Conectando mundos: jogos, brinquedos e brincadeiras afro-indígenas na educação para as relações étnico-raciais

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Data
2026-12-15
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Universidade do Estado da Bahia
Resumo

Conectar mundos por meio do brincar constitui-se como um caminho sensível e político para ensinar a amar. Trata-se de uma ação pedagógica que se ancora em uma ética e estética da docência comprometida com uma educação antirracista, compreendendo o brincar como linguagem da infância e como gesto de resistência cultural. Esta pesquisa de natureza bibliográfica com análise temática, busca compreender como o reconhecimento da origem dos jogos, brinquedos e brincadeiras afro-indígenas pode potencializar e fortalecer a educação para as relações étnico-raciais na infância. A investigação foi organizada a partir das categorias cultura, história e aspectos educativos, evidenciando a lacuna existente na produção acadêmica sobre o brincar afro-indígena e a necessidade de sua valorização no campo educacional, principalmente no que tange ao ensino com crianças pequenas. Como resultado, emergiu um museu virtual que cataloga jogos e brinquedos africanos e indígenas: o Museu MIRIM – Museu Interativo de Rodas, Infâncias e Memórias, concebido como um ciberespaço pedagógico que reúne expressões brincantes africanas e indígenas. Em suma, compreende-se que é possível ensinar a amar — e que o brincar, em sua potência poética e libertadora, é um dos caminhos mais profícuos para esse aprendizado.


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Citação
COSTA, Andressa Almeida. Conectando mundos: jogos, brinquedos e brincadeiras afro-indígenas na educação para as relações étnico-raciais. 2025. 65f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Pedagogia), Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias, Campus XVI, Universidade do Estado da Bahia, Irecê, 2025.
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