Navegando por Autor "Brito, Mirian Ferreira de"
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- ItemA geometria analítica no Ensino Médio: através da utilização de vetores(Universidade do Estado da Bahia, 2012-03) Farias, Ademária Ferreira Nascimento; Filho, Geraldo Caetano de Souza; Brito, Mirian Ferreira de; Barbosa, Helder Luiz AmorimA Geometria Analítica, quando apresentada pelo professor de matemática, ocorre trivialmente no terceiro ano do Ensino Médio. Geometria Analítica é um componente curricular que se encontra presente nos cursos de Matemática e em outros cursos de nível superior. Foi desenvolvida por René Descartes durante o século XVII, através da fusão entre álgebra e a geometria. No entanto, pode-se estudá-la através do uso de vetores. O presente trabalho trata-se de uma pesquisa realizada entre os meses de outubro e novembro de 2011 com professores que lecionam Matemática nos Colégios Estaduais de Ensino Médio da cidade de Campo Formoso-Ba, a fim de verificar se os mesmos lecionam Geometria Analítica no Ensino Médio e se o fazem utilizando o conceito de vetor como artifício didático no processo ensino aprendizagem. Fundamentada em pesquisa bibliográfica, a mesma foi realizada por meio de pesquisa de campo e sofreu uma abordagem qualitativa. Por fim são apresentadas as respostas obtidas no questionário aplicado aos entrevistados e após análise, constatou-se: a não utilização de vetores nas aulas de Geometria Analítica; a prioridade dada aos conteúdos os quais não tratam de geometria, em especial a Analítica; a dependência da sequência de conteúdos e as abordagens dos mesmos contidos nos livros didáticos; a dificuldade no processo de ensino e aprendizagem tanto do professor quanto do aluno.
- ItemA matemática silenciosa: o entrelace de dois mundos(Universidade do Estado da Bahia, 0211-09-30) Silva, Ivone Ferreira da; Carvalho, Norma Leite Martins de; Brito, Mirian Ferreira de; Souza, Pascoal Eron Santos deEste estudo tem como objetivo investigar quais as dificuldades enfrentadas pelos alunos surdos na aprendizagem dos conteúdos matemáticos, acreditando ser este um fator includente no ensino aprendizagem. A realização deste trabalho aconteceu com os alunos da turma do 1.º ano G no Colégio Estadual Roberto Santos, na cidade de Campo Formoso, Bahia, utilizando-se da pesquisa qualitativa, tendo como instrumentos de coleta de dados a observação e o questionário, os quais nos deram maior segurança no processo de coleta e análise dos dados que subsidiaram a discussão da questão em tela. Com base em autores como Mazzota (1996), Quadros (1997), Rabelo (2002), entre outros, construímos o referencial teórico. Os resultados deste trabalho demonstram que a falta da língua brasileira de sinais (LIBRAS) por parte dos docentes, assim como falta de interprete em sala de aula, implica em sérios prejuízos no ensino da matemática.
- ItemAfetividade dos estudantes em relação à matemática e sua convivência com o erro(Universidade do Estado da Bahia , 2024-03-28) Viana, Esdriane Cabral; Amorim, Ricardo José Rocha; Lins, Leonardo Diego; Brito, Mirian Ferreira de; Duarte, Francisco Ricardo; Ribeiro, Marcelo Silva De SouzaNeste estudo, buscou-se compreender como o vínculo afetivo do estudante em relação ao erro matemático reverbera das vivências construídas nos anos escolares, a partir da adaptação transcultural e validação do “Cuestionario de Afectividad hacia y por el Error en Matemáticas (AEM)” para o contexto brasileiro. Há bastante tempo, a Educação Matemática tem estudado questões envolvendo a identificação, análise e interpretação de erros cometidos por estudantes. No entanto, ainda é pouco estudado o fato de que cometer erros em Matemática pode gerar afetividade negativa nos estudantes. No processo de estudar Matemática, cometer erros é praticamente inevitável, o que geralmente tem uma conotação negativa para os alunos e faz com que eles experimentem emoções e sentimentos negativos em relação à Matemática. Assim, a discussão da afetividade dos estudantes em relação à Matemática e sua convivência com o erro será atingida através da adaptação e validação, para o contexto brasileiro, do instrumento mexicano AEM. Esse instrumento foi desenvolvido para medir a afetividade do estudante em relação ao erro matemático e é constituído pela Escala do tipo Likert. O instrumento se baseia na relação entre a ocorrência de erros e as três dimensões da afetividade: emoções, crenças e atitudes. A confiabilidade do instrumento foi examinada através da consistência interna com alfa de Cronbach e os índices de fidedignidade composta. A validade do instrumento foi verificada por meio da análise fatorial confirmatória para mensurar o vínculo afetivo gerado pelas vivências relacionadas a erros matemáticos. Essa validação é importante para investigar a influência das experiências escolares no vínculo afetivo dos estudantes em relação aos erros matemáticos. O processo envolve garantir que os itens e dimensões do questionário sejam coerentes, considerando sua compreensibilidade, relevância e representatividade. A utilização do instrumento validado permitirá entender como as experiências vivenciadas afetam o vínculo afetivo em relação aos erros matemáticos. Os resultados podem embasar estratégias pedagógicas para promover uma abordagem construtiva aos erros, resultando em um vínculo afetivo mais saudável e maior engajamento dos estudantes na disciplina de Matemática. Considerando diferenças culturais, a adaptação transcultural do questionário é relevante. Ter um instrumento validado para avaliar a afetividade dos estudantes em relação aos erros matemáticos permitirá coletar dados confiáveis, compreender o vínculo afetivo e identificar necessidades e desafios para orientar intervenções educacionais.
- ItemEducação para o trânsito (EPT): reflexões teóricas e concepções de estudantes e professores do ensino médio de escolas do município de Paulistana-PI(UNEB, 2024-04-11) Carvalho, Helma Campos de; Vieira, Josenilton Nunes; Brito, Mirian Ferreira de; Schneider, Elmir JorgeEste trabalho traz uma reflexão acerca da importância da EPT no ensino médio, em que os discentes estão próximos de atingirem a maioridade e assim serem condutores de veículos. Consideramos esta fase um período propício para a construção e ensino de práticas de cidadania e a postura humanizada no trânsito, a fim de evitar o alto índice de mortalidade e de acidentes que ocorrem diariamente. Nesse contexto, a escola torna-se um espaço que contribui decisivamente para a formação de uma consciência cidadã, em que essas práticas podem ser desenvolvidas por meio do ensino. A partir disso, o estudo buscará responder a uma problemática de pesquisa, que se constitui: de que modo a EPT (EPT) pode ser direcionada aos adolescentes, estudantes do ensino médio? Para responder à indagação, partiremos de um objetivo geral, que é desvelar as possibilidades de abordagem da EPT para adolescentes, estudantes do ensino médio de escolas em Paulistana-PI. Como procedimentos metodológicos da pesquisa, foi feito um estudo de abordagem qualitativa, dialógica, que parte de princípios descritivos. Também foi realizada uma pesquisa de campo, tendo como lócus escolas da cidade de Paulistana-PI e um levantamento bibliográfico, bem como a análise em vídeos de campanhas educativas produzidos e divulgados pelos Departamentos de Trânsito dos estados do Paraná, de São Paulo, do Rio Grande do Sul e do Distrito Federal, com o objetivo de buscar formas e métodos de abordar a EPT no ambiente escolar. Os dados mostram que o trabalho com EPT no ensino médio ocorre por meio de palestras, grupos de estudo, conteúdos associados ao tema, especialmente na disciplina de língua portuguesa. Os professores se mostraram interessados na abordagem do tema em sala, e os alunos apontaram, durante as oficinas, que esse trabalho poderia ocorrer por meio de um trabalho interdisciplinar na escola, com projetos, palestras e produções textuais. A análise mostrou ainda que os estudantes assistiriam às campanhas realizadas pelo Detran, caso essas fossem divulgadas nas mídias sociais, especialmente o Instagram, a maioria dos estudantes demonstrou preferência pelas mídias digitais, especialmente Instagram, pois consideram o método mais adequado para tratar da EPT, o que mostra que os adolescentes estão cada vez mais conectada e familiarizados com o uso da tecnologia e das redes sociais. Além do mais, se mostraram a favor de penas mais rígidas para infratores de trânsito, mesmo a maioria tendo admitido já ter conduzido motocicleta sendo menor de idade. Defendemos, portanto, a inclusão da EPT no currículo do ensino médio, integrada às disciplinas existentes, o que é fundamental para preparar os jovens para a vida adulta e promover uma cultura de paz e respeito no trânsito. Ao fornecer conhecimentos, habilidades e valores necessários, capacitamos os estudantes a se tornarem condutores responsáveis e a contribuírem para uma convivência mais segura nas vias públicas.
- ItemEnsino de Geometria: concepções e práticas de professores e professoras no município de Ponto Novo, Bahia.(Universidade do Estado da Bahia, 2011-03) Barbosa, Roseane Mendes; Brito, Mirian Ferreira de; Araújo, Tânia Maria Cardoso de; Barbosa, Helder Luiz Amorim; Filho, Geraldo Caetano de SouzaO ensino de geometria embora em fase de expansão a partir do final do século passado, ainda não apresenta nas escolas, uma solidez condizente com a importância que os conteúdos geométricos têm diante da sua belíssima história. Os conteúdos geométricos possivelmente estiveram presentes em meio a humanidade desde os tempos mais remotos. No entanto, a volta destes conhecimentos as escolas após a quase total exclusão com o Movimento da Matemática Moderna, se mostra um pouco tímida. As escolas e por conseqüência, seus professores e professoras apresentam bastante dificuldade ao lidar com os conhecimentos geométricos e, estudos já trazem algumas hipóteses e confirmações em relação a estas dificuldades. Neste sentido, buscamos investigar nas nossas proximidades algumas destas dificuldades. Esta pesquisa então, teve como objetivo analisar as concepções e práticas pedagógicas sobre o ensino da geometria apresentadas pelos professores e professoras de matemática, do 6.º ao 9.º ano do ensino fundamental, das escolas púbicas localizadas no Município de Ponto Novo, Bahia. Para responder esta questão, buscamos apoio numa abordagem qualitativa, através de um questionário aplicado a dez professores e professoras, nos meses de novembro de 2010. Como resultado podemos observar que maioria dos professores e professoras não apresentam formação na área, embora a maioria também tenha larga experiência em ensinar matemática. Observamos também que em relação aos recursos e metodologias maioria deles (as) utilizaram aulas expositivas e algum material concreto, e afirmaram que não utilizam o livro didático por considerá-lo inadequado aos conteúdos e ao nível de aprendizagem dos alunos (as). E finalmente, como dificuldades apresentam a falta de recursos nas escolas como um fator que dificulta a aprendizagem da geometria
- ItemA formação inicial do professor para o ensino de geometria na educação infantil e o referencial curricular Bonfinense(2021-10-21) Brito, Mirian Ferreira deA formação para ensinar matemática e geometria ganha a cada dia mais estudos e pesquisas, independentemente da fase escolar, exatamente por se consolidar como aprendizagens necessárias as várias ações da vida. Neste sentido, procuramos por meio desta pesquisa analisar a formação inicial do professor para o ensino de geometria na educação infantil no Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), no Campus de Senhor do Bonfim, bem como, a relação com o Referencial Curricular Bonfinense (RCB). Para a construção da pesquisa tomamos a abordagem qualitativa, com ênfase na pesquisa documental a partir do Projeto do Curso de Licenciatura em Pedagogia da UNEB, Campus de Senhor do Bonfim e do Organizador Curricular Bonfinense. Os resultados indicaram que o Referencial apresenta os conhecimentos geométricos para a educação infantil em sua estrutura. Mostraram também que o Curso de Pedagogia apresenta apenas uma componente curricular voltada para a matemática e que a geometria pode estar inclusa. Os resultados mostram ainda que para o desenvolvimento dos conhecimentos geométricos de modo mais amplo como indicado no Referencial, será necessário considerar outras condições além da formação inicial descrita no Projeto do Curso de Licenciatura em Pedagogia.
- ItemGeometria nas séries iniciais: dificuldades de aprendizagem de alunos e alunas do quinto ano da Escola Municipal Doutor José Gonçalves em Senhor do Bonfim, Bahia(Universidade do Estado da Bahia, ) Aleixo, Juciane de Jesus; Brito, Mirian Ferreira de; Araújo, Tânia Maria Cardoso de; Barbosa, Helder Luiz Amorim; Amorim, Ricardo José RochaA geometria tem um papel muito importante no ensino de matemática. Ela fornece meios para resolução de problemas do dia a dia e leva a construção de um pensamento lógico e criativo. No entanto, estudos comprovam que ela ainda não é abordada eficazmente em sala de aula ou nem mesmo é abordada em muitas escolas. Os alunos e alunas geralmente apresentam limitações em relação a conceitos geométricos. As séries iniciais são, nesta perspectiva, as mais afetadas com este problema uma vez que é comum professores e professoras priorizarem conteúdos aritméticos ou excluírem estes conteúdos por falta de embasamento teórico para ensiná-los. Este e outros motivos nos instigaram a realizar estes estudos que tem por objetivo analisar o nível de aprendizagem de conteúdos geométricos de alunos e alunas do quinto ano do ensino fundamental, da Escola Municipal Doutor José Gonçalves no município de Senhor do Bonfim, Bahia. Para isso, utilizamos como método científico a pesquisa qualitativa, tendo como instrumentos para coleta de dados uma atividade avaliativa, além da observação do espaço escolar. A atividade avaliativa, composta por questões que buscavam levantar o perfil destas crianças e por questões sobre conteúdos geométricos, tomou por base as idéias do psicólogo Jean Piaget em relação ao desenvolvimento espacial da criança e a Teoria de van Hiele que trata dos níveis de desenvolvimento do pensamento geométrico. Esta atividade foi aplicada no mês de novembro de 2010 e como resultado constatamos que alunos e alunas encontraram bastantes dificuldades na resolução de questões envolvendo geometria plana e espacial. Estes alunos (as) demonstraram através de suas respostas que não conhecem propriedades pertinentes a certas figuras, que não diferenciam uma das outras e que não visualizam qualquer distinção entre figuras planas e não planas.
- ItemA Geometria para pessoas com deficiência nas publicações do Seminário Internacional de Pesquisa em Educação Matemática (SIPEM 2000-2018)(2021-12-29) Silva, Carla Raianny Gonçalves; Brito, Mirian Ferreira deO presente artigo foi construído com objetivo de identificar e apresentar artigos relacionados à geometria para pessoas com deficiência publicados nas sete edições do Seminário Internacional de Pesquisa em Educação Matemática (SIPEM) no período 2000-2018. Dessa maneira, utilizamos a pesquisa qualitativa e documental como opção de estudos, assim como o estado do conhecimento para analisar livros, cadernos e anais da I a VII edição do SIPEM. Os resultados mostraram a existência de 1.221 publicações, das quais quarenta e cinco relacionando matemática/geometria à deficiência e, desses 45, quatro articularam geometria e deficiência. Os resultados também mostraram diminuta quantidade de artigos concernentes às temáticas de nosso estudo. Sob outra ótica, entretanto, mostraram de igual modo novas possibilidades de estudos e, consequentemente, de publicações que podem envolver geometria e/ou seus conteúdos noutras perspectivas, seja das já descritas nos quatro artigos, seja de outros ainda não publicados.
- ItemMateriais didáticos manipuláveis para o ensino de geometria: uma perspectiva para o sexto ano do ensino fundamental(2022-07-18) Correia, Vinícius Christian Pinho; Brito, Mirian Ferreira deOs conhecimentos geométricos podem ser observados em todos os momentos da nossa vida, seja nos formatos dos pequenos objetos que nos cercam, seja nas grandiosas construções das civilizações humanas. Este fato mostra a importância e a necessidade de incluir seus conteúdos nos espaços escolares de maneira criativa e dinâmica. Para isso, construímos projetos que enfatizam os conhecimentos geométricos com um deles voltados para o ensino de geometria envolvendo materiais didáticos. O projeto foi desenvolvido numa pesquisa durante o Programa de Iniciação Científica (IC) 2019-2020, da Universidade do Estado da Bahia - UNEB no Campus Senhor do Bonfim. Neste artigo apresentamos um recorte desta pesquisa com objetivo de catalogar materiais didáticos manipuláveis que podem auxiliar o professor de matemática que leciona geometria para o sexto ano do Ensino Fundamental. A pesquisa ancora-se na perspectiva da abordagem qualitativa e pautou sua construção na revisão bibliográfica de livros, artigos e laboratórios de matemática e geometria de universidades públicas brasileiras. Os dados coletados foram selecionados, analisados e consolidaram 10 categorias. Como resultados catalogamos 92 materiais didáticos manipuláveis que podem ajudar no ensino de conteúdos geométricos para os anos finais do Ensino Fundamental e, destes, 30 podem ser propostos para o sexto ano.
- ItemO ensino de geometria na concepção de professores e professoras do nono ano das escolas públicas de Filadélfia, Bahia(Universidade do Estado da Bahia, 2011-03) Soares, Manoel Elias; Brito, Mirian Ferreira de; Barbosa, Helder Luiz Amorim; Filho, Geraldo Caetano de Souza; Araújo, Tânia Maria Cardoso deEstudos relativos ao ensino de geometria se encontram em fase de expansão, principalmente a partir das últimas décadas do século XX. No entanto, ainda podem ser considerados como tímidos e não satisfatório, em virtude da importância que representam para a vida escolar de alunos e alunas. Os conhecimentos geométricos provavelmente estiveram presentes no dia a dia da humanidade desde os primórdios, entretanto, nas escolas e cursos de modo geral, estes conhecimentos tiveram lugar garantido até meados da década de 1950. Com o Movimento da Matemática Moderna estes conhecimentos foram quase que totalmente excluídos. No final do século passado e início deste, discussões e pesquisas garantem a necessidade de retorno destes conteúdos. A partir de então, muitas instituições de ensino passaram a incluir geometria em seus currículos. De acordo com muitos estudiosos, o ensino de geometria nas escolas, porém, enfrenta muitos obstáculos em decorrência de vários fatores: despreparo de professores e professoras; formação inadequada dos profissionais; deficiência de aprendizagem por parte dos alunos (as); dentre outros. Diante disso, buscamos averiguar alguns destes problemas que têm dificultado a relação ensino e aprendizagem dos conceitos geométricos. Deste modo, procuramos conhecer e analisar as estratégias utilizadas pelos professores de matemática para desenvolver o ensino de geometria no nono ano do ensino fundamental, das escolas públicas localizadas no município de Filadélfia, Bahia. Neste sentido, realizamos uma pesquisa qualitativa, através de um questionário aplicado a onze professores e professoras, no mês de novembro de 2010. Como resultado da pesquisa, podemos observar que maioria dos professores e professoras apresentaram formação em nível superior e que utilizaram recursos e metodologias diversificadas para suas aulas. Observamos ainda, que estes professores e professoras informaram como dificuldades de ensino no nono ano, a aprendizagem das operações fundamentais e que consideram a estrutura do espaço escolar e/ou a falta de recursos, como fatores prejudiciais a aprendizagem.
- ItemOs conhecimentos matemáticos dos feirantes: um estudo de caso na feira-livre de Senhor do Bonfim, Bahia.(Universidade do Estado da Bahia, 2022-08-22) Almeida, Adeliane Santos; Araujo, Tânia Maria Cardoso de; Brito, Mirian Ferreira de; Santana, Wagner Ferreira de; Barbosa, Helder Luiz AmorimA matemática está presente nas atividades diárias da vida do homem e é a base fundamental e facilitadora das práticas comerciais. Neste sentido, o presente trabalho buscou como objetivo verificar e analisar como são realizados os cálculos matemáticos pelos feirantes da Feira-Livre de Senhor do Bonfim, Bahia, durante a venda de seus produtos. Para tanto, buscamos estabelecer um aprofundamento teórico necessário relacionado ao tema e as vertentes que o cercam em literatura própria. Buscamos ainda, por meio de uma metodologia qualitativa e de questionário compreender um pouco mais o perfil de vinte feirantes e como estes realizam algumas atividades de compra e venda de suas mercadorias. Deste modo, os dados coletados e analisados indicaram que mesmo sem um conhecimento amplo em matemática, os feirantes conseguem desenvolver seus trabalhos na Feira-Livre sem prejuízos.
- ItemSituações aditivas: o desempenho dos estudantes do 2º ao 5º ano do ensino fundamental de três escolas do município de Senhor do Bonfim-Ba(Universidade do Estado da Bahia, 2012) Accioly Neto, Lahire Sena; Santos, Alayde Ferreira dos; Castro, Maria Celeste Souza de; Brito, Mirian Ferreira deO presente estudo teve como objetivo mostrar o desempenho de estudantes do 2º. ao 5º. ano do Ensino Fundamental, de três escolas públicas municipais na cidade de Senhor do Bonfim - Bahia na solução de situações-problema sobre Estruturas Aditivas, visando identificar quais situações os estudantes apresentam maiores dificuldades na resolução das situações. Os sujeitos dessa pesquisa foram 221 estudantes das escolas Austricliano de Carvalho, Cândido Felix Martins e Dr. José Gonçalves. A base metodológica que deu suporte a essa pesquisa foi qualitativa, baseando-se num instrumento investigativo composto por 18 situações problema que envolviam as operações de adição e subtração, embasadas na teoria dos Campos Conceituais, que tem por finalidade repensar as condições de aprendizagem conceitual, de maneira que torne mais acessível a compreensão do aluno, no qual destacamos respectivamente, Gérard Vergnaud (1982, 1985, 1990, 1993, 1996), Sandra Magina (2004, 2008), Bigode (1998), Pais (2001), entre outros. Constatamos que os estudantes apresentaram um desempenho abaixo do desejado na resolução das situações, que a principal dificuldade está na interpretação dos problemas e que esses estudantes têm um grau de dificuldade maior quando os problemas apresentam incongruência entre a operação a ser realizada e os verbos ou expressões informados no enunciado da questão. Devido a esse baixo desempenho se faz necessário buscar planejamentos, aplicações de sequências de ensino que utilizem suportes didáticos, ações que visem melhorar ou corrigir as possíveis dificuldades que estejam ocorrendo no ensino e também na aprendizagem do Campo Aditivo