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Navegando por Autor "Ribeiro, Nilton Alex Fernandes"

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    Escurecendo os fatos: o forró como forma de resistência do corpo preto!
    (Universidade do Estado da Bahia, 2026-03-06) Ribeiro, Nilton Alex Fernandes; Silva, Breno Luiz Thadeu Da; Moreira, Jailma dos Santos Pedreira; Félix, José Carlos Félix; Maciel, Neila Dourado Gonçalves; Benevides, Lourdisnete Silva
    Este trabalho investiga o forró como expressão de resistência dos corpos pretos frente à indústria cultural e ao racismo estrutural. O Forró ao longo de sua história de gênero musical e dança, sofreu uma série de variações e recriações de estilos estéticos, passando pelo forró pé de serra, até o forró eletrônico, categorias que persistem e se reinventam até os dias atuais. A pesquisa propõe analisar o forró protesto, que é uma forma de usar do forró para denunciar e ocupar espaços como instrumento de (re)afirmação identitária e crítica social, destacando letras, corpos e contextos que abordam desigualdades, apagamentos e a luta por visibilidade. A hipótese central sustenta que o forró permanece como território de resistência preta diante dos processos de embranquecimento e silenciamento promovidos pela indústria cultural desde meados do século XX. A metodologia é qualitativa, fundamentada em análise documental, revisão bibliográfica e autoetnografia, sendo atravessada pelo conceito de escrevivência da Professora Conceição Evaristo. O aporte teórico articula autores como Bell Hooks (interseccionalidade), Frantz Fanon, Muniz Sodré (colonialidade e corporeidade), Achille Mbembe (necropolítica e estética) e Stuart Hall (identidade), dentre outros. A pesquisa assume a escrita autoetnografia, crítica, testemunhal e insurgente como ato político, denunciando mecanismos de exclusão e relembrando que o forró, além de ritmo musical, é prática cultural, estilo de vida e espaço de disputa simbólica. A relevância deste trabalho reside na valorização das raízes negras do forró e no enfrentamento das estruturas que tentam desfigurá-lo. Ao escurecer os fatos, o estudo contribui para o fortalecimento da luta antirracista, destacando a potência do forró como ferramenta de memória, resistência e afirmação dos corpos pretos.
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