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Navegando por Autor "Fernandes, Matheus Santana"

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    Aptidão cardiorrespiratória como preditora de mobilidade funcional em idosas participantes de um projeto de extensão universitária
    (Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-08) Fernandes, Matheus Santana; Souza, Luiz Humberto Rodrigues; Carmo , Mateus Santos; Rodrigues , Deyvis Nascimento
    O envelhecimento é um processo natural e progressivo que acarreta alterações fisiológicas capazes de comprometer a autonomia e mobilidade funcional de pessoas idosas, sobretudo pela redução da força muscular e da aptidão cardiorrespiratória (ACR). Nesse contexto, compreender como essas variáveis se relacionam em idosas fisicamente ativas é fundamental para orientar estratégias de promoção da saúde e prevenção de declínios funcionais. O objetivo deste estudo foi verificar se a aptidão cardiorrespiratória prediz a mobilidade funcional em mulheres idosas praticantes de atividade física em um projeto de extensão universitária e, mais especificamente, examinar a relação entre a composição corporal e a força muscular com a aptidão cardiorrespiratória das idosas. Trata-se de uma pesquisa transversal, de abordagem quantitativa e delineamento analítico, realizada com 39 idosas participantes de projetos de extensão universitária. Foram avaliadas a estatura por meio de um estadiômetro e a massa corporal, índice de massa corporal (IMC), percentual de gordura (%G) e percentual musculoesquelético (%ME) por meio de uma balança de bioimpedância. Também foram avaliados a força de preensão manual (FPM), força de membros inferiores, mobilidade funcional (Time Up and Go [TUG] e velocidade da caminhada [VC]), e aptidão cardiorrespiratória (ACR). A análise de dados incluiu a estatística descritiva e testes inferenciais (correlação de Pearson, teste t de Student para uma amostra e regressões linear simples e múltipla). As participantes apresentaram idade média de 67,15 ± 6,12 anos. O IMC e o %G indicaram excesso de peso das participantes. Por outro lado, os resultados dos marcadores de capacidade funcional foram superiores aos seus respectivos valores de referência: FPM (t(38) = 16,29; p < 0,0001); VC (t(38) = 11,30; p < 0,0001); e desempenho no TUG (t(38) = - 6,35; p < 0,0001). A FPM apresentou correlação positiva e significativa com o teste da caminhada de seis minutos (TC6’) (r = 0,36; p = 0,02), sendo identificada como a principal variável preditora da ACR, explicando 13,3% de sua variabilidade. Quando associada à massa corporal, o modelo explicou 23,9% da variância total. O TUG apresentou correlação negativa (r = - 0,38; p = 0,01) e a VC correlação positiva (r = 0,44; p = 0,005) com a ACR, indicando que melhor desempenho funcional está associado a maior resistência aeróbica. Observou-se que idosas com melhor mobilidade apresentaram níveis superiores de ACR, explicando 14,4% de sua variabilidade. Conclui-se que a FPM foi uma preditora significativa da ACR em mulheres idosas praticantes de atividade física, ao passo que a massa corporal representou fator limitante. A ACR também mostrou associação positiva com a mobilidade funcional, reforçando seu papel na preservação da autonomia e da capacidade física durante o envelhecimento. Tais resultados evidenciaram a importância de programas de exercícios físicos multicomponentes que integrem o treinamento de força e resistência aeróbica como estratégia fundamental para a promoção do envelhecimento ativo e saudável.
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