Navegando por Autor "Andrade Júnior, Dilson Souza de"
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- ItemO papel do treinamento resistido no controle da diabetes mellitus tipo ii em adultos e idosos: uma revisão narrativa(Universidade do Estado da Bahia, 2025-12-10) Andrade Júnior, Dilson Souza de; Carvalho, Leandro Paim da Cruz; Costa, Camila de Moura; Alves, Geovani SantosIntrodução: O diabetes mellitus tipo 2 (DM2) caracteriza-se por hiperglicemia decorrente da resistência à insulina e da deterioração progressiva da função das células β pancreáticas. O exercício físico, especialmente o treinamento resistido, tem sido investigado como estratégia não farmacológica potencial para auxiliar no controle metabólico da doença. Introdução: O diabetes mellitus tipo 2 (DM2) caracteriza-se por hiperglicemia decorrente da resistência à insulina e da deterioração progressiva da função das células β pancreáticas. O exercício físico, especialmente o treinamento resistido, tem sido investigado como estratégia não farmacológica potencial para auxiliar no controle metabólico da doença. Objetivo: Analisar os efeitos do treinamento resistido no controle do DM2 em adultos e idosos, considerando glicemia, HbA1c, resistência insulínica, composição corporal e função muscular. Métodos: Revisão narrativa realizada nas bases PubMed e SciELO, incluindo estudos publicados entre 2015 e 2025. Após triagem segundo critérios de inclusão e exclusão, dez ensaios clínicos foram selecionados. A qualidade metodológica foi avaliada pelo Critical Review Form – Quantitative Studies. Resultados: De modo geral, os estudos analisados investigaram diferentes protocolos de treinamento resistido e seus impactos sobre glicemia, HbA1c, resistência à insulina, força muscular e composição corporal. Intervenções com progressão de carga e supervisão profissional foram as mais frequentemente associadas a melhorias nos desfechos avaliados, enquanto programas domiciliares apresentaram respostas mais heterogêneas. Conclusão: Os achados sugerem que o treinamento resistido pode representar uma estratégia relevante no manejo do DM2 em adultos e idosos, especialmente quando aplicado de forma sistematizada e supervisionada. No entanto, a variabilidade dos protocolos e desfechos indica a necessidade de maior padronização e de estudos adicionais para fortalecer as evidências.