Navegando por Autor "Aragão, Carlos Alberto"
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- ItemDesempenho agronômico de híbridos de pimentão em diferentes tipos de substrato sob cultivo protegido(2020-09-30) Silva, Ana Caroline Coelho Pereira Da; Aragão, Carlos AlbertoO pimentão (Capsicum annuum L.) caracteriza-se como uma das principais hortaliças de frutos. Busca-se a melhoria na oferta desse produto, a partir do aumento da produtividade, tornando-o disponível em todas as épocas do ano e com qualidade através do cultivo em ambiente protegido. O objetivo deste trabalho é avaliar o desempenho agronômico de dois híbridos de pimentão, amarelo e verde, cultivados em três tipos de substrato com aplicação ou não de bioestimulante comercial. O experimento está sendo conduzido desde Maio/2019 em casa de vegetação com tela do tipo chromatinet® 40% no campo de hortaliças do Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais da Universidade do Estado da Bahia. O delineamento experimental adotado foi em Blocos Casualizados (DBC) em esquema fatorial triplo (dois híbridos x três substratos x com e sem bioestimulante) em parcelas subdivididas, com três repetições e cinco plantas por parcela. Foram avaliadas as variáveis referentes ao crescimento vegetativo: diâmetro do colo (cm), altura da planta (m) e índice de clorofila. Foram avaliados os seguintes componentes de produção: número de frutos por planta, peso dos frutos (g), diâmetro do fruto (cm), comprimento do fruto (cm), espessura de polpa (cm), Acidez Titulável – AT (g/50 ml), Sólidos Solúveis – SS (°Brix) e relação SS/AT. Os dados foram submetidos à análise de variância e comparação entre médias pelo de Tukey a 5% de probabilidade, com o auxílio do pacote estatístico SISVAR/ UFLA. A utilização de bioestimulante comercial não influencia no desempenho agronômico de híbridos de pimentão sob cultivo protegido. Embora os pimentões sejam cultivados sob ambiente protegido, as temperaturas elevadas afetam na precocidade e desenvolvimento dos frutos dos híbridos estudados.
- ItemInfluência de substratos e água residuária de peixe na produção de mudas do melão amarelo(UNEB, 2024-07-18) Souza, Roberto dos Santos; Aragão, Carlos Alberto; Rocha, Ruy de Carvalho; Diniz, Clóvis Domingos da Silva CarvalhoO melão amarelo, cultivado extensivamente no Brasil, é predominantemente produzido no Nordeste, especialmente no Vale do São Francisco e Polo Jaguaribe-Açu, além de ser cultivado em escala menor no Sul e Sudeste, onde se concentra em ambientes protegidos. Em 2022, o Brasil ascendeu para o oitavo maior produtor mundial de melão, com uma produção significativa de aproximadamente 700 mil toneladas, refletindo um aumento considerável em relação aos anos anteriores. O obejetivo deste estudo foi avaliar a influência de diferentes substratos e a utilização de água residuária de piscicultura na produção de mudas de melão amarelo (Cucumis melo L.), buscando soluções agrícolas mais sustentáveis e eficientes. O experimento foi conduzido no campus III da Universidade do Estado da Bahia, em Juazeiro BA, utilizando um delineamento inteiramente casualizado com oito tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos incluíram várias combinações de substrato comercial Lupatec e areia, com e sem a adição de água residuária de piscicultura: T1: 100% Substrato comercial; T2: 100% Areia; T3: 75% Substrato comercial + 25% Areia; T4: 50% Substrato comercial + 50% Areia; T5: 25% Substrato comercial + 75% Areia; T6: 75% Substrato comercial + 25% Areia (com água residuária); T7: 50% Substrato comercial + 50% Areia (com água residuária); T8: 25% Substrato comercial + 75% Areia (com água residuária). As mudas foram cultivadas em copos descartáveis de 250 mL e irrigadas diariamente com 30 mL de água do rio São Francisco os tratamentos 1 até o 5 e água residuária de piscicultura os tratamentos 6 ao 8. Após 30 dias, foram medidos parâmetros de crescimento como altura da planta, número de folíolos, diâmetro do colo, índice de clorofila, massa fresca e seca da parte aérea e da raiz. Os resultados demonstraram que a utilização de substratos mistos e a irrigação com água residuária de piscicultura melhoraram significativamente o desenvolvimento das mudas de melão amarelo, promovendo plantas mais vigorosas e com maior eficiência nutricional. A adoção dessas práticas pode contribuir para a sustentabilidade da produção de melão na região do Submédio Vale do São Francisco, reduzindo a dependência de fertilizantes químicos e promovendo o uso de recursos hídricos alternativos.
- ItemManejo da adubação orgânica no desenvolvimento do rabanete(UNEB, 2023-07-13) Bezerra, Lucas Sodré; Santos, Emanuel Ernesto Fernandes; Marinho, Lígia Borges; Aragão, Carlos AlbertoOs adubos orgânicos são fontes de nutrientes naturais que desempenham um papel importante na agricultura orgânica. Eles são derivados de materiais de origem animal e vegetal. Um aspecto no uso de adubos orgânicos é o tempo de incorporação ao solo. A mineralização dos resíduos orgânicos pode ser maximizada com a antecipação da incorporação dos mesmos no solo, aumentando a disponibilidade de nutrientes para as plantas. O objetivo deste estudo foi avaliar o desenvolvimento do rabanete (Raphanus sativus L.) em diferentes doses de esterco caprino em diferentes tempos de incorporação no solo. O experimento foi conduzido em ambiente telado no Departamento de Tecnologia e Ciência Sociais da Universidade Estado da Bahia – DTCS/UNEB, Campus III Juazeiro – BA, em delineamento inteiramente casualizado, com os tratamentos arranjados em esquema fatorial duplo com uma testemunha absoluta (3x3+1), com 4 repetições. A comparação das médias foi feita pelo teste de Tukey (5%), onde mostrou influência no tempo de incorporação para carbono orgânico do solo, massa fresca e seca das raízes. Nas doses de esterco foi observada diferença na massa seca e fresca da parte aérea. Os tratamentos diferiram da testemunha absoluta. A incorporação de 20 dias associada à dose de 20% de esterco proporcionou melhor desempenho.
- ItemPlantas medicinais: Uso indiscriminado durante a Covid(2022-12-12) Leal, Ana Caroline Da Silva; Oliveira, Flávio José Vieira De; Aragão, Carlos Alberto; Figueiredo Neto, AcácioA pandemia do coronavírus responsável por diversas mortes no mundo e por comprometer a economia de vários países, é resultado de um vírus surgido na China que se alastrou pelo mundo. Um vírus que após infectar as pessoas, passava por um período de incubação até então começar a agir no organismo. Este vírus causa sintomas muito parecidos com o vírus Influenza o que dificulta ainda mais o diagnóstico. Por ser uma doença não conhecida por muitos e pela forma de cura que até então não existiam, as pessoas recorreram ao uso de espécies vegetais ou fármacos para tratar os sintomas já conhecidos, principalmente pelo baixo custo que proporcionam. Várias espécies possuem princípios ativos com função terapêutica capazes de agir contra diversas doenças. Resultado do metabolismo, esses princípios ativos são substâncias que estimulam a reação do organismo contra o agente infeccioso. Muitas das plantas com esse poder são conhecidas e comum usadas pelos mais diversos povos; o alho, a camomila e o gengibre são algumas delas. Pelo fato de existir a crença de que “o que é natural, criado pela natureza não faz mal algum”, há uma necessidade de tomar algumas precauções quanto a automedicação com essas ervas e fitoterápicos, mediante os riscos existentes. Diante disso, o objetivo deste trabalho foi por meio de uma revisão bibliográfica ressaltar e disseminar sobre os riscos existentes no uso incorreto de plantas medicinais empregadas em tratamento para sintomas durante a Covid.
- ItemProdução de mudas de abóbora em substrato comercial com teores de areia média e irrigação com água residuária da piscicultura(UNEB, 2024-02-19) Santiago, Luiz Felipe da Paixão; Aragão, Carlos Alberto; Rocha , Ruy de Carvalho; Diniz, Clóvis Domingos da Silva CarvalhoPara que a agricultura fosse mais sustentável, tecnologias que fornecessem meios viáveis economicamente, aliados ao bem-estar do meio ambiente, surgiram como alternativas para a produção de alimentos. Portanto, o uso de um substrato mais acessível e a utilização da água com resíduo de piscicultura trouxeram a ideia da viabilidade econômica e da sustentabilidade juntas, tendo em vista o fornecimento de condições ideais para o crescimento saudável das mudas. Sendo assim, o objetivo foi avaliar a eficiência da combinação de substrato comercial e teores de areia, além dos possíveis benefícios da utilização da água residuária da piscicultura. O experimento foi realizado em Juazeiro-BA, com duração de 16 dias, entre os meses de maio e junho de 2024. Os tratamentos foram: tratamento 1 (T1), que teve 100% do substrato comercial; tratamento 2 (T2), que teve 100% de areia média; tratamento 3 (T3), que teve 75% de substrato comercial e 25% de areia média; tratamento 4 (T4), que teve 50% de substrato comercial e 50% de areia média; tratamento 5 (T5), que teve 25% de substrato comercial e 75% de areia média; esses cinco tratamentos (de 1 a 5) foram irrigados com água sem resíduo de peixe. Já os tratamentos 6, 7 e 8 foram irrigados com água com resíduo de peixe, sendo o tratamento 6 (T6) com 75% de substrato comercial e 25% de areia média; tratamento 7 (T7) com 50% de substrato comercial e 50% de areia média; e tratamento 8 (T8) com 25% de substrato comercial e 75% de areia média. Foram avaliados o número de folíolos, o diâmetro do colo, a massa fresca da parte aérea, a massa fresca da raiz, a massa seca da parte aérea e a massa seca da raiz. Todos os dados foram submetidos à análise de variância e as médias foram comparadas utilizando o teste de Tukey a 5%, com o software Agrostat. O substrato comercial sem a irrigação residuária obteve melhor resultado na maioria das variáveis. Porém, a maioria das variáveis não apresentou diferença estatística entre si, e, embora não fosse a opção indicada, o substrato comercial sem resíduo pode ser uma alternativa para a produção de mudas de abóbora.