Navegando por Autor "Severs, Suzana Maria de Souza Santos"
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- ItemA Irmandade do Glorioso São Bartolomeu de Maragogipe: suas práticas devocionais e a romanização (1851 – 1995)(Universidade do Estado da Bahia, 2011-05-06) Nascimento, Antonio da Conceição; Severs, Suzana Maria de Souza Santos; Reginaldo, Lucilene; Farias, Sara OliveiraA criação da Irmandade de São Bartolomeu, se comparada ao tempo de existência das demais que já existiam na freguesia de Maragogipe desde o século XVIII, pode ser considerada tardia. Ainda assim, ela tornou-se a confraria de maior ressonância da cidade. Conforme os seus Compromissos de 1851 e 1943, sua criação atendeu ao objetivo de cuidar do culto ao santo apóstolo padroeiro da cidade, São Bartolomeu, atividade com a qual se ocupou até 1995, quando foi substituída pelas comissões de festas que haviam sido incorporadas à sua Mesa Administrativa desde 1912. Além disso, a assistência funerária aos irmãos confrades também fez parte de suas práticas devocionais mesmo depois da construção do cemitério em Maragogipe na década de 1860, quando os enterramentos deixaram de ser realizados nos templos católicos. Já no momento de sua fundação em 1851, em carta de aprovação de seu Compromisso, o Arcebispo Primaz da Bahia, o ultramontano Dom Romualdo de Seixas, fez algumas recomendações que demonstram sua preocupação em evitar práticas que pudessem se desviar dos preceitos católicos romanos. Estas recomendações não interferiram tanto na autonomia da confraria. Foi já no início do século XX, depois da separação entre a Igreja e o Estado que as medidas da Romanização se fizeram sentir, e a Irmandade de São Bartolomeu foi colocada sob a presidência do vigário, perdendo dessa forma a autonomia
- ItemInserção do negro no futebol brasileiro: a relevância do clube de regatas Vasco da Gama contra o racismo nas primeiras décadas do século XX(Universidade do Estado da Bahia, 2024-09-05) Silva, Iago Couto Passos; Santos, Silvia Karla Almeida dos; Conceição, Alaíze dos Santos; Severs, Suzana Maria de Souza SantosDiscutir a questão racial no esporte é urgente, visto que, é debatendo mais sobre o racismo que se potencializa reflexões sobre a necessidade de dissolução das hierarquias baseadas no fenótipo, de modo a diminuir, cada vez mais, o número de atitudes racistas no futebol, em outros esportes ou em quaisquer esferas da vida de pessoas negras. Este artigo visa colaborar com o debate sobre a inserção de jogadores negros no futebol brasileiro. Nesse sentido, destacou-se o papel desempenhado pelo time do Club de Regatas Vasco da Gama, do Rio de Janeiro, nas primeiras décadas do Século XX. O preconceito racial ainda é patente e não foi superado pela sociedade brasileira, mesmo após a abolição da escravidão, assim, discussões acerca da discriminação racial se fazem necessárias para que a justiça e a equidade sejam asseguradas, independentemente da cor da pele do indivíduo. Para a elaboração desse artigo, foi realizada uma pesquisa bibliográfica sobre o tema, e aqui são enfocados subtemas que abrem um contexto fundamental para o tema pesquisado. Destaca-se, ainda, um evento que ficou conhecido como marco histórico para participação de jogadores negros no futebol brasileiro, nas décadas de 1920 e 1930, que foi a conhecida como “Resposta Histórica” do Vasco da Gama para uma proposta da Associação Metropolitana de Esportes Athleticos (AMEA), no ano de 1923. A realização desta pesquisa permitiu inferir que ainda está muito longe de esgotar a discussão acerca do tema, sendo necessário que novos trabalhos sejam realizados para somar à luta por um esporte e uma sociedade antirracista