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Navegando por Autor "Cunha, Juliane Guimarães"

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    O discurso abolicionista no século XIX: processos argumentativos nos textos do Diário da Bahia de 1884
    (2012-03-14) Cunha, Juliane Guimarães; Sobral, Gilberto Nazareno Telles; Teixeira, Maria da Conceição Reis; Pereira, Norma Suely
    O Diário da Bahia, periódico que circulou na cidade de Salvador durante os séculos XIX e XX, exerceu influência em vários aspectos da história da Bahia e do Brasil. Durante o Segundo Império, seus dirigentes, integrantes do Partido Liberal, tinham por principal meta acabar com o trabalho escravo no país através de campanhas antiescravistas. Publicavam-se escritos de gêneros e tipologias deferentes a fim de convencer o público leitor de que a escravidão representava um sistema ultrapassado e de que seu fim significava um benefício para o crescimento do país. Diante desse contexto, investigaram-se, no presente trabalho, os processos argumentativos constantes nos textos veiculados pelo Diário da Bahia de 1884, ano que antecedeu a Lei dos Sexagenários, promulgada no dia 28 de setembro de 1885. Dos 148 textos encontrados nos exemplares dos meses de janeiro a abril de 1884, escolheram-se cinco para compor o corpus da pesquisa. Utilizou-se como aporte teórico para as análises a Nova Retórica, de Chaïm Perelman e Lucie Olbrechts-Tyteca ([1958], 2005) – que contribuiu nas análises dos acordos estabelecidos para a adesão do auditório e dos argumentos usados pelos jornalistas na construção de seus escritos – e as noções de ethos (credibilidade do orador), pathos (sentimentos despertados no auditório pelo orador) e logos (discurso argumentativo) que compõem a tríade retórica aristotélica (séc. IV a.C.). Após a análise dos textos abolicionistas, concluiu-se que as principais estratégias argumentativas relacionam-se com a imagem dos jornalistas como integrantes do Partido Liberal (ethos): uma organização política que visava ao benefício do país e, por isso, manifestava-se contra o trabalho servil; com as emoções suscitadas no auditório (pathos) para que libertassem seus escravos e aderissem à causa abolicionista, sendo os principais sentimentos os de filantropia, patriotismo e culpa; e com os argumentos de autoridade (principalmente o juízo de valor de autores franceses e ingleses), pragmático, exemplo, modelo, antimodelo, incompatibilidade, dentre outros.
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