Navegando por Autor "Oliveira, Rita de Cássia Santana de"
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- ItemConcepção de currículo da EJA do município de Salvador: o que pensam as formadoras sobre o seu processo formativo e esse currículo(Universidade do Estado da Bahia, 0024-10-08) Santos, Tatiana Maria dos; Almeida, Márcia Tereza Fonseca; Oliveira, Rita de Cássia Santana de; Silva, Claudilene Maria da; Vinal Junior, José VeigaO presente estudo é resultado de uma pesquisa realizada no âmbito da Secretaria Municipal de Educação de Salvador - Ba. com a equipe de formadoras da Educação de Jovens e Adultos (EJA) dessa rede de ensino. O objetivo principal foi compreender o que pensam as formadoras da EJA da rede municipal de ensino de Salvador sobre a concepção de currículo da EJA e sobre seus processos formativos. Os objetivos específicos foram: analisar a concepção de currículo da EJA da rede municipal de ensino de Salvador; investigar os pressupostos teóricos que fundamentam as ações das formadoras da EJA no município de Salvador e refletir sobre o papel da formação das formadoras no currículo desenvolvido na EJA. Baseada na concepção freiriana de educação e com engajamento político, a pesquisa buscou responder o seguinte questionamento: O que pensam as formadoras da EJA da rede municipal de ensino de Salvador sobre a concepção de currículo dessa rede de ensino e sobre o seu processo formativo? Defendendo uma Educação de Jovens e Adultos crítica, articulada aos interesses e as pautas defendidas pelas/os estudantes da EJA de Salvador, sobretudo das mulheres negras que é a sua maioria, visando a materialização de uma proposta curricular diferenciada da implementada até então, mais contextualizada e baseada no paradigma crítico, multi/intercultural, o estudo discute especialmente, o currículo e sua relação com a formação dos sujeitos da EJA, bem como fomenta reflexões acerca da formação docente e das formadoras no contexto da Educação de Jovens e Adultos. Para tanto, foi realizada uma pesquisa qualitativa, inspirada na pesquisa participante de Freire (1981, 2021), utilizando dois dispositivos metodológicos: o questionário e a as rodas de conversa intituladas “Conversando sobre a EJA”, inspiradas nos círculos de cultura de Freire que deu fruto ao nosso produto final, o E-book: ‘Conversando sobre a EJA: o que pensam as formadoras da SMED sobre o seu processo formativo e o currículo que importa para a EJA’. O estudo revelou uma lacuna na formação das/os profissionais que orientam e formam o corpo docente da EJA, evidenciando a necessidade de uma política de formação continuada para a EJA e, especialmente para as formadoras. Revelou também que as formadoras sabem quem são os sujeitos que constituem a EJA nessa rede municipal de ensino, reconhecem as suas vulnerabilidades e, sobretudo valorizam as suas potencialidades de aprendizagem. As formadoras, defenderam um currículo baseado nos ideais freirianos de educação e admitiram a necessidade de atualização dos documentos que regem essa modalidade no município, sobretudo, a atualização da sua proposta curricular.
- ItemCultura digital e currículo: (in) tensões e sentidos no cotidiano escolar(2010-08-09) Oliveira, Rita de Cássia Santana de; Alves, Lynn Rosalina Gama; Macedo, Roberto Sidnei; Souza, Antônio Vital Menezes deNa sociedade contemporânea, marcada pela presença das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC), torna-se importante investigar que sentidos estas assumem para os profissionais da educação, e como estes as articulam ao currículo e ao cotidiano escolar. Afinal, os jovens da atualidade estão imersos nessa cultura – a digital. Assim, a presente pesquisa teve como objetivo analisar os sentidos produzidos por profissionais de educação em relação às TIC, e como estes sentidos se articulam ao currículo escolar. A investigação foi realizada em uma escola do município de Salvador, situada na Península de Itapagipe. A análise dos dados compreendeu o relato de oito profissionais da educação (gestora, coordenadora pedagógica, professoras e técnica pedagógica) da referida escola municipal, coletados por meio de entrevista semiestruturada, bem como a análise documental da proposta pedagógica da escola e a proposta de formação do curso Tecnologias da Educação: ensinando e aprendendo com as TIC, haja vista que, na ocasião da investigação, a maioria das profissionais da escola havia participado desse curso. Os resultados dessa investigação apontam para a pluralidade dos sentidos produzidos pelos profissionais da educação em torno das tecnologias da informação e da comunicação, a saber: tecnologias digitais como meras ferramentas tecnológicas, tecnologias digitais como recursos incentivadores para as aulas, cultura digital como adereço do discurso da contemporaneidade, cultura digital como “atos de currículo”. De modo geral, a articulação desses sentidos com o currículo escolar revelam um conceito fluido deste último, e apontam para a necessidade de formação docente que contemple a cultura digital no seu sentido inter-ativo e cri-ativo.
- ItemFormação continuada em serviço de coordenadoras pedagógicas do Território do Sisal: contribuições de um grupo de trabalho colaborativo e autogestionário(Universidade do Estado Da Bahia, 2022-09-01) Santiago, Regiane da Mota Queiroz; Amorim, Ivonete Barreto de; Oliveira, Rita de Cássia Santana de; Venas, Ronaldo FigueiredoA pesquisa intitulada “Formação continuada em serviço de coordenadoras pedagógicas do Território do Sisal: contribuições de um grupo de trabalho colaborativo e autogestionário” foi fruto de algumas inquietações acerca da fragilidade das políticas de formação e da inexistência de diretrizes que pudessem fomentar o trabalho articulado entre coordenadores/as pedagógicos/as. Diante disso, formulou-se o seguinte questionamento: Como implementar um grupo de trabalho colaborativo e autogestionário formado por coordenadoras pedagógicas da rede pública estadual de ensino do Território do Sisal de modo a contribuir para a formação continuada em serviço dessas profissionais? Nesse sentido, definiu-se como objetivo geral compreender como um grupo de trabalho colaborativo e autogestionário com coordenadoras pedagógicas que atuam em escolas públicas da rede estadual de ensino do Território do Sisal pode oportunizar a formação continuada em serviço segundo demandas da atuação profissional. Nessa perspectiva, elencou-se como objetivos específicos: refletir criticamente sobre o contexto formativo, o papel e atuação do/a coordenador/a pedagógico/a, discorrendo sobre a construção da profissionalidade no âmbito escolar; analisar os desafios e potencialidades da formação continuada em serviço de coordenadoras pedagógicas a partir do enfoque colaborativo e autogestionário; e implementar de maneira autogestionária a formação continuada em serviço de coordenadoras pedagógicas vincada em demandas da atuação profissional. A base teórica adotada ancorou-se nas ideias de Freire (1987, 2001, 2003, 2013), Roldão (2005), Lima e Santos (2007), Vasconcellos (2006), Damiani (2008), Ibernón (2009), Almeida e Placco (2011), Gatti, Sá Barreto e André (2011, 2016) e Nóvoa (2019), entre outros/as. O referido trabalho configurou-se como uma pesquisa de abordagem qualitativa, no contexto da pesquisa-ação, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Universidade Estadual da Bahia (UNEB), através do parecer consubstanciado de número 4.913.771, tendo como colaboradoras oito coordenadoras pedagógicas. O produto da pesquisa, a formação continuada em serviço com enfoque colaborativo e autogestionário, ancorada nas demandas que emergiram no contexto de atuação destas profissionais, demonstrou a importância do entrelaçamento entre formação e prática profissional pelo exercício da ação-reflexão-ação.