Campus XVI - Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT) - Irecê
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Navegando Campus XVI - Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT) - Irecê por Palavras-chave "Ancestralidade"
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- ItemA identidade da entidade “A Jurema na ritualidade afro-indígena do Candomblé de Mãe Edneusa”(UNEB, 2023-07-20) Veriato, Sílvia Janayna de Oliveira; Guimarães, Francisco Alfredo Morais; Nascimento, Marcos Tromboni de Souza; Guimarães, Eduardo Alfredo MoraisEsta pesquisa investiga a identidade da Jurema dentro do Terreiro de Candomblé Abassá da Deusa Òsùn de Idjemim. Fez-se necessário percorrer uma narrativa histórica de como se deu o levante da Aldeia da Jurema dentro do Terreiro, como a Jurema atua no fortalecimento do Terreiro e quais os elementos da sua atuação que refletem a sua identidade indígena. O corpo e suas representações físicas, emocionais e espirituais dos conhecimentos ancestrais afro-indígenas dentro do Candomblé. Dentro desta cosmopercepção, verifica-se também os elementos de cura usados pela Jurema, seus adornos, apetrechos e vestimentas como afirmação de sua identidade indígena. Traçando um caminho para compreender as estéticas e performances como materialização da ritualidade no Terreiro. Abordando a pedagogia da Jurema, que acolhe, aconselha, cuida e cura, apresentando os seus ensinamentos para se ter bons caminhos.
- ItemA identidade da entidade: a Jurema na ritualidade afro-indígena do Candomblé de Mãe Edneusa(Universidade do Estado da Bahia, 2023-07-20) Veriato, Sílvia Janayna de Oliveira; Guimarães., Francisco Alfredo Morais; Nascimento, Marcos Tromboni de Souza; Guimarães, Eduardo Alfredo MoraisEsta pesquisa investiga a identidade da Jurema dentro do Terreiro de Candomblé Abassá da Deusa Òsùn de Idjemim. Fez-se necessário percorrer uma narrativa histórica de como se deu o levante da Aldeia da Jurema dentro do Terreiro, como a Jurema atua no fortalecimento do Terreiro e quais os elementos da sua atuação que refletem a sua identidade indígena. O corpo e suas representações físicas, emocionais e espirituais dos conhecimentos ancestrais afro-indígenas dentro do Candomblé. Dentro desta cosmopercepção, verifica-se também os elementos de cura usados pela Jurema, seus adornos, apetrechos e vestimentas como afirmação de sua identidade indígena. Traçando um caminho para compreender as estéticas e performances como materialização da ritualidade no Terreiro. Abordando a pedagogia da Jurema, que acolhe, aconselha, cuida e cura, apresentando os seus ensinamentos para se ter bons caminhos.
- ItemEspaço denegrido, corpos pretos e lugar de ancestralidade: estudo afroperspectivo sobre a rua do curuzu no bairro da liberdade, Salvador Bahia(Universidade do Estado da Bahia, 2022-04-11) Silva, Denis Harmony Santos da; Soares , Cecilia Conceição Moreira; Cunha , Marcelo Nascimento Brenardo da; Filho, Raphael Rodrigues VieiraEsta pesquisa situa-se no campo da História Social, em dialogicidade com a Etnohistória afroperspectivista e pautada numa abordagem multirreferencial dos conhecimentos sociais e das ciências humanas, como a Antropologia, Geografia e Filosofia, na tentativa de formular uma leitura a respeito dos elementos ancestrais e de ancestralidades a partir do olhar transvisto e decolonial acerca dos espaços enegrecidos e dos corpos pretos. Neste sentido, o estudo tem por objetivo analisar a ancestralidade africana e afrodiaspórica na Rua do Curuzu a partir da formação identitária e de negritude de seus moradores em conformidade com os espaços dos terreiros de candomblés do bairro da Liberdade. Sob esta ótica, a pesquisa propõe reconhecer o espaço geográfico enquanto lugar, ou seja, espaço de pertencimento, vivência e afetividade dos corpos pretos em movimentos na construção do entendimento a respeito da territorialidade ancestral e de ancestralidade. Nota-se que o espaço-territorial de investigação escolhido foi a Rua do Curuzu, localizado na grande comunidade do bairro da Liberdade, na Cidade de Salvador, no Estado da Bahia; Optou-se também em observar os terreiros de candomblés Acè Jitolu e Vodun Zó, ambos localizados na Rua do Curuzu e correspondente a identidade coletiva Jeje Savalú. Além disso, foram coletados relatos orais dos moradores e ex-moradores da localidades, através de entrevistas semiestruturais, para análise da discussão. Buscar-se-á, com isso, reconhecer os sentidos e significados da ancestralidade afrodiaspórica e afro-religiosa presente no bairro a partir do cotidiano e vivencial de seus moradores.
- ItemPlantas medicinais utilizadas na Comunidade Tradicional Quilombola Caldeirão de Uibaí-BA: um estudo etnobotânico sobre a manutenção dos conhecimentos da medicina popular(Universidade do Estado da Bahia, 2026-12-03) Machado, Vanessa Almeida; Farias, Ivania Batista de Oliveira; Miranda, Joseneide Alves de; Tonini, Rita Maria Costa WetlerO presente trabalho teve como tema “Plantas Medicinais Utilizadas na Comunidade Tradicional Quilombola Caldeirão de Uibaí-Ba: Um Estudo Etnobotânico Sobre a Manutenção dos Conhecimentos da Medicina Popular”, esse estudo etnobotânico teve como objetivo geral compreender a utilização de plantas medicinais da caatinga e exóticas no cotidiano local. Tendo como metodologia o aporte qualiquantitativo, com a execução de entrevistas semiestruturadas com 24 indivíduos da comunidade quilombola Caldeirão de Uibaí-BA localizada no Território de Identidade Irecê. Foi possível sistematizar 38 espécies utilizadas na medicina popular na localidade, com diversos usos e partes utilizadas nesse processo. As famílias botânicas mais citadas foram Fabaceae e Lamiaceae, destacando-se espécies como Mentha spicata (hortelã), Schinus terebinthifolia (aroeira), Amburana cearensis (umburana de cheiro) e Rosmarinus officinalis (alecrim). As folhas foram as partes mais utilizadas nos preparos, seguidos de casca e semente, foi possível observar que esses conhecimentos são transmitidos de forma oral, seja ela geracional ou a partir da vivência com outros moradores. Os resultados evidenciam que o uso de plantas medicinais permanece como forma de tratamento tanto no cuidado com a saúde e para rituais e tradições culturais, porém é necessário a atenção com a manutenção do saber empírico nas gerações mais jovens. A partir da sistematização dessas espécies foi possível a coleta de 6 plantas para a montagem de exsicatas para compor o Herbário da Caatinga da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Campus XVI- Irecê. Dessa forma esse estudo contribui para a preservação cultural, social, a valorização do bioma Caatinga e o reconhecimento da importância do conhecimento tradicional como ferramenta de resistência e identidade dos povos quilombolas.