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Navegando Graduação por Assunto "esquizofrenia"
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- ItemO que precisamos saber sobre a esquizofrenia? importância da educação para desconstrução do preconceito(Universidade do Estado da Bahia, 0025-12-01) Lima, Valdiney Santana; Cardoso, Jusceli Maria Oliveira de Carvalho; Passos, Mirian Barreto de Almeida; Carvalho, Maria Cezarela OliveiraO artigo aborda sobre a esquizofrenia, no contexto escolar, destacando o problema da desinformação docente e dos profissionais da educação que contribui para preconceito, evasão e dificuldades na inclusão de estudantes que apresentam sinais ou diagnóstico do transtorno. A inquietação da autora, motivada por vivências pessoais e pela formação em Pedagogia, leva à questão central: quais informações presentes na literatura científica podem auxiliar professores a compreender melhor a esquizofrenia e, assim, desconstruir estigmas e favorecer a permanência escolar? O estudo tem como objetivo geral :compreender a condição da esquizofrenia em adolescentes tendo em vista a construção de informações que podem orientar os professores nos processos de ensino e inclusão escolar de estudantes com esse transtorno e como objetivos específicos conceituar o transtorno, caracterizar seus sintomas e refletir sobre a inclusão desses jovens na escola. Utilizou-se uma metodologia qualitativa, com estudo exploratório, de natureza bibliográfica, adotando como descritores produções disponíveis no Google Acadêmico e dialogando com autores como Silva (2022), Giacon e Galera (2006), Andrade (2025), Bressan e Noto (2022), Amaral (2012), Carvalho e Dalgalarrondo (2005), De Paula (2018) e Gutt (2013), entre outros. Os dados analisados evidenciam que a esquizofrenia é um transtorno complexo, multifatorial e ainda cercado por estigma, manifestando-se por sintomas positivos e negativos que afetam a percepção da realidade, o comportamento e as interações sociais. Conclui-se que o acesso dos professores a informações científicas claras e sistematizadas é fundamental para que eles possam identificar sinais de adoecimento, colaborar com profissionais de saúde e construir práticas pedagógicas mais acolhedoras, fortalecendo a inclusão escolar de adolescentes com esquizofrenia.