Navegando por Autor "Borges, Luzineide Miranda"
Agora exibindo 1 - 2 de 2
Resultados por página
Opções de Ordenação
- ItemEducação on-line para povos e comunidades tradicionais: por uma dialogicidade em liberdade(Universidade do Estado da Bahia, 2023-12-07) Campelo, Debora Oliveira; Gomes, Marcius; Pinto, Sonia Maria da Conceição; Borges, Luzineide MirandaA modalidade de Ensino a Distância (EaD) tem sido uma alternativa cada vez mais presente no cenário educacional, contribuindo na democratização do acesso ao conhecimento e a flexibilização da aprendizagem. Nesse contexto, a composição dos ambientes virtuais de aprendizagem para cursos na modalidade EaD é um importante desafio para garantir uma experiência de ensino enriquecedora e efetiva, que valoriza a diversidade cultural. Visando proporcionar essa experiência, a pesquisa propôs analisar a relação entre o ambiente virtual de aprendizagem do Curso de Pós- Graduação Lato Sensu Estado e Direito dos Povos e Comunidades Tradicionais – PCT´s (2017), da Universidade Federal da Bahia, e a composição de seus artefatos, considerando as necessidades de povos e comunidades tradicionais, tendo a construção de uma dissertação como produto. No que tange a metodologia, este estudo é de natureza aplicada e utilizou o Estudo de Caso com uma abordagem qualitativa, de modo a conhecer a perspectiva dos participantes e suas particularidades. Possui um caráter descritivo de forma a apresentar uma visão ampla das características especificas trazidas por PCT´s no curso EaD em questão, considerando as complexidades e particularidades das situações investigadas. A coleta de dados ocorreu por meio da observação no espaço virtual de aprendizagem do curso, acesso a documentos, envio de formulários às ex-alunas (os). E sua análise se deu por meio de interpretações e comparações que emergiram dos dados coletados, utilizando a Análise do Discurso do Sujeito Coletivo. Importante registrar que o estudo passou pelo Comitê de Ética em Pesquisa. A partir dos dados coletados concluiu-se que apesar do AVA possuir ferramentas e recursos que podem atender as particularidades de PCT´s, a composição dos artefatos atendeu parcialmente a estas necessidades. E identificou, que não basta uma composição de artefatos que o atenda, mas, faz-se necessário outros elementos que deem conta do processo de construção deste espaço virtual de aprendizagem direcionada ao público a ser atendido.
- ItemPolíticas públicas de emancipação digital: possibilidades e avanços à inclusão sociodigital no Estado da Bahia(2008-01-09) Borges, Luzineide Miranda; Hetkowski, Tânia Maria; Lima Junior, Arnaud Soares de; Silva, Cleverson Suzar; Boneti, Lindomar WesslerFrente às implicações contemporâneas no contexto da sociedade da informação, as políticas públicas de emancipação digital requerem um olhar crítico e reflexivo acerca das suas intencionalidades e objetividades. É importante ressaltar que as políticas públicas são resultantes de uma dinâmica de interesses adotada no todo da sua trajetória, da elaboração à efetivação. Esta dissertação é fruto de uma pesquisa que teve como objeto de estudo as políticas públicas de emancipação digital, analisando os avanços e possibilidades na inclusão sociodigital. O objetivo geral deste estudo foi pesquisar as políticas públicas de emancipação digital como possibilitadoras de democratização e acessibilidade à sociedade em rede (internet) no Estado da Bahia, investigando as ações difundidas pelo Programa de Inclusão Sociodigital da Secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia, dialogando com pesquisadores como Boneti (2006), Lévy (1998), Castells (1999), Santos (2006), Sousa Santos (2002) e Freire (1997). Para alcançar tal objetivo foi utilizado como procedimento metodológico o Estudo de Caso, o qual permitiu compreender e descrever o objeto de pesquisa, respeitando o contexto no qual está inserido e os impactos deste projeto em todo o Estado. Emancipação digital significa efetivar os excluídos digitais na sociedade da informação, por meio de políticas que visem ao seu crescimento sustentável de forma colaborativa e gradativa, não com medidas emergenciais e paliativas.