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Navegando por Autor "Melo, Pedro Jorge Silva"

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    Formação identitária de estudantes da escola Manoel Feitosa de Oliveira no quilombo Mocó/Jacu em Poço das Trincheiras/AL: intervenções midiáticas sobre os processos históricos e contextuais
    (Universidade do Estado da Bahia, 2025-11-18) Melo, Pedro Jorge Silva; Vitorino,, César Costa; Dourado, Lise Mary Arruda; França, Elisete Santana da Cruz
    Esta pesquisa tem como locus a Escola Municipal Manoel Feitosa de Oliveira, situada no Quilombo Mocó/Jacu, localizado em Poço das Trincheiras, interior de Alagoas. Com isso, surge a seguinte questão: de que maneira a formação identitária quilombola de estudantes da Escola Manoel Feitosa de Oliveira na comunidade quilombo Mocó/Jacu em Poço das Trincheiras/AL sensibiliza para intervenções midiáticas acerca dos processos históricos e contextuais? Desse modo, surgem os seguintes objetivos, analisar a formação identitária quilombola de estudantes da Escola Manoel Feitosa de Oliveira na comunidade quilombola Mocó/Jacu em Poço das Trincheiras/AL através de intervenções midiáticas acerca dos processos históricos e contextuais, e especificamente pretende-se investigar os documentos oficiais acerca da educação quilombola no contexto brasileiro e suas reverberações no contexto alagoano e na comunidade Poço das Trincheiras; compreender os processos identitários do ser negro/a no contexto das comunidades quilombolas e seus territórios; dialogar sobre a formação educacional oferecida pela Escola Manoel Feitosa de Oliveira pelo viés do protagonismo estudantil através de intervenções midiáticas. A fundamentação teórica se respalda em Arruti (2008), sobre conceito de Quilombo; Andrade (2012), com a educação do campo; Andre (2017) com a formação na educação básica; Soares (2022) com a construção social da escola quilombola; Castro (2022), sobre as línguas em África e no Brasil e suas correlações; Silva (2020) elucidando as memórias, identidade quilombola; os Guias de Pesquisa e Documentação do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (2024) que versa a respeito, também, das políticas de diversidade linguística e do patrimônio cultural; Maroun (2017) sobre relações entre comunidade e escola no contexto quilombola; Silva (2017) com a educação emancipatória; Vitorino (2022) que trata de língua e linguagem no contexto quilombola; e Araújo (2021) com seu notável estudo acerca da história do Quilombo do Maracujá. O percurso metodológico se apresenta como de natureza qualitativa, sendo uma pesquisa-ação (Thiollent, 1986; 2011), que tem como fonte de coleta de dados entrevistas narrativas com dois anciões, quatro professores quilombolas e duas lideranças do lugar, todos homens e mulheres quilombolas; além dos Círculos de Cultura, inspirado em Paulo Freire, com a observação dos envolvidos durante as oficinas, e análise de dados com base em Bardin (2016). Ressalta-se que este estudo tem aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) com registro de aprovação sob o número CEP – Autorização nº 7.697.315.
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