirmar espaços: materiais, conceituais e afetivos, considerando o contexto em que vivemos atualmente, marcado pelo atrito entre políticas de retrocessos e lutas de resistência, de modo a pensarmos coletivamente o ecoar de nossas (re)existências e resiliências, inclusive nas pesquisas que fazemos dentro e fora do Departamento Multidisciplinar de Ciências e Educação (DMCE - Campus XXV, Lauro de Freitas) na Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Nos dias 03 e 04 de setembro 2024, foi convidada a comunidade acadêmica interna e externa, os profissionais do ensino básico e os coletivos artístico-culturais a participar do FACC, evento calendarizado em sua segunda edição. A programação foi composta pela realização da primeira Audiência Pública de Arte, Cultura e Movimentos Sociais e por sessões de comunicação, mostras culturais e artísticas. Os anais, aqui apresentados, são frutos do trabalho e dedicação de gestores, docentes, discentes, técnicos e sociedade civil que buscaram, em uma união de esforços, trazer contribuições significativas para nosso território. Os Anais, em formato de e-book registram os resultados da pesquisa por meio dos instrumentos elegidos: relatório da audiência e resumos das comunicações.
- ItemNarração baderneira: uma jornada de Alfabetização/letramento no primeiro ano do ensino fundamental I atráves da cultura baiana.(Universidade do Estado da Bahia, 2023-12-13) Azevedo, Luiza Moura de; Santos, Marta Pereira; Bitencourt, Mônica Lemos; Ribeiro, Silvar FerreiraA pesquisa aborda o processo de alfabetização e letramento no 1º ano do Ensino Fundamental I, com foco nas narrativas locais/culturais articulando com a Pedagogia Waldorf. Destaca a padronização das aulas nos anos iniciais, propondo uma abordagem educacional centrada em narrativas para promover encantamento e melhorias na educação. O trabalho dialoga com teóricos do desenvolvimento infantil para a percepção da aprendizagem na transição da educação infantil para o ensino fundamental. A metodologia do trabalho consiste em uma pesquisa qualitativa, que evidenciou e descreveu os fenômenos sociais e culturais, focando na prática pedagógica da alfabetização e letramento no 1º ano do Ensino Fundamental I, tendo como base a Pedagogia Waldorf, através das histórias criadas. A pesquisa foi baseada em um relato de experiências, integrando observações e registros documentais, como planejamentos e anotações críticas. As aulas foram planejadas em épocas, levando em conta as festividades culturais e as estações do ano, na qual, as histórias criadas foram contextualizadas. O relato de experiência analítico reflexivo sobre a prática pedagógica foi o recurso utilizado para a pesquisa. Este estudo enfatizou a importância de promover a diversidade cultural e de envolver os alunos no processo de aprendizagem, respeitando seu desenvolvimento infantil. Os resultados mostraram que a utilização de narrativas culturais enriqueceu o processo de ensino, promovendo o encantamento e a conexão dos alunos com o conteúdo. As crianças não apenas desenvolveram habilidades de leitura e escrita, mas também fortaleceram a oralidade, a memória e a coordenação corporal-espacial. A experiência de contar histórias ajudou a criar um ambiente de aprendizado mais significativo e envolvente, reforçando a importância da diversidade cultural na educação.